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Márcio Batalha e Nell Jazz apresentam-se hoje com performance poética na Fundação Arte e Cultura

Márcio Batalha e Nell Jazz apresentam-se hoje com performance poética na Fundação Arte e Cultura
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O poeta Márcio Batalha e o músico-compositor Nell Jazz vão apresentar hoje, quinta-feira, pelas 19 horas, no Wiza Anfiteatro, da Fundação Arte e Cultura, uma performance poética online, evento que se insere na grelha programática do projecto Fundação Arte e Cultura Online e decorre sob o lema “Fique em casa e proteja a sua vida”, como forma de prevenção contra a Covid-19.

Trata-se de uma fusão entre poesia e jazz e conta com a participação especial do trovador Ésio Adriano, e de destacar que, diferente do músico Nell Jazz, Márcio Batalha e Ésio Adriano entram, pela primeira vez, no menu dos artistas que já deixaram as suas marcas no projecto da Fundação.

“A nossa ideia é pedir às pessoas para que cumpram as obrigações que a OMS e o Ministério da Saúde colocaram-nos, para que fiquemos em casa e nos previnamos contra essa pandemia e, tão logo que possível, Angola regresse à vida normal”, afirma Márcio Batalha.

Dentre os temas a abordar na performance destacam-se a “Poesia na boca do povo”, “Minha alma”, “Embriaguei-me” e “Saudades do ventre da minha mãe” e, se da parte do poeta Batalha coube a escrita dos poemas, ao músico-compositor Nell Jazz pesou a musicalização dos mesmos.

“Vamos oferecer uma boa música, o Jazz, e especificamente a expansão da cultura. Faço Jazz e Blues, estilos musicais muito ligados às nossas raízes negras”, disse Nell Jazz, citado no comunicado enviado ao ONgoma News.

Apesar de pertencer à nova geração, o músico-compositor Nell Jazz é dos poucos que se distinguem da tendência mediática com que se caracterizam muitos jovens artistas, diz ainda o documento.

“É gratificante quando instituições como a Fundação Arte e Cultura vão buscar jovens com talento e que procuram trazer boas músicas que reflectem a real identidade cultural do povo”, desabafa o músico que encontra no cumprimento das orientações das entidades sanitárias como única forma para sobreviver em meia tenção da Covid-19.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O poeta Márcio Batalha e o músico-compositor Nell Jazz vão apresentar hoje, quinta-feira, pelas 19 horas, no Wiza Anfiteatro, da Fundação Arte e Cultura, uma performance poética online, evento que se insere na grelha programática do projecto Fundação Arte e Cultura Online e decorre sob o lema “Fique em casa e proteja a sua vida”, como forma de prevenção contra a Covid-19.

Trata-se de uma fusão entre poesia e jazz e conta com a participação especial do trovador Ésio Adriano, e de destacar que, diferente do músico Nell Jazz, Márcio Batalha e Ésio Adriano entram, pela primeira vez, no menu dos artistas que já deixaram as suas marcas no projecto da Fundação.

“A nossa ideia é pedir às pessoas para que cumpram as obrigações que a OMS e o Ministério da Saúde colocaram-nos, para que fiquemos em casa e nos previnamos contra essa pandemia e, tão logo que possível, Angola regresse à vida normal”, afirma Márcio Batalha.

Dentre os temas a abordar na performance destacam-se a “Poesia na boca do povo”, “Minha alma”, “Embriaguei-me” e “Saudades do ventre da minha mãe” e, se da parte do poeta Batalha coube a escrita dos poemas, ao músico-compositor Nell Jazz pesou a musicalização dos mesmos.

“Vamos oferecer uma boa música, o Jazz, e especificamente a expansão da cultura. Faço Jazz e Blues, estilos musicais muito ligados às nossas raízes negras”, disse Nell Jazz, citado no comunicado enviado ao ONgoma News.

Apesar de pertencer à nova geração, o músico-compositor Nell Jazz é dos poucos que se distinguem da tendência mediática com que se caracterizam muitos jovens artistas, diz ainda o documento.

“É gratificante quando instituições como a Fundação Arte e Cultura vão buscar jovens com talento e que procuram trazer boas músicas que reflectem a real identidade cultural do povo”, desabafa o músico que encontra no cumprimento das orientações das entidades sanitárias como única forma para sobreviver em meia tenção da Covid-19.

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