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Governo prevê construir mais 3 centralidades

Governo prevê construir mais 3 centralidades
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O Governo angolano prevê erguer mais três centralidades nas províncias do Bengo (com mil casas), Cabinda (três mil) e Cunene (mil), informou o director nacional da Gestão Fundiária e Habitação do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território (MINOPOT).

Adérito Mohamed, que falou ao Jornal de Angola, esclareceu que os cidadãos angolanos ainda poderão beneficiar de residências que estão a ser construídas nas centralidades de Saurimo (Lunda-Sul), Cazengo (Cu-anza-Norte), Carreira de Tiro (Malanje), entre outras urbanizações, e acrescentou que o processo de venda de habitações, nas diversas centralidades do país, retoma a partir do primeiro trimestre de 2022, após a conclusão das obras das infra-estruturas internas e externas dos respectivos projectos.

"Nos primeiros três meses de 2022, o sector antevê concluir e, consequentemente, colocar à disposição dos cidadãos as moradias de diversas tipologias das urbanizações do Bailundo (Huambo), com três mil casas, e Luena (Moxico), que tem 425 residências", perspectivou, tendo continuado que a conclusão das empreitadas e posterior comercialização das residências inclui, também, as urbanizações do Cuito (Bié), com 398 habitações, do Kalawenda (Cazenga - Luanda), com 368, e algumas moradias vandalizadas e em reabilitação na Centralidade do Capari (Bengo).

"Face à pressão da procura habitacional, em 2022 haverá pouca oferta de residências nas referidas urbanizações, particularmente, em Luanda, província com maior procura", realçou Adérito Mohamed, reforçando que este ano não há perspectivas consolidadas para iniciar a venda de novas casas nas centralidades do país, por estar a  terminar 2021, mas, a partir do próximo trimestre de 2022, avançou, iniciar-se-á o processo de comercialização das poucas moradias disponíveis.

Em relação às 23 centralidades já concluídas, o gestor disse que o Estado angolano investiu cerca de 14 mil milhões de dólares norte-americanos, enquanto as 20 urbanizações, designadamente do Kalawenda, Marconi, Uíge, Moxico, Bié e 200 fogos por municípios, consumiram perto de três mil milhões de dólares.

A conclusão possibilitou o alojamento de, pelo menos, 120 mil famílias, além das 20 urbanizações e projectos com menos de mil casas.

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Redacção

O Governo angolano prevê erguer mais três centralidades nas províncias do Bengo (com mil casas), Cabinda (três mil) e Cunene (mil), informou o director nacional da Gestão Fundiária e Habitação do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território (MINOPOT).

Adérito Mohamed, que falou ao Jornal de Angola, esclareceu que os cidadãos angolanos ainda poderão beneficiar de residências que estão a ser construídas nas centralidades de Saurimo (Lunda-Sul), Cazengo (Cu-anza-Norte), Carreira de Tiro (Malanje), entre outras urbanizações, e acrescentou que o processo de venda de habitações, nas diversas centralidades do país, retoma a partir do primeiro trimestre de 2022, após a conclusão das obras das infra-estruturas internas e externas dos respectivos projectos.

"Nos primeiros três meses de 2022, o sector antevê concluir e, consequentemente, colocar à disposição dos cidadãos as moradias de diversas tipologias das urbanizações do Bailundo (Huambo), com três mil casas, e Luena (Moxico), que tem 425 residências", perspectivou, tendo continuado que a conclusão das empreitadas e posterior comercialização das residências inclui, também, as urbanizações do Cuito (Bié), com 398 habitações, do Kalawenda (Cazenga - Luanda), com 368, e algumas moradias vandalizadas e em reabilitação na Centralidade do Capari (Bengo).

"Face à pressão da procura habitacional, em 2022 haverá pouca oferta de residências nas referidas urbanizações, particularmente, em Luanda, província com maior procura", realçou Adérito Mohamed, reforçando que este ano não há perspectivas consolidadas para iniciar a venda de novas casas nas centralidades do país, por estar a  terminar 2021, mas, a partir do próximo trimestre de 2022, avançou, iniciar-se-á o processo de comercialização das poucas moradias disponíveis.

Em relação às 23 centralidades já concluídas, o gestor disse que o Estado angolano investiu cerca de 14 mil milhões de dólares norte-americanos, enquanto as 20 urbanizações, designadamente do Kalawenda, Marconi, Uíge, Moxico, Bié e 200 fogos por municípios, consumiram perto de três mil milhões de dólares.

A conclusão possibilitou o alojamento de, pelo menos, 120 mil famílias, além das 20 urbanizações e projectos com menos de mil casas.

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