Actualidade
Política

Nova série do kwanza vai reduzir custos, afirma governador do BNA

Nova série do kwanza vai reduzir custos, afirma governador do BNA
Foto por:
vídeo por:
DR

O governador do Banco Nacional Angola anunciou hoje que a instituição vai reduzir para a metade os valores utilizados para a manutenção da moeda nacional, com a emissão da nova série da família do kwanza, prevista para este ano.

José de Lima Massano, que falou à imprensa no final da discussão da Lei que autoriza o BNA a pôr em circulação uma nova série do kwanza, esclareceu que de dois em dois anos gasta-se 30 milhões de dólares para manter o kwanza em circulação, enquanto que, com a nova série da moeda, terá o mesmo custo, mas a sua manutenção será feita em quatro anos, tendo afirmado ainda que o prazo de manutenção será mais longo, porque será feita mudança no substrato da nota, deixando de ser de papel de algodão e passar a utilizar o polímero, uma espécie de plástico.

Adiante, o responsável justificou que, com o uso do polímero, em substituição do papel, a nova nota do kwanza terá maior durabilidade em relação à utilizada actualmente.

Relativamente aos custos dessa acção, referiu que o BNA prevê gastar, este ano, 30 milhões de dólares, igual valor utilizado para o saneamento (substituição) das notas em circulação no país, e sem avançar a quantidade a ser emitida na primeira fase, num processo que vai decorrer pelo menos durante sete anos, o governador esclareceu, citado pelo Jornal de Angola, que a sua entrada em circulação depende da aprovação pela Assembleia Nacional. Para a emissão da nova série do kwanza, foram seleccionados três fabricantes estrangeiros, através de um concurso público.

O processo teve início em 2019 e, para a produção das notas, o Banco Nacional de Angola vai trabalhar com três empresas, nomeadamente a Crane Currency (dos Estados Unidos), a Griensuku (da Alemanha) e a Groznak (da Rússia).

Devido a factores operacionais, a fonte disse ser vantajoso ter mais do que um fabricante. Para série de 2020, serão emitidas notas de 200; 500; 1.000; 2000; 5000 e 10.000 kwanzas,  e assegurou também que a emissão de cédulas de 10 mil kwanzas não será necessário por enquanto.

“Nós temos procurado, para grandes transacções utilizadas no sistema financeiro, as soluções de outros instrumentos como a carta de créditos, que obriga pagamentos no exterior do país e que ocorrem na nossa praça”, disse.

Em relação às moedas metálicas, o gestor afirmou que estas não sofreram nenhuma alteração e irão manter-se por enquanto, e adiantou que em relação às notas da nova família kwanza serão introduzidas imagens como homenagem aos 45 anos da Independência Nacional e, em especial, ao Presidente Agostinho Neto, além de um conjunto de maravilhas existente no país.

6galeria

Redacção

O governador do Banco Nacional Angola anunciou hoje que a instituição vai reduzir para a metade os valores utilizados para a manutenção da moeda nacional, com a emissão da nova série da família do kwanza, prevista para este ano.

José de Lima Massano, que falou à imprensa no final da discussão da Lei que autoriza o BNA a pôr em circulação uma nova série do kwanza, esclareceu que de dois em dois anos gasta-se 30 milhões de dólares para manter o kwanza em circulação, enquanto que, com a nova série da moeda, terá o mesmo custo, mas a sua manutenção será feita em quatro anos, tendo afirmado ainda que o prazo de manutenção será mais longo, porque será feita mudança no substrato da nota, deixando de ser de papel de algodão e passar a utilizar o polímero, uma espécie de plástico.

Adiante, o responsável justificou que, com o uso do polímero, em substituição do papel, a nova nota do kwanza terá maior durabilidade em relação à utilizada actualmente.

Relativamente aos custos dessa acção, referiu que o BNA prevê gastar, este ano, 30 milhões de dólares, igual valor utilizado para o saneamento (substituição) das notas em circulação no país, e sem avançar a quantidade a ser emitida na primeira fase, num processo que vai decorrer pelo menos durante sete anos, o governador esclareceu, citado pelo Jornal de Angola, que a sua entrada em circulação depende da aprovação pela Assembleia Nacional. Para a emissão da nova série do kwanza, foram seleccionados três fabricantes estrangeiros, através de um concurso público.

O processo teve início em 2019 e, para a produção das notas, o Banco Nacional de Angola vai trabalhar com três empresas, nomeadamente a Crane Currency (dos Estados Unidos), a Griensuku (da Alemanha) e a Groznak (da Rússia).

Devido a factores operacionais, a fonte disse ser vantajoso ter mais do que um fabricante. Para série de 2020, serão emitidas notas de 200; 500; 1.000; 2000; 5000 e 10.000 kwanzas,  e assegurou também que a emissão de cédulas de 10 mil kwanzas não será necessário por enquanto.

“Nós temos procurado, para grandes transacções utilizadas no sistema financeiro, as soluções de outros instrumentos como a carta de créditos, que obriga pagamentos no exterior do país e que ocorrem na nossa praça”, disse.

Em relação às moedas metálicas, o gestor afirmou que estas não sofreram nenhuma alteração e irão manter-se por enquanto, e adiantou que em relação às notas da nova família kwanza serão introduzidas imagens como homenagem aos 45 anos da Independência Nacional e, em especial, ao Presidente Agostinho Neto, além de um conjunto de maravilhas existente no país.

6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form