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João Lourenço espera ver uma Angola melhor

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O Presidente da República, João Lourenço, afirmou que, nos próximos três anos de mandato, espera ver uma Angola melhor, sobretudo em termos de desempenho económico, uma maior participação do sector privado na diversificação dos produtos de exportação, que o país não dependa apenas do petróleo e dos diamantes e possa baixar as taxas de desemprego.

O chefe de Estado angolano fez estas declarações quando questionado sobre o que os angolanos podem esperar do Governo nos restantes anos do seu mandato, falando à imprensa, em Nova Iorque (Estados Unidos), tendo declarado ainda que “em dois anos não se fazem milagres” e que “o que não se fez em 44 anos ninguém pode esperar que se faça em dois”, pois “seria ingenuidade”.

João Lourenço, que reconheceu que “são legítimas as reclamações de alguns sectores da sociedade que não viram ainda concretizadas as suas expectativas de vida” em dois anos, assinalados ontem desde que foi investido no cargo, defendeu uma “efectiva e proporcional punição” àqueles que cometem crimes de corrupção, afirmando que “não basta apregoar aos quatro ventos o combate à corrupção, é necessário a existência de uma efectiva e proporcional punição.”  

Ainda falando sobre o segundo aniversário desde que foi investido no cargo, João Lourenço anunciou que vai apresentar, nos próximos dias, com factos e números, o balanço do que foram os dois anos de mandato.

Citado pelo Jornal de Angola, o Estadista sublinhou que é preciso não descurar que existe corrupção em todos os países do mundo. “O importante é que não haja impunidade, que aqueles que se aventurarem nestes caminhos tenham uma efectiva punição”, disse. E isso, disse estar a constatar, é o que os órgãos de Justiça, felizmente, têm estado a fazer, no último ano: “Levar a julgamento os acusados de crimes de corrupção”, salientou, acrescentando que “o importante é que os actos de corrupção não fiquem impunes.”

Entretanto, no sector da Economia, o Presidente da República destacou a atenção que o Governo tem dado para impulsionar o crescimento do sector privado, retirando, de forma gradual, do Estado, a condução da economia, atribuindo esta tarefa aos homens de negócios, nacionais e estrangeiros.

“E isto não é apenas discurso”, salientou. “Nós anunciámos, há relativamente pouco tempo, uma linha de financiamento de um banco europeu, num valor considerável de mil milhão de dólares, para o sector privado nacional. Isto é um sinal muito claro do que nós esperamos do nosso sector privado. Pretendemos que ele cresça e ocupe o seu espaço”, sublinhou João Lourenço.

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Redacção

O Presidente da República, João Lourenço, afirmou que, nos próximos três anos de mandato, espera ver uma Angola melhor, sobretudo em termos de desempenho económico, uma maior participação do sector privado na diversificação dos produtos de exportação, que o país não dependa apenas do petróleo e dos diamantes e possa baixar as taxas de desemprego.

O chefe de Estado angolano fez estas declarações quando questionado sobre o que os angolanos podem esperar do Governo nos restantes anos do seu mandato, falando à imprensa, em Nova Iorque (Estados Unidos), tendo declarado ainda que “em dois anos não se fazem milagres” e que “o que não se fez em 44 anos ninguém pode esperar que se faça em dois”, pois “seria ingenuidade”.

João Lourenço, que reconheceu que “são legítimas as reclamações de alguns sectores da sociedade que não viram ainda concretizadas as suas expectativas de vida” em dois anos, assinalados ontem desde que foi investido no cargo, defendeu uma “efectiva e proporcional punição” àqueles que cometem crimes de corrupção, afirmando que “não basta apregoar aos quatro ventos o combate à corrupção, é necessário a existência de uma efectiva e proporcional punição.”  

Ainda falando sobre o segundo aniversário desde que foi investido no cargo, João Lourenço anunciou que vai apresentar, nos próximos dias, com factos e números, o balanço do que foram os dois anos de mandato.

Citado pelo Jornal de Angola, o Estadista sublinhou que é preciso não descurar que existe corrupção em todos os países do mundo. “O importante é que não haja impunidade, que aqueles que se aventurarem nestes caminhos tenham uma efectiva punição”, disse. E isso, disse estar a constatar, é o que os órgãos de Justiça, felizmente, têm estado a fazer, no último ano: “Levar a julgamento os acusados de crimes de corrupção”, salientou, acrescentando que “o importante é que os actos de corrupção não fiquem impunes.”

Entretanto, no sector da Economia, o Presidente da República destacou a atenção que o Governo tem dado para impulsionar o crescimento do sector privado, retirando, de forma gradual, do Estado, a condução da economia, atribuindo esta tarefa aos homens de negócios, nacionais e estrangeiros.

“E isto não é apenas discurso”, salientou. “Nós anunciámos, há relativamente pouco tempo, uma linha de financiamento de um banco europeu, num valor considerável de mil milhão de dólares, para o sector privado nacional. Isto é um sinal muito claro do que nós esperamos do nosso sector privado. Pretendemos que ele cresça e ocupe o seu espaço”, sublinhou João Lourenço.

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