Actualidade
Economia

Investimento na produção interna do algodão pode relançar indústria têxtil

Investimento na produção interna do algodão pode relançar indústria têxtil
Foto por:
vídeo por:
DR

O consultor do Ministério da Indústria, Mauro Pereira, apontou o investimento na produção interna do algodão como base para o relançamento da indústria têxtil nacional, notando que as três grandes fábricas de tecidos recentemente reabilitadas pelo Governo, nomeadamente, a Satec (Cuanza-Norte), Textang II (Luanda) e Alassola (Benguela), estão inviabilizadas por questões ligadas à importação de matéria-prima.

O especialista, que falou anteontem por ocasião Seminário de Auscultação e Recolha de Contributos para o Estudo da Cadeia de Valor de Têxteis, Vestuário e Calçado, organizado pelos ministérios da Indústria e da Economia e Planeamento, estimou ainda que uma eventual produção de 100 mil toneladas de algodão por ano, em 100 mil hectares, pode resultar na oferta de cerca de 200 mil empregos nas províncias de Malanje, Cuanza-Sul e Cuanza-Norte.

Citado pela Angop, disse que uma vez reactivado o sector têxtil e de calçados, Angola pode alcançar uma produção mínima de 18 milhões de peças de tecido em cinco anos e obter receitas estimadas em mais de mil milhões de dólares, rendimentos que, considerou, podem impulsionar o crescimento económico.

No actual contexto económico, prosseguiu, seria viável o incentivo ao cultivo de algodão, inclusive a nível da produção familiar, para garantir a sustentabilidade da indústria têxtil nacional, bem como a geração de emprego no sector agrícola e aumento dos rendimentos das famílias.

No caso de Cambambe, o consultor reconheceu que a região dispõe de terras férteis e recursos hídricos importantes para o cultivo de algodão durante todo o ano.

6galeria

Redacção

O consultor do Ministério da Indústria, Mauro Pereira, apontou o investimento na produção interna do algodão como base para o relançamento da indústria têxtil nacional, notando que as três grandes fábricas de tecidos recentemente reabilitadas pelo Governo, nomeadamente, a Satec (Cuanza-Norte), Textang II (Luanda) e Alassola (Benguela), estão inviabilizadas por questões ligadas à importação de matéria-prima.

O especialista, que falou anteontem por ocasião Seminário de Auscultação e Recolha de Contributos para o Estudo da Cadeia de Valor de Têxteis, Vestuário e Calçado, organizado pelos ministérios da Indústria e da Economia e Planeamento, estimou ainda que uma eventual produção de 100 mil toneladas de algodão por ano, em 100 mil hectares, pode resultar na oferta de cerca de 200 mil empregos nas províncias de Malanje, Cuanza-Sul e Cuanza-Norte.

Citado pela Angop, disse que uma vez reactivado o sector têxtil e de calçados, Angola pode alcançar uma produção mínima de 18 milhões de peças de tecido em cinco anos e obter receitas estimadas em mais de mil milhões de dólares, rendimentos que, considerou, podem impulsionar o crescimento económico.

No actual contexto económico, prosseguiu, seria viável o incentivo ao cultivo de algodão, inclusive a nível da produção familiar, para garantir a sustentabilidade da indústria têxtil nacional, bem como a geração de emprego no sector agrícola e aumento dos rendimentos das famílias.

No caso de Cambambe, o consultor reconheceu que a região dispõe de terras férteis e recursos hídricos importantes para o cultivo de algodão durante todo o ano.

6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form