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Comité Olímpico Angolano

O desporto não pode ter uma postura de “mãos estendidas ao Governo”, defende Gustavo da Conceição

O desporto não pode ter uma postura de “mãos estendidas ao Governo”, defende Gustavo da Conceição
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Angop

O presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Gustavo da Conceição, defendeu que os dirigentes, atletas, treinadores e clubes da primeira divisão, "têm de estar voltados para o futuro”, sendo que “não podem estar com uma postura de mãos estendidas ao Governo”, uma vez que há necessidade de encarar os problemas, reflectir sobre as soluções e, logo a seguir, andar para frente.

De acordo com o responsável desportivo, numa recente entrevista à Angop, deve haver uma mudança de estratégia por parte dos gestores desportivos face à actual situação financeira, sendo que, a preparação para o futuro passa pela reorganização desportiva. "É importante começarmos a refletir sobre o futuro e potencializarmo-nos para a redução da dependência do OGE", disse.

Para Gustavo da Conceição, a não adopção de medidas que resolvam os problemas irá causar um “desequilíbrio desportivo e pode desmoronar em algumas áreas de maneira irreversível”, daí que defende  que os dirigentes do sector saibam dialogar com as empresas. “O desporto tem de saber vender-se; o espectáculo desportivo deve ser mais valorizado em Angola", disse. 

Recentemente reconduzido à presidência do COA, pelo quarto mandato consecutivo, Gustavo da Conceição avançou novos desafios para a instituição que dirige. A principal é a transição do COA de organização olímpica e desportiva à instituição que gere também infra-estruturas e programas de desenvolvimento com as federações. "Vamos construir uma vila denominada Projecto Olimpáfrica onde haverá campos de futebol, pavilhões, áreas para os desportos individuais e colectivos. Vamos ter um conjunto de alunos, um ATL vai funcionar para apoiar a escola e vai apoiar os clubes e instituições interessadas a fazer estágios, treinos e preparação". 

Entretanto, a infra-estrutura começará a ser erguida no próximo ano (2018). Com o alargamento do campo de actuação, o gestor desportivo apresenta "um COA diferente dos anteriores mandatos" e pretende rentabilizar a instituição. 

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Joaquim Dala

O presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Gustavo da Conceição, defendeu que os dirigentes, atletas, treinadores e clubes da primeira divisão, "têm de estar voltados para o futuro”, sendo que “não podem estar com uma postura de mãos estendidas ao Governo”, uma vez que há necessidade de encarar os problemas, reflectir sobre as soluções e, logo a seguir, andar para frente.

De acordo com o responsável desportivo, numa recente entrevista à Angop, deve haver uma mudança de estratégia por parte dos gestores desportivos face à actual situação financeira, sendo que, a preparação para o futuro passa pela reorganização desportiva. "É importante começarmos a refletir sobre o futuro e potencializarmo-nos para a redução da dependência do OGE", disse.

Para Gustavo da Conceição, a não adopção de medidas que resolvam os problemas irá causar um “desequilíbrio desportivo e pode desmoronar em algumas áreas de maneira irreversível”, daí que defende  que os dirigentes do sector saibam dialogar com as empresas. “O desporto tem de saber vender-se; o espectáculo desportivo deve ser mais valorizado em Angola", disse. 

Recentemente reconduzido à presidência do COA, pelo quarto mandato consecutivo, Gustavo da Conceição avançou novos desafios para a instituição que dirige. A principal é a transição do COA de organização olímpica e desportiva à instituição que gere também infra-estruturas e programas de desenvolvimento com as federações. "Vamos construir uma vila denominada Projecto Olimpáfrica onde haverá campos de futebol, pavilhões, áreas para os desportos individuais e colectivos. Vamos ter um conjunto de alunos, um ATL vai funcionar para apoiar a escola e vai apoiar os clubes e instituições interessadas a fazer estágios, treinos e preparação". 

Entretanto, a infra-estrutura começará a ser erguida no próximo ano (2018). Com o alargamento do campo de actuação, o gestor desportivo apresenta "um COA diferente dos anteriores mandatos" e pretende rentabilizar a instituição. 

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