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“(JAANGO) NACIONAL” reúne artistas em exposição colectiva

“(JAANGO) NACIONAL” reúne artistas em exposição colectiva
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O Espaço Luanda Arte (ELA) vai acolher, na próxima sexta-feira, dia 4 de Outubro, a partir das 18h, a inauguração da exposição colectiva resultante da residência artística da 8ª edição do “(JAANGO) NACIONAL”, com mostra de instalações e telas dos quatro artistas angolanos participantes.

Trata-se de Adriano Cangombe, Engrácia Gouveia, Osvaldo Ferreira e Serafim Serlon, num trabalho que conta com a co-curadoria de Evandro Guia e Nefwani Junior e que ficará patente ao público até 23 de Outubro. 

De acordo com o comunicado que recebemos, a plataforma Jovens Artistas Angolanos, ou, simplesmente, “JAANGO”, pretende juntar artistas de várias disciplinas de nacionalidade angolana, baseados em Angola e também na diáspora.

Os JAANGUISTAS (como são conhecidos), emergem pela reciclagem de material, mas sobretudo pela revisita a lugares comuns,  reinterpretação a ideias e conceitos pré-definidos e saída (mesmo que temporária) da sua “zona de conforto”, refere o director da galeria, Dominick Tanner. 

O desafio, entretanto, é os artistas trabalharem numa residência diurna de cerca de duas semanas, onde cada artista cria duas instalações. Os artistas são considerados “Jovens”, pois após a residência as suas mentes e técnicas terão rejuvenescido ao apresentarem trabalhos inovadores na exposição colectiva, descreve ainda Dominick. 

O “JAANGO” surgiu em analogia ao símbolo nacional angolano “Jango” ­ ou “Onjango” - um espaço de ritual coberto, com estrutura, mas simultaneamente aberto nos lados, de forma a permitir que as pessoas se reúnam para trocar ideias e desenvolvam ainda mais ideias.

A 1ª edição do projecto teve lugar em 2011, a 2ª edição em 2013, a 3ª edição em 2014, a 4ª edição em 2015, a 5ª edição em 2016, a 6ª edição em 2017 e a 7ª edição em 2018. 

 Adriano Cangombe é aluno finalista do ISART, e participou nas exposições colectivas, em 2019, “UNTITLED 2”, na Galeria do Banco Económico, e “Paradigma Ano Zero: Alvorecer da Arte como Resistência”, no SIEXPO do Museu de História Natural. 

Engrácia Gouveia é também aluna finalista do ISART e também participou na exposição colectiva “Paradigma Ano Zero: Alvorecer da Arte como Resistência”, na SIEXPO do Museu de História Natural. Encontra-se a preparar a sua primeira mostra individual, para 2020.

Osvaldo Ferreira, outro finalista do ISART, é funcionário do Ministério da Cultura desde 2005, e participou na exposição colectiva “UNTITLED 2”, na Galeria do Banco Económico, assim como expôs recentemente a solo, na Galeria Tamar Golan. Encontra-se a preparar a sua terceira exposição individual.

Já Serafim Serlon é aluno finalista do Piaget e artista visual auto-didacta. Apresentou-se recentemente a solo no HCTA, com a mostra “Perfume no Vento”, e encontra-se a preparar uma exposição individual para o ano, no mês de Maio, em São Paulo, no Brasil.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O Espaço Luanda Arte (ELA) vai acolher, na próxima sexta-feira, dia 4 de Outubro, a partir das 18h, a inauguração da exposição colectiva resultante da residência artística da 8ª edição do “(JAANGO) NACIONAL”, com mostra de instalações e telas dos quatro artistas angolanos participantes.

Trata-se de Adriano Cangombe, Engrácia Gouveia, Osvaldo Ferreira e Serafim Serlon, num trabalho que conta com a co-curadoria de Evandro Guia e Nefwani Junior e que ficará patente ao público até 23 de Outubro. 

De acordo com o comunicado que recebemos, a plataforma Jovens Artistas Angolanos, ou, simplesmente, “JAANGO”, pretende juntar artistas de várias disciplinas de nacionalidade angolana, baseados em Angola e também na diáspora.

Os JAANGUISTAS (como são conhecidos), emergem pela reciclagem de material, mas sobretudo pela revisita a lugares comuns,  reinterpretação a ideias e conceitos pré-definidos e saída (mesmo que temporária) da sua “zona de conforto”, refere o director da galeria, Dominick Tanner. 

O desafio, entretanto, é os artistas trabalharem numa residência diurna de cerca de duas semanas, onde cada artista cria duas instalações. Os artistas são considerados “Jovens”, pois após a residência as suas mentes e técnicas terão rejuvenescido ao apresentarem trabalhos inovadores na exposição colectiva, descreve ainda Dominick. 

O “JAANGO” surgiu em analogia ao símbolo nacional angolano “Jango” ­ ou “Onjango” - um espaço de ritual coberto, com estrutura, mas simultaneamente aberto nos lados, de forma a permitir que as pessoas se reúnam para trocar ideias e desenvolvam ainda mais ideias.

A 1ª edição do projecto teve lugar em 2011, a 2ª edição em 2013, a 3ª edição em 2014, a 4ª edição em 2015, a 5ª edição em 2016, a 6ª edição em 2017 e a 7ª edição em 2018. 

 Adriano Cangombe é aluno finalista do ISART, e participou nas exposições colectivas, em 2019, “UNTITLED 2”, na Galeria do Banco Económico, e “Paradigma Ano Zero: Alvorecer da Arte como Resistência”, no SIEXPO do Museu de História Natural. 

Engrácia Gouveia é também aluna finalista do ISART e também participou na exposição colectiva “Paradigma Ano Zero: Alvorecer da Arte como Resistência”, na SIEXPO do Museu de História Natural. Encontra-se a preparar a sua primeira mostra individual, para 2020.

Osvaldo Ferreira, outro finalista do ISART, é funcionário do Ministério da Cultura desde 2005, e participou na exposição colectiva “UNTITLED 2”, na Galeria do Banco Económico, assim como expôs recentemente a solo, na Galeria Tamar Golan. Encontra-se a preparar a sua terceira exposição individual.

Já Serafim Serlon é aluno finalista do Piaget e artista visual auto-didacta. Apresentou-se recentemente a solo no HCTA, com a mostra “Perfume no Vento”, e encontra-se a preparar uma exposição individual para o ano, no mês de Maio, em São Paulo, no Brasil.

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