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Jacob Zuma pretende gravar músicas de protesto

Jacob Zuma pretende gravar músicas de protesto
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O antigo Presidente sul-africano, Jacob Zuma, que está num confronto com a justiça do seu país, envolveu-se recentemente numa disputa política para poder gravar um disco com músicas de protesto.

A polémica começou quando o distrito de eThekwini decidiu financiar um álbum de canções de protesto que seriam interpretadas pelo ex-chefe de Estado a pretexto de que seria uma forma de “preservar uma parte do património cultural do país”.

No entanto, o partido da oposição, Aliança Democrática (AD), disse tratar-se de um desperdício de recursos e prometeu bater-se contra o financiamento atribuído a Zuma, tendo o seu líder provincial, Zwakele Mncwango, apresentado como argumento a posição de que os recursos governamentais deveriam ser usados com os jovens que se estão a iniciar na carreira musical.

“Somos pela promoção da cultura e do património. O nosso problema é quando o município desperdiça dinheiro com um ex-Presidente que está a tentar a sua sorte na indústria da música, enquanto há novos artistas que precisam de ajuda”, afirmou ao canal de televisão eNCA.

Com 76 anos, Jacob Zuma, que costuma cantar em eventos públicos, foi forçado a abandonar o poder em Fevereiro do ano passado pelo seu próprio partido, o ANC (Congresso Nacional Africano), enfrentando agora várias acusações de corrupção ligadas a um negócio de armas nos anos de 1990.

Por sua vez, o director do Parks, Recreation and Culture de eThekwini, Thembinkosi Ngcobo, refere que o departamento sugeriu a contratação de Zuma por não ter encontrado qualquer gravação das antigas canções de protesto.

O ex-Presidente “tem talento e entende a história e a emoção por trás da música. Ele cantava as canções nos anos 80 e 90 e até antes. A maioria dos jovens do ANC nem as conhece”, refere o responsável, citado pelo Jornal de Angola.

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Redacção

O antigo Presidente sul-africano, Jacob Zuma, que está num confronto com a justiça do seu país, envolveu-se recentemente numa disputa política para poder gravar um disco com músicas de protesto.

A polémica começou quando o distrito de eThekwini decidiu financiar um álbum de canções de protesto que seriam interpretadas pelo ex-chefe de Estado a pretexto de que seria uma forma de “preservar uma parte do património cultural do país”.

No entanto, o partido da oposição, Aliança Democrática (AD), disse tratar-se de um desperdício de recursos e prometeu bater-se contra o financiamento atribuído a Zuma, tendo o seu líder provincial, Zwakele Mncwango, apresentado como argumento a posição de que os recursos governamentais deveriam ser usados com os jovens que se estão a iniciar na carreira musical.

“Somos pela promoção da cultura e do património. O nosso problema é quando o município desperdiça dinheiro com um ex-Presidente que está a tentar a sua sorte na indústria da música, enquanto há novos artistas que precisam de ajuda”, afirmou ao canal de televisão eNCA.

Com 76 anos, Jacob Zuma, que costuma cantar em eventos públicos, foi forçado a abandonar o poder em Fevereiro do ano passado pelo seu próprio partido, o ANC (Congresso Nacional Africano), enfrentando agora várias acusações de corrupção ligadas a um negócio de armas nos anos de 1990.

Por sua vez, o director do Parks, Recreation and Culture de eThekwini, Thembinkosi Ngcobo, refere que o departamento sugeriu a contratação de Zuma por não ter encontrado qualquer gravação das antigas canções de protesto.

O ex-Presidente “tem talento e entende a história e a emoção por trás da música. Ele cantava as canções nos anos 80 e 90 e até antes. A maioria dos jovens do ANC nem as conhece”, refere o responsável, citado pelo Jornal de Angola.

Redacção

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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