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Huíla: Sindicato dialoga com a cervejeira N'gola e Coca-Cola para acautelar despedimentos colectivos

Huíla: Sindicato dialoga com a cervejeira N'gola e Coca-Cola para acautelar despedimentos colectivos
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O secretário-geral do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Similares de Angola, Goncalves João Brandão, admitiu que o despedimento de trabalhadores realizado pela cervejeira N'gola e a fábrica de refrigerantes Coca-cola, no Lubango, província da Huíla, é uma má opção, pelo que estão a dialogar com os empregadores de empresas filiadas para se acautelar casos do género.

De acordo com a Angop, a cervejeira N'gola e a fábrica de refrigerantes Coca-cola, ambas detidas pelo grupo francês BGI há cinco anos, começaram na quinta-feira a despedir trabalhadores, um processo que vai até ao final desta semana que vai deixar na rua 94 operários, com as devidas indeminizações. Do colectivo de trabalhadores afectados constam 72 da cervejeira e 22 da fábrica de refrigerantes.

Por essa razão, Goncalves João Brandão, que efectuava uma visita à província, lembrou que há uma tentativa de diálogo permanente com as indústrias desde 2015, para que em vez de despedimentos colectivos, se procure por negociações colectivas.

Ademais, não deixou de admitir que são “milhares” os trabalhadores destas indústrias já despedidos, o que pressupõe um impacto social negativo na vida de muitas famílias.

O secretário-geral do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Similares de Angola referiu ainda que actualmente a organização tem controlado aproximadamente seis mil filiados, contra os mais de 15 mil de 2014, integradas em 29 empresas de indústrias, sendo Luanda com 12, Huíla, Benguela, Huambo e Cuanza Norte com três cada e Cabinda com duas.

Segundo uma fonte ligada ao sindicato de trabalhadores das duas fábricas, tidas como umas das maiores empregadoras na província, disse tratar-se de um processo cujas negociações decorreram desde Agosto último.

Fez saber que ficou acordado um pacote “especial” de indeminizações fixado em num acréscimo de 30% do que a lei prevê. Contactada por aquele órgão de comunicação, a direcção de comunicação e marketng da empresa recusou-se a falar e remeteu a responsabilidade do director-geral, João Águas Lusa Pires, que se encontra fora da província.







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Pedro Kididi

Jornalista

O secretário-geral do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Similares de Angola, Goncalves João Brandão, admitiu que o despedimento de trabalhadores realizado pela cervejeira N'gola e a fábrica de refrigerantes Coca-cola, no Lubango, província da Huíla, é uma má opção, pelo que estão a dialogar com os empregadores de empresas filiadas para se acautelar casos do género.

De acordo com a Angop, a cervejeira N'gola e a fábrica de refrigerantes Coca-cola, ambas detidas pelo grupo francês BGI há cinco anos, começaram na quinta-feira a despedir trabalhadores, um processo que vai até ao final desta semana que vai deixar na rua 94 operários, com as devidas indeminizações. Do colectivo de trabalhadores afectados constam 72 da cervejeira e 22 da fábrica de refrigerantes.

Por essa razão, Goncalves João Brandão, que efectuava uma visita à província, lembrou que há uma tentativa de diálogo permanente com as indústrias desde 2015, para que em vez de despedimentos colectivos, se procure por negociações colectivas.

Ademais, não deixou de admitir que são “milhares” os trabalhadores destas indústrias já despedidos, o que pressupõe um impacto social negativo na vida de muitas famílias.

O secretário-geral do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Similares de Angola referiu ainda que actualmente a organização tem controlado aproximadamente seis mil filiados, contra os mais de 15 mil de 2014, integradas em 29 empresas de indústrias, sendo Luanda com 12, Huíla, Benguela, Huambo e Cuanza Norte com três cada e Cabinda com duas.

Segundo uma fonte ligada ao sindicato de trabalhadores das duas fábricas, tidas como umas das maiores empregadoras na província, disse tratar-se de um processo cujas negociações decorreram desde Agosto último.

Fez saber que ficou acordado um pacote “especial” de indeminizações fixado em num acréscimo de 30% do que a lei prevê. Contactada por aquele órgão de comunicação, a direcção de comunicação e marketng da empresa recusou-se a falar e remeteu a responsabilidade do director-geral, João Águas Lusa Pires, que se encontra fora da província.







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