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Governo inicia construção de primeira infra-estrutura autárquica

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Angola poderá contar, dentro de 18 meses, com a primeira infra-estrutura administrativa e autárquica, cuja primeira pedra para o início das obras de construção foi lançada ontem, no município da Catumbela, província de Benguela, pelo secretário de Estado para as Autarquias Locais, Márcio Daniel.

Orçado em quatro mil milhões, 503 milhões, 340 mil e 800 kwanzas, suportados pelo Programa Integrado de Intervenção Municipal (PIIM), de subordinação central - via Ministério da Administração do Território e Reforma do Estado, o projecto está inserido num lote de quatro hectares, na Centralidade do Luongo, com garantia de expansão em função do crescimento populacional da Catumbela.

Adjudicada a um consórcio de três empreiteiros, nomeadamente Belo Empreendimentos, Soares da Costa e Nov Engenharia e Construções, com a fiscalização da empresa BDM, no valor global de 158 milhões e 310 mil kwanzas, a obra será executada em 18 meses, envolvendo directamente 80 pessoas, e resume-se num moderno edifício em formato semi-circular do tipo C.

Depois de concluída, a estrutura contará, entre outras valências, com dois pisos e três acessos, nomeadamente para a área autárquica, administrativa e para funcionários, dois auditórios, um dos quais com capacidade para 86 lugares, escritórios, área técnica, instalações sanitárias, salas de reuniões e parque de estacionamento.

Segundo o arquitecto angolano Ilitch Aguiar, da empresa Dar Angola, trata-se de um projecto que tem continuidade e que, com o tempo, o edifício do tipo C, numa primeira fase, poderá evoluir para o tipo B e no total da sua capacidade de utilização passará para o tipo A, afirmando que a ideia é criar uma estrutura modelo que possa ser replicada em vários municípios do país, daí a designação de infra-estrutura administrativa e autárquica que, no fundo, se traduz em duas estruturas independentes, mas indissociáveis.

Enquanto isto, o administrador municipal da Catumbela, Fernando Belo, acredita que a edificação da infra-estrutura administrativa e autárquica vai ajudar a colmatar o défice de estruturas no município.

Ainda este ano, apurou a Angop, o município de Belas, na província de Luanda, será a segunda circunscrição do país onde o Ministério da Administração do Território e Reforma do Estado prevê dar início às obras de construção de uma infra-estrutura administrativa e autárquica.

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Redacção

Angola poderá contar, dentro de 18 meses, com a primeira infra-estrutura administrativa e autárquica, cuja primeira pedra para o início das obras de construção foi lançada ontem, no município da Catumbela, província de Benguela, pelo secretário de Estado para as Autarquias Locais, Márcio Daniel.

Orçado em quatro mil milhões, 503 milhões, 340 mil e 800 kwanzas, suportados pelo Programa Integrado de Intervenção Municipal (PIIM), de subordinação central - via Ministério da Administração do Território e Reforma do Estado, o projecto está inserido num lote de quatro hectares, na Centralidade do Luongo, com garantia de expansão em função do crescimento populacional da Catumbela.

Adjudicada a um consórcio de três empreiteiros, nomeadamente Belo Empreendimentos, Soares da Costa e Nov Engenharia e Construções, com a fiscalização da empresa BDM, no valor global de 158 milhões e 310 mil kwanzas, a obra será executada em 18 meses, envolvendo directamente 80 pessoas, e resume-se num moderno edifício em formato semi-circular do tipo C.

Depois de concluída, a estrutura contará, entre outras valências, com dois pisos e três acessos, nomeadamente para a área autárquica, administrativa e para funcionários, dois auditórios, um dos quais com capacidade para 86 lugares, escritórios, área técnica, instalações sanitárias, salas de reuniões e parque de estacionamento.

Segundo o arquitecto angolano Ilitch Aguiar, da empresa Dar Angola, trata-se de um projecto que tem continuidade e que, com o tempo, o edifício do tipo C, numa primeira fase, poderá evoluir para o tipo B e no total da sua capacidade de utilização passará para o tipo A, afirmando que a ideia é criar uma estrutura modelo que possa ser replicada em vários municípios do país, daí a designação de infra-estrutura administrativa e autárquica que, no fundo, se traduz em duas estruturas independentes, mas indissociáveis.

Enquanto isto, o administrador municipal da Catumbela, Fernando Belo, acredita que a edificação da infra-estrutura administrativa e autárquica vai ajudar a colmatar o défice de estruturas no município.

Ainda este ano, apurou a Angop, o município de Belas, na província de Luanda, será a segunda circunscrição do país onde o Ministério da Administração do Território e Reforma do Estado prevê dar início às obras de construção de uma infra-estrutura administrativa e autárquica.

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