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Jair Bolsonaro em rota de colisão com Joe Biden

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O Pesidente brasileiro, Jair Bolsonaro, entrou em rota de colisão com o recém eleito Presidente norte-americano, Joe Biden, que durante o primeiro debate televisivo com o seu opositor, Donald Trump, tinha afirmado que, se vencesse as presenciais,haveria "consequências económicas significativas" para o Brasil, se o país não implementasse políticas para acabar com a desflorestação da Amazónia.

Em resposta, e no que devia ser o lançamento de uma iniciativa para promover o regresso "seguro e gradual" do turismo brasileiro,m o Presidente Jair Bolsonaro acabou por lançar ameaças ao presidente eleito dos EUA. "Como é que nós podemos fazer frente a tudo isso?", perguntou Jair Bolsonaro, acrescentando que usar "apenas a Diplomacia" não chega. "Quando acaba a saliva tem de ter pólvora, senão não funciona", garantiu o chefe de Estado brasileiro, acrescentando que talvez nem seja preciso usar a pólvora, mas é preciso "saber que tem", ou seja, marcar uma posição de força.

O Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, tinha afirmado ainda que iria angariar 20 mil milhões de dólares para dizer ao Brasil que parasse de destruir a floresta, dinheiro que o Bolsonaro recusou, de imediato, através das redes sociais.

Desde que o actual presidente brasileiro tomou posse, a desflorestação na Amazónia aumentou, exponencialmente. Até 22 de outubro, tinha-se ultrapassado o número de queimadas de todo o ano de 2019, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil. Situação que está também a pôr em causa a aprovação final do acordo comercial entre a União Europeia e o bloco económico do Mercosul.

Saiba mais em https://pt.euronews.com/2020/11/11/jair-bolsonaro-em-rota-de-colisao-com-joe-biden

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Redacção

O Pesidente brasileiro, Jair Bolsonaro, entrou em rota de colisão com o recém eleito Presidente norte-americano, Joe Biden, que durante o primeiro debate televisivo com o seu opositor, Donald Trump, tinha afirmado que, se vencesse as presenciais,haveria "consequências económicas significativas" para o Brasil, se o país não implementasse políticas para acabar com a desflorestação da Amazónia.

Em resposta, e no que devia ser o lançamento de uma iniciativa para promover o regresso "seguro e gradual" do turismo brasileiro,m o Presidente Jair Bolsonaro acabou por lançar ameaças ao presidente eleito dos EUA. "Como é que nós podemos fazer frente a tudo isso?", perguntou Jair Bolsonaro, acrescentando que usar "apenas a Diplomacia" não chega. "Quando acaba a saliva tem de ter pólvora, senão não funciona", garantiu o chefe de Estado brasileiro, acrescentando que talvez nem seja preciso usar a pólvora, mas é preciso "saber que tem", ou seja, marcar uma posição de força.

O Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, tinha afirmado ainda que iria angariar 20 mil milhões de dólares para dizer ao Brasil que parasse de destruir a floresta, dinheiro que o Bolsonaro recusou, de imediato, através das redes sociais.

Desde que o actual presidente brasileiro tomou posse, a desflorestação na Amazónia aumentou, exponencialmente. Até 22 de outubro, tinha-se ultrapassado o número de queimadas de todo o ano de 2019, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil. Situação que está também a pôr em causa a aprovação final do acordo comercial entre a União Europeia e o bloco económico do Mercosul.

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