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Importações garantem tranquilidade ao stock para os próximos tempos

Importações garantem tranquilidade ao stock para os próximos tempos
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O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, informou em Luanda que as importações realizadas de Janeiro a Março deste ano dão tranquilidade ao stock existente e garantias no abastecimento de produtos essenciais às populações nos próximos meses.

O governante, que falava durante uma conferência de imprensa destinada a esclarecimentos sobre os atrasos que se verificam no processo de licenciamento aos importadores no país, referiu a necessidade de se apostar mais na produção interna face aos gastos com as importações, os quais se aproximam a 450 mil milhões de dólares e que, a partir de Maio, começa a época de colheita de alguns bens produzidos em Angola, o que pode melhorar a situação alimentar.

Quanto aos atrasos no licenciamento, sublinhou que o processo (via online) atingiu o “pico”, com grande queda no sistema de solicitação, e tornou-se muito lento, pois diariamente são feitos dois mil e 880 pedidos, tendo explicado que o sistema não está preparado para trabalhar com tantas solicitações, por isso teve de entrar em manutenção, mas o licenciamento não está parado.

“Vão continuar a receber solicitações, mas introduzindo critérios que priorizem a produção local e possibilidades que garantam produção nos próximos meses e, com base nisso, decidir se vale a pena importar tais produtos”, disse.

De acordo com a Angop, Victor Fernandes referiu que nenhum país vive sem importação, daí estarem a trabalhar em parceria com os ministérios da Economia e Planeamento, Agricultura e Pescas para a consolidação de informações sobre a produção local.

Por sua vez, a directora-nacional do Comércio Externo e Serviços Mercantis, Augusta Fortes, explicou que no sistema são submetidos dois pedidos por minuto, perfazendo 120 processos por hora e aproximadamente 2.880 pedidos por dia.

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Redacção

O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, informou em Luanda que as importações realizadas de Janeiro a Março deste ano dão tranquilidade ao stock existente e garantias no abastecimento de produtos essenciais às populações nos próximos meses.

O governante, que falava durante uma conferência de imprensa destinada a esclarecimentos sobre os atrasos que se verificam no processo de licenciamento aos importadores no país, referiu a necessidade de se apostar mais na produção interna face aos gastos com as importações, os quais se aproximam a 450 mil milhões de dólares e que, a partir de Maio, começa a época de colheita de alguns bens produzidos em Angola, o que pode melhorar a situação alimentar.

Quanto aos atrasos no licenciamento, sublinhou que o processo (via online) atingiu o “pico”, com grande queda no sistema de solicitação, e tornou-se muito lento, pois diariamente são feitos dois mil e 880 pedidos, tendo explicado que o sistema não está preparado para trabalhar com tantas solicitações, por isso teve de entrar em manutenção, mas o licenciamento não está parado.

“Vão continuar a receber solicitações, mas introduzindo critérios que priorizem a produção local e possibilidades que garantam produção nos próximos meses e, com base nisso, decidir se vale a pena importar tais produtos”, disse.

De acordo com a Angop, Victor Fernandes referiu que nenhum país vive sem importação, daí estarem a trabalhar em parceria com os ministérios da Economia e Planeamento, Agricultura e Pescas para a consolidação de informações sobre a produção local.

Por sua vez, a directora-nacional do Comércio Externo e Serviços Mercantis, Augusta Fortes, explicou que no sistema são submetidos dois pedidos por minuto, perfazendo 120 processos por hora e aproximadamente 2.880 pedidos por dia.

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