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Infracções reduzem na fronteira com a RDC devido à instalação de meios tecnológicos

Infracções reduzem na fronteira com a RDC devido à instalação de meios tecnológicos
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A instalação de meios tecnológicos ao longo da fronteira marítima e fluvial com a República Democrática do Congo (RDC) está a contribuir na redução de crimes fronteiriços, com realce à imigração ilegal, fuga ao fisco, contrabando de combustível, entre outras infracções conexas, afirmou o comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida.

O responsável disse tratar-se de carros equipados com sistemas de vigilância de longo alcance, meios aéreos não tripulados com capacidade de sobrevoar cerca de cinco horas, rádios de comunicações, torres de controlo, entre outros meios tecnológicos.

Falando nesta quarta-feira à imprensa, no quadro da sua visita de algumas horas ao Soyo, província do Zaire, segundo a Angop, o comissário-geral afirmou que ao nível da região esse equipamento está instalado na comuna costeira de Kinzau (Tomboco) e na sede municipal do Soyo.

Acompanhado do seu homólogo de Moçambique, Bernardino Rafael, a alta patente da corporação assegurou que a instalação dos novos equipamentos em diversas regiões fronteiriças do país enquadra-se na estratégia do Executivo angolano.

Quanto à fronteira terrestre com a RDC, Paulo de Almeida disse que a situação continua ainda complicada, tendo em conta a extensa (2.600 kms de fronteira) e complexa fronteira que Angola partilha com aquele país vizinho, frisando que esforços estão a ser envidados para reverter o quadro.

De acordo com o mesmo, o  processo de reequipamento das unidades da Polícia de Guarda Fronteiras em curso no país tem sido feito de forma faseada, a julgar pela conjuntura económica e financeira.

Situada a norte de Angola, a província do Zaire partilha 330 quilómetros de fronteira com a região do Congo Central (RDC), dos quais 180 terrestres e 150 fluviais, através do rio Zaire.

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Redacção

A instalação de meios tecnológicos ao longo da fronteira marítima e fluvial com a República Democrática do Congo (RDC) está a contribuir na redução de crimes fronteiriços, com realce à imigração ilegal, fuga ao fisco, contrabando de combustível, entre outras infracções conexas, afirmou o comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida.

O responsável disse tratar-se de carros equipados com sistemas de vigilância de longo alcance, meios aéreos não tripulados com capacidade de sobrevoar cerca de cinco horas, rádios de comunicações, torres de controlo, entre outros meios tecnológicos.

Falando nesta quarta-feira à imprensa, no quadro da sua visita de algumas horas ao Soyo, província do Zaire, segundo a Angop, o comissário-geral afirmou que ao nível da região esse equipamento está instalado na comuna costeira de Kinzau (Tomboco) e na sede municipal do Soyo.

Acompanhado do seu homólogo de Moçambique, Bernardino Rafael, a alta patente da corporação assegurou que a instalação dos novos equipamentos em diversas regiões fronteiriças do país enquadra-se na estratégia do Executivo angolano.

Quanto à fronteira terrestre com a RDC, Paulo de Almeida disse que a situação continua ainda complicada, tendo em conta a extensa (2.600 kms de fronteira) e complexa fronteira que Angola partilha com aquele país vizinho, frisando que esforços estão a ser envidados para reverter o quadro.

De acordo com o mesmo, o  processo de reequipamento das unidades da Polícia de Guarda Fronteiras em curso no país tem sido feito de forma faseada, a julgar pela conjuntura económica e financeira.

Situada a norte de Angola, a província do Zaire partilha 330 quilómetros de fronteira com a região do Congo Central (RDC), dos quais 180 terrestres e 150 fluviais, através do rio Zaire.

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