Actualidade
Política

Líder religioso afirma que a verdadeira paz depende da maior inclusão social

Líder religioso afirma que a verdadeira paz depende da maior inclusão social
Foto por:
vídeo por:
DR

A verdadeira paz em Angola depende muito da implementação da justiça e da inclusão social de todos os cidadãos na edificação do país, declarou o Bispo católico da Diocese de Mbanza Kongo, D. Vicente Kiaziku.

Falando naquela cidade,  em alusão ao 18º aniversário da paz (4 de Abril), o responsável católico disse, neste último sábado, ser dever de todos os políticos, sobretudo do MPLA, promover a implementação da Justiça e da inclusão social no país, como factores essenciais para o crescimento sustentável do país.

“A paz depende muito da justiça. Sem Justiça, nunca teremos uma verdadeira paz”, afirmou D. Vicente Kiaziku, que considera, igualmente, o exercício da mudança de mentalidade por parte dos angolanos como primordial, com vista o progresso económico e social.

Para o líder religioso, a paz não deve significar apenas o calar das armas. “É importante prosseguir com o processo de reconciliação, promovendo o diálogo entre todos os actores políticos”, referiu.

O prelado católico desencorajou a guerra, salientando que os angolanos estão todos de parabéns por mais um 4 de Abril, data do aniversário da paz. “Quem passou pela guerra sabe bem o que significa. Devemos agora promover a reconciliação nacional, para a preservação da paz em todo o território”, afirmou, em entrevista ao Jornal de Angola.

D. Vicente Kiaziku defendeu ainda a inclusão de matérias sobre justiça e inserção social nas escolas, para permitir que as novas gerações cresçam com uma mentalidade de paz. “As novas gerações devem crescer com uma mentalidade de paz. Devem ainda encarar os cidadãos de outros partidos como adversários e não inimigos”, observou, tendo reparado, em relação à igualdade de oportunidades no país, que “ainda estamos longe desta realidade”, sendo ainda que, para ele, trabalhar para o progresso económico, distribuir os benefícios e garantir igualdade de oportunidades para todos os cidadãos ajudam também a consolidar o processo de paz e reconciliação nacional.

D. Vicente Kiaziku apela os cidadãos ao patriotismo, bem como a preservação da paz. Defendeu a formação de quadros de qualidade, para ajudarem a solucionar os principais problemas do país.

“O angolano deve ser o primeiro actor no processo de desenvolvimento do país”, declarou.

6galeria

Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

A verdadeira paz em Angola depende muito da implementação da justiça e da inclusão social de todos os cidadãos na edificação do país, declarou o Bispo católico da Diocese de Mbanza Kongo, D. Vicente Kiaziku.

Falando naquela cidade,  em alusão ao 18º aniversário da paz (4 de Abril), o responsável católico disse, neste último sábado, ser dever de todos os políticos, sobretudo do MPLA, promover a implementação da Justiça e da inclusão social no país, como factores essenciais para o crescimento sustentável do país.

“A paz depende muito da justiça. Sem Justiça, nunca teremos uma verdadeira paz”, afirmou D. Vicente Kiaziku, que considera, igualmente, o exercício da mudança de mentalidade por parte dos angolanos como primordial, com vista o progresso económico e social.

Para o líder religioso, a paz não deve significar apenas o calar das armas. “É importante prosseguir com o processo de reconciliação, promovendo o diálogo entre todos os actores políticos”, referiu.

O prelado católico desencorajou a guerra, salientando que os angolanos estão todos de parabéns por mais um 4 de Abril, data do aniversário da paz. “Quem passou pela guerra sabe bem o que significa. Devemos agora promover a reconciliação nacional, para a preservação da paz em todo o território”, afirmou, em entrevista ao Jornal de Angola.

D. Vicente Kiaziku defendeu ainda a inclusão de matérias sobre justiça e inserção social nas escolas, para permitir que as novas gerações cresçam com uma mentalidade de paz. “As novas gerações devem crescer com uma mentalidade de paz. Devem ainda encarar os cidadãos de outros partidos como adversários e não inimigos”, observou, tendo reparado, em relação à igualdade de oportunidades no país, que “ainda estamos longe desta realidade”, sendo ainda que, para ele, trabalhar para o progresso económico, distribuir os benefícios e garantir igualdade de oportunidades para todos os cidadãos ajudam também a consolidar o processo de paz e reconciliação nacional.

D. Vicente Kiaziku apela os cidadãos ao patriotismo, bem como a preservação da paz. Defendeu a formação de quadros de qualidade, para ajudarem a solucionar os principais problemas do país.

“O angolano deve ser o primeiro actor no processo de desenvolvimento do país”, declarou.

6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form