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Financiamento garantido para a barragem de Caculo Cabaça

Financiamento garantido para a barragem de Caculo Cabaça
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O financiamento para a construção do Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça está garantido, através de duas linhas de crédito externas, apesar dos constrangimentos impostos pela vigência do Estado de Emergência.

Segundo o director do projecto, Augusto Salvador Chico, o financiamento da China compreende a componente da obra de construção civil do aproveitamento hidroeléctrico e do sistema de transporte associado, no valor de 4,5 mil milhões de dólares, bem como o da Alemanha, que comporta a componente do fornecimento e montagem do equipamento electromecânico, orçado em 1,02 mil milhões.

As obras de construção, iniciadas em 2017, têm um grau de execução física global de apenas 3,7 por cento, sendo que para a construção civil estão em 5,2 por cento, túneis de desvio do rio (91,4%), túnel de acesso à central principal (59,6%), estaleiro do desvio do rio (73%), estaleiro da obra principal (9%), acessos definitivos (8,8%), ponte definitiva (1,6%) e a montagem dos equipamentos electromecânicos são a última cadeia do projecto.

Citado pelo Jornal de Angola, Augusto Salvador revelou que os próximos passos relativamente à execução das obras para a construção do Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça prendem-se com o início da construção da barragem, escavação da central, túneis de restituição, projecto de execução dos equipamentos e diligenciar os processos de fornecimento e montagem electromecânico, assim como a ampliação do estaleiro da obra principal.

Quanto aos prazos estipulados no contrato para a execução das obras, o gestor destacou que poderão ser reavaliados em função do impacto do período de vigência do Estado de Emergência. Só depois deste processo se poderá determinar se há impacto no prazo, já que o Estado de Emergência constitui, à luz da Lei dos Contratos Públicos, uma situação de força maior, impondo constrangimentos aos contratos em execução.

Outro impacto directo e imediato foi na mão-de-obra, com realce para o impedimento do regresso dos trabalhadores chineses, que se encontram em gozo de férias, porque Janeiro é o período de celebração do ano novo na China, verificando-se, por isso, a ausência de um número elevado de colaboradores afectos ao empreiteiro geral.

Por outro lado, disse o responsável, para os trabalhadores nacionais ausentes em gozo de folgas e férias, e que por força do actual contexto estão impedidos de regressar devido ao estabelecimento da cerca sanitária, o seu regresso está a ser equacionado por força do Decreto Presidencial, que determina que as obras públicas estratégicas e prioritárias, como é o caso do projecto do Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça, devem retomar a actividade, criando uma abertura de excepção para o regresso dos trabalhadores à obra.

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Redacção

O financiamento para a construção do Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça está garantido, através de duas linhas de crédito externas, apesar dos constrangimentos impostos pela vigência do Estado de Emergência.

Segundo o director do projecto, Augusto Salvador Chico, o financiamento da China compreende a componente da obra de construção civil do aproveitamento hidroeléctrico e do sistema de transporte associado, no valor de 4,5 mil milhões de dólares, bem como o da Alemanha, que comporta a componente do fornecimento e montagem do equipamento electromecânico, orçado em 1,02 mil milhões.

As obras de construção, iniciadas em 2017, têm um grau de execução física global de apenas 3,7 por cento, sendo que para a construção civil estão em 5,2 por cento, túneis de desvio do rio (91,4%), túnel de acesso à central principal (59,6%), estaleiro do desvio do rio (73%), estaleiro da obra principal (9%), acessos definitivos (8,8%), ponte definitiva (1,6%) e a montagem dos equipamentos electromecânicos são a última cadeia do projecto.

Citado pelo Jornal de Angola, Augusto Salvador revelou que os próximos passos relativamente à execução das obras para a construção do Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça prendem-se com o início da construção da barragem, escavação da central, túneis de restituição, projecto de execução dos equipamentos e diligenciar os processos de fornecimento e montagem electromecânico, assim como a ampliação do estaleiro da obra principal.

Quanto aos prazos estipulados no contrato para a execução das obras, o gestor destacou que poderão ser reavaliados em função do impacto do período de vigência do Estado de Emergência. Só depois deste processo se poderá determinar se há impacto no prazo, já que o Estado de Emergência constitui, à luz da Lei dos Contratos Públicos, uma situação de força maior, impondo constrangimentos aos contratos em execução.

Outro impacto directo e imediato foi na mão-de-obra, com realce para o impedimento do regresso dos trabalhadores chineses, que se encontram em gozo de férias, porque Janeiro é o período de celebração do ano novo na China, verificando-se, por isso, a ausência de um número elevado de colaboradores afectos ao empreiteiro geral.

Por outro lado, disse o responsável, para os trabalhadores nacionais ausentes em gozo de folgas e férias, e que por força do actual contexto estão impedidos de regressar devido ao estabelecimento da cerca sanitária, o seu regresso está a ser equacionado por força do Decreto Presidencial, que determina que as obras públicas estratégicas e prioritárias, como é o caso do projecto do Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça, devem retomar a actividade, criando uma abertura de excepção para o regresso dos trabalhadores à obra.

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