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“O combate à corrupção está apenas circunscrito a inimigos de João Lourenço”, afirma Raúl Danda

“O combate à corrupção está apenas circunscrito a inimigos de João Lourenço”, afirma Raúl Danda
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O primeiro-ministro do Governo Sombra da UNITA, Raúl Danda, afirmou que o combate à corrupção está apenas circunscritos a inimigos de João Lourenço, atendendo à forma de “selectividades de figuras como o processo está a ser levado a cabo”.

O dirigente fez esta declaração, em conferência de imprensa, anteontem, no quadro dos acontecimentos que atingem a vida dos cidadãos, considerando que o referido processo está eivado de desigualdades de tratamento, direccionado apenas para alguns ‘inimigos políticos e pessoais” do Presidente da República, João Lourenço.

Citado pelo jornal O Páis, Raúl Danda considera ainda preocupantes os níveis de corrupção prevalecentes no país, embora admita ter-se sofisticado, como resultado da ampla campanha que tem sido divulgada neste novo paradigma de governação sobre o combate ao fenómeno.

Entretanto, a fonte aponta alguns exemplos de corrupção nas instituições públicas, marcados com cobranças de valores ilícitos, tendo recorrido à mais recente polémica gerada à volta de alegada privatização da Angomédica.

“A privatização da Angomédica, ligada à FESA, é um claro exemplo da corrupção que devasta o país”, referiu, e acrescentou que estas ‘negociatas’ acabam por descredibilizar as instituições e o próprio Estado.

Quanto à lei das privatizações que foi ontem a debate, na Assembleia Nacional (AN), questionou-se: “Como querem nos convencer que ela não vai beneficiar os mesmos?”

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Redacção

O primeiro-ministro do Governo Sombra da UNITA, Raúl Danda, afirmou que o combate à corrupção está apenas circunscritos a inimigos de João Lourenço, atendendo à forma de “selectividades de figuras como o processo está a ser levado a cabo”.

O dirigente fez esta declaração, em conferência de imprensa, anteontem, no quadro dos acontecimentos que atingem a vida dos cidadãos, considerando que o referido processo está eivado de desigualdades de tratamento, direccionado apenas para alguns ‘inimigos políticos e pessoais” do Presidente da República, João Lourenço.

Citado pelo jornal O Páis, Raúl Danda considera ainda preocupantes os níveis de corrupção prevalecentes no país, embora admita ter-se sofisticado, como resultado da ampla campanha que tem sido divulgada neste novo paradigma de governação sobre o combate ao fenómeno.

Entretanto, a fonte aponta alguns exemplos de corrupção nas instituições públicas, marcados com cobranças de valores ilícitos, tendo recorrido à mais recente polémica gerada à volta de alegada privatização da Angomédica.

“A privatização da Angomédica, ligada à FESA, é um claro exemplo da corrupção que devasta o país”, referiu, e acrescentou que estas ‘negociatas’ acabam por descredibilizar as instituições e o próprio Estado.

Quanto à lei das privatizações que foi ontem a debate, na Assembleia Nacional (AN), questionou-se: “Como querem nos convencer que ela não vai beneficiar os mesmos?”

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