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Ministério anuncia novo plano para facilitar o acesso dos camponeses a insumos agrícolas

Ministério anuncia novo plano para facilitar o acesso dos camponeses a insumos agrícolas
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O ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga, anunciou que o seu Ministério está a negociar com empresas russas e marroquinas para a produção de fertilizantes no país, sendo que no entanto, como medida alternativa, o Governo procedeu à redução do preço dos fertilizantes, para que mais camponeses tenham acesso a esse insumo.

O governante, que falou por ocasião da conferência promovida na semana passada pela revista Economia & Mercado sobre “Agricultura: passado à actualidade, principais constrangimentos e caminhos a seguir”, ao longo da sua intervenção, admitiu que um dos principais constrangimentos no sector da agricultura em Angola tem a ver com os elevados custos de produção, mas garantiu que tudo está ser feito para alterar o quadro, sendo que, actualmente, a situação é diferente de há quatro anos.

“É difícil fazer agricultura com uma estrutura de custos pesada”, reconheceu o responsável, tendo acrescentado que as preocupações que têm sido apresentadas pelos camponeses são “justas e oportunas”.

Outra novidade apresentada pelo ministro é o facto de que, em breve, as Forças Armadas de Angola (FAA) vão passar a ser abastecidas por agricultores nacionais, o que permitirá um maior escoamento e rentabilização da produção local.

Por fim, Marcos Nhunga, citado no comunicado enviado ao ONgoma News, anunciou a abertura, ainda este mês, do concurso para a privatização de fazendas agrícolas criadas com fundos do Estado, afirmando que o processo está a ser finalizado pelo Ministério das Finanças.

Foram prelectores no evento José Severino, presidente da AIA (Associação Industrial de Angola), que fez um enquadramento histórico da agricultura no país, destacando os períodos em que Angola foi auto-suficiente em várias culturas agrícolas e um dos maiores exportadores mundiais de commodities como o café, José César Macedo, director geral da Agropromotora, e Castro Camarada, agrónomo e antigo consultor da FAO em vários países africanos.

Entretanto, de acordo com a nota, participaram dos painéis de debate o director-geral da ADRA, Belarmino Jelembi, Carlos Pinto, agrónomo, Joaquim César, agrónomo e investigador, João Nunes, gestor da Fazenda Máxi para o sector da agro-indústria, e Jaime Pereira, administrador do Banco BIC, responsável pela área de financiamento a projectos do sector agro-industrial.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga, anunciou que o seu Ministério está a negociar com empresas russas e marroquinas para a produção de fertilizantes no país, sendo que no entanto, como medida alternativa, o Governo procedeu à redução do preço dos fertilizantes, para que mais camponeses tenham acesso a esse insumo.

O governante, que falou por ocasião da conferência promovida na semana passada pela revista Economia & Mercado sobre “Agricultura: passado à actualidade, principais constrangimentos e caminhos a seguir”, ao longo da sua intervenção, admitiu que um dos principais constrangimentos no sector da agricultura em Angola tem a ver com os elevados custos de produção, mas garantiu que tudo está ser feito para alterar o quadro, sendo que, actualmente, a situação é diferente de há quatro anos.

“É difícil fazer agricultura com uma estrutura de custos pesada”, reconheceu o responsável, tendo acrescentado que as preocupações que têm sido apresentadas pelos camponeses são “justas e oportunas”.

Outra novidade apresentada pelo ministro é o facto de que, em breve, as Forças Armadas de Angola (FAA) vão passar a ser abastecidas por agricultores nacionais, o que permitirá um maior escoamento e rentabilização da produção local.

Por fim, Marcos Nhunga, citado no comunicado enviado ao ONgoma News, anunciou a abertura, ainda este mês, do concurso para a privatização de fazendas agrícolas criadas com fundos do Estado, afirmando que o processo está a ser finalizado pelo Ministério das Finanças.

Foram prelectores no evento José Severino, presidente da AIA (Associação Industrial de Angola), que fez um enquadramento histórico da agricultura no país, destacando os períodos em que Angola foi auto-suficiente em várias culturas agrícolas e um dos maiores exportadores mundiais de commodities como o café, José César Macedo, director geral da Agropromotora, e Castro Camarada, agrónomo e antigo consultor da FAO em vários países africanos.

Entretanto, de acordo com a nota, participaram dos painéis de debate o director-geral da ADRA, Belarmino Jelembi, Carlos Pinto, agrónomo, Joaquim César, agrónomo e investigador, João Nunes, gestor da Fazenda Máxi para o sector da agro-indústria, e Jaime Pereira, administrador do Banco BIC, responsável pela área de financiamento a projectos do sector agro-industrial.

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