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Hugo Salvaterra apresenta filme no CCBA

Hugo Salvaterra apresenta filme no CCBA
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O filme “1999”, realizado por Hugo Salvaterra, da produtora angolana Geração 80, e produzido por Nupur Mehrotra, será exibido amanhã, dia 14 de Novembro, pelas 18:30, no Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA), com entrada grátis.

A curta metragem é o retrato poético e intimista de uma era comum “a todos nós”, que põe uma lupa entre o precipício da adolescência e o primeiro passo da maioridade.

Nos anos 90, Hugo, um idealista e Naomi, uma rebelde precoce, encontram no yin-yang das suas personalidades a fórmula que faz deles melhores amigos no pico das suas adolescências. No casulo do quarto de Hugo, ambos encontram uma forma rara de intimidade, um lugar onde as suas reflexões e perspectivas se expõem a nu, assim como as suas descobertas e aventuras sexuais.

No entanto, Hugo, que se encontra completamente apaixonado pela sua melhor amiga, aspira a que os vários avanços fracassados que tem feito sejam o catalisador que finalmente transporte a relação para uma nova dimensão, lê-se na sinopse da película, enviada ao ONgoma News.

Nascido em França, o argumentista-realizador angolano cresceu um cinéfilo mundial entre África, América Latina, Estados Unidos e Europa. Licenciado em Psicologia (2007), Hugo Salvaterra é mestre em Belas Artes (2018) e está posicionado como um dos principais autores numa nova geração de cinema angolano.

O seu primeiro filme, “Os ouvidos que ouvem”, foi lançado em 2016.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O filme “1999”, realizado por Hugo Salvaterra, da produtora angolana Geração 80, e produzido por Nupur Mehrotra, será exibido amanhã, dia 14 de Novembro, pelas 18:30, no Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA), com entrada grátis.

A curta metragem é o retrato poético e intimista de uma era comum “a todos nós”, que põe uma lupa entre o precipício da adolescência e o primeiro passo da maioridade.

Nos anos 90, Hugo, um idealista e Naomi, uma rebelde precoce, encontram no yin-yang das suas personalidades a fórmula que faz deles melhores amigos no pico das suas adolescências. No casulo do quarto de Hugo, ambos encontram uma forma rara de intimidade, um lugar onde as suas reflexões e perspectivas se expõem a nu, assim como as suas descobertas e aventuras sexuais.

No entanto, Hugo, que se encontra completamente apaixonado pela sua melhor amiga, aspira a que os vários avanços fracassados que tem feito sejam o catalisador que finalmente transporte a relação para uma nova dimensão, lê-se na sinopse da película, enviada ao ONgoma News.

Nascido em França, o argumentista-realizador angolano cresceu um cinéfilo mundial entre África, América Latina, Estados Unidos e Europa. Licenciado em Psicologia (2007), Hugo Salvaterra é mestre em Belas Artes (2018) e está posicionado como um dos principais autores numa nova geração de cinema angolano.

O seu primeiro filme, “Os ouvidos que ouvem”, foi lançado em 2016.

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