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Instituições académicas e socioculturais juntam-se para celebrar o Centenário de Paulo Freire

Instituições académicas e socioculturais juntam-se para celebrar o Centenário de Paulo Freire
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Várias instituições académicas, sociais e culturais juntam-se, em Luanda, nesta sexta-feira, a partir das 15 horas, no Centro Cultural Brasil-Angola, para uma sessão pública em alusão às "Comemorações do Centenário de Paulo Freire".

Trata-se de um colectivo de instituições composto pelo LAB - Laboratório de Ciências Sociais e Humanidades; Centro de Investigação da Universidade Católica de Angola; AAEA- Associação Angolana para Educação de Adultos; CCBA – Centro Cultural Brasil-Angola e a KALU – Associação de Naturais, Residentes e Amigos de Luanda, cujo encontro pode ser acompanhado via streaming: https://www.centroculturalbrasilangola.co.ao/  e @centroculturalbrasilangola.

Segundo uma nota enviada ao ONgoma News, a 19 de Setembro de 2021 comemora-se o centenário do nascimento de Paulo Freire, um Educador, Pedagogo, Filósofo, Activista e Humanista que  concebeu e lutou por uma educação que significasse libertação e emancipação. As suas ideias nasceram nos anos de 1950 no Nordeste Brasileiro, onde metade dos 30 milhões de habitantes eram analfabetos.

No âmbito do centenário de Paulo Freire, foi criada a Rede Internacional de Educação Popular Diálogos com África, que é composta por entidades da sociedade civil, entidades e instituições de ensino superior de países de língua portuguesa. São membros várias entidades do Brasil (como o Instituto Paulo Freire e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, entre muitas outras), da Guiné Bissau (como o Centro de Estudos Amílcar Cabral – CESAC), de Moçambique (como a Universidade Eduardo Mondlane e a Universidade Pedagógica de Maputo, entre outras), Cabo-Verde (Universidade-Jean-Piaget-Cabo-Verde), Portugal (Instituto Paulo Freire, Universidade do Porto, Universidade do Minho, etc.) e Angola.

Para Paulo Freire, a educação deve estar engajada com os propósitos da transformação social em benefício da emancipação humana e da justiça social e na rejeição da opressão. Paulo Freire trabalhou em muitos países africanos na década de 1970, tendo estado em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, entre outros.

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Redacção

Várias instituições académicas, sociais e culturais juntam-se, em Luanda, nesta sexta-feira, a partir das 15 horas, no Centro Cultural Brasil-Angola, para uma sessão pública em alusão às "Comemorações do Centenário de Paulo Freire".

Trata-se de um colectivo de instituições composto pelo LAB - Laboratório de Ciências Sociais e Humanidades; Centro de Investigação da Universidade Católica de Angola; AAEA- Associação Angolana para Educação de Adultos; CCBA – Centro Cultural Brasil-Angola e a KALU – Associação de Naturais, Residentes e Amigos de Luanda, cujo encontro pode ser acompanhado via streaming: https://www.centroculturalbrasilangola.co.ao/  e @centroculturalbrasilangola.

Segundo uma nota enviada ao ONgoma News, a 19 de Setembro de 2021 comemora-se o centenário do nascimento de Paulo Freire, um Educador, Pedagogo, Filósofo, Activista e Humanista que  concebeu e lutou por uma educação que significasse libertação e emancipação. As suas ideias nasceram nos anos de 1950 no Nordeste Brasileiro, onde metade dos 30 milhões de habitantes eram analfabetos.

No âmbito do centenário de Paulo Freire, foi criada a Rede Internacional de Educação Popular Diálogos com África, que é composta por entidades da sociedade civil, entidades e instituições de ensino superior de países de língua portuguesa. São membros várias entidades do Brasil (como o Instituto Paulo Freire e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, entre muitas outras), da Guiné Bissau (como o Centro de Estudos Amílcar Cabral – CESAC), de Moçambique (como a Universidade Eduardo Mondlane e a Universidade Pedagógica de Maputo, entre outras), Cabo-Verde (Universidade-Jean-Piaget-Cabo-Verde), Portugal (Instituto Paulo Freire, Universidade do Porto, Universidade do Minho, etc.) e Angola.

Para Paulo Freire, a educação deve estar engajada com os propósitos da transformação social em benefício da emancipação humana e da justiça social e na rejeição da opressão. Paulo Freire trabalhou em muitos países africanos na década de 1970, tendo estado em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, entre outros.

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