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Nguxi dos Santos e Djelsa Ariana protagonizam 8ª edição da Vidrul Fotografia

Nguxi dos Santos e Djelsa Ariana protagonizam 8ª edição da Vidrul Fotografia
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O Espaço Luanda Arte (ELA) será o palco para a 8ª edição da plataforma experimental de fotografia “Vidrul Fotografia”, acolhendo, nesta sexta-feira, dia 29, a inauguração da mostra de obras dos angolanos Nguxi dos Santos e Djelsa Ariana.

Como refere o produtor e curador Dominick Tanner, as propostas de dois fotógrafos angolanos foram escolhidas por entre dezenas de candidatos, motivo de orgulho desta plataforma, mas “igualmente merecedor de um grau enorme de responsabilidade para que a fotografia em Angola floresça e possa vir a ser uma referência, não somente em África, mas em todo o mundo.

Como mandam os apoios possíveis, trata-se de 2 artistas que nunca participaram antes na plataforma. 2 propostas aparentemente muito diferentes em técnica e mesmo em narrativa, mas que, seguramente, revelam uma memória visual que retrata, ressignifica e recontextualiza a acção social do olhar de cada.

Nesse sentido, diz ainda o responsável, citado no comunicado que recebemos, os 2 fotógrafos são actores sociais que, entre outras coisas, instrumentalizam o olhar recortando realidades estéticas num campo de percepção particular tornado público.

Nesta exposição conjunta, que ficará patente até o dia 25 de Dezembro próximo, a fotografia e a memória tornam-se cada vez mais unidas, tecendo novas identidades, numa constante documentação, afirmação e celebração de angolanidade.

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Redacção

O Espaço Luanda Arte (ELA) será o palco para a 8ª edição da plataforma experimental de fotografia “Vidrul Fotografia”, acolhendo, nesta sexta-feira, dia 29, a inauguração da mostra de obras dos angolanos Nguxi dos Santos e Djelsa Ariana.

Como refere o produtor e curador Dominick Tanner, as propostas de dois fotógrafos angolanos foram escolhidas por entre dezenas de candidatos, motivo de orgulho desta plataforma, mas “igualmente merecedor de um grau enorme de responsabilidade para que a fotografia em Angola floresça e possa vir a ser uma referência, não somente em África, mas em todo o mundo.

Como mandam os apoios possíveis, trata-se de 2 artistas que nunca participaram antes na plataforma. 2 propostas aparentemente muito diferentes em técnica e mesmo em narrativa, mas que, seguramente, revelam uma memória visual que retrata, ressignifica e recontextualiza a acção social do olhar de cada.

Nesse sentido, diz ainda o responsável, citado no comunicado que recebemos, os 2 fotógrafos são actores sociais que, entre outras coisas, instrumentalizam o olhar recortando realidades estéticas num campo de percepção particular tornado público.

Nesta exposição conjunta, que ficará patente até o dia 25 de Dezembro próximo, a fotografia e a memória tornam-se cada vez mais unidas, tecendo novas identidades, numa constante documentação, afirmação e celebração de angolanidade.

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