Actualidade
Economia

Financiamento de 3,7 mil milhões de dólares do FMI para Angola vai servir para apoiar o programa de reforma económica e fiscal

 Financiamento de 3,7 mil milhões de dólares do FMI para Angola vai servir para apoiar o programa de reforma económica e fiscal
Foto por:
vídeo por:
DR

O Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility - EFF), que surge depois do acordo negociado pelo Executivo angolano e o FMI em 2008, visa fundamentalmente a consolidação do ajustamento fiscal, noticiou jornal Mercado

O programa de assistência financeira, que ficou aquém dos 4.500 milhões de dólares, foca-se na sustentabilidade fiscal, na redução da inflação, na promoção de um regime cambial mais flexível, na estabilidade do sector financeiro, mas também na “promoção do desenvolvimento humano, na reforma do sector público, na diversificação e no crescimento inclusivo”, explicou o director adjunto do FMI, Tao Zhang.

“A consolidação fiscal é um elemento central do programa. O plano das autoridades é aumentar as receitas não petrolíferas, incluindo a introdução de um imposto sobre o valor acrescentado, eliminando subsídios”, apontou, acrescentando que salvaguardar o sector financeiro é fundamental para o sucesso do programa. As autoridades planeiam melhorar a governabilidade e a gestão do risco de crédito nos bancos públicos", concluiu.

A directora-geral do FMI, Christine Lagarde, tem agendada uma visita Angola de 20 a 22 de Dezembro, e tem previstos encontros com o Presidente angolano, João Lourenço, com a equipa económica do Governo e com líderes femininas, bem como outras actividades, com destaque para a participação em programas de caridade existentes no país.





6galeria

Redacção

O Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility - EFF), que surge depois do acordo negociado pelo Executivo angolano e o FMI em 2008, visa fundamentalmente a consolidação do ajustamento fiscal, noticiou jornal Mercado

O programa de assistência financeira, que ficou aquém dos 4.500 milhões de dólares, foca-se na sustentabilidade fiscal, na redução da inflação, na promoção de um regime cambial mais flexível, na estabilidade do sector financeiro, mas também na “promoção do desenvolvimento humano, na reforma do sector público, na diversificação e no crescimento inclusivo”, explicou o director adjunto do FMI, Tao Zhang.

“A consolidação fiscal é um elemento central do programa. O plano das autoridades é aumentar as receitas não petrolíferas, incluindo a introdução de um imposto sobre o valor acrescentado, eliminando subsídios”, apontou, acrescentando que salvaguardar o sector financeiro é fundamental para o sucesso do programa. As autoridades planeiam melhorar a governabilidade e a gestão do risco de crédito nos bancos públicos", concluiu.

A directora-geral do FMI, Christine Lagarde, tem agendada uma visita Angola de 20 a 22 de Dezembro, e tem previstos encontros com o Presidente angolano, João Lourenço, com a equipa económica do Governo e com líderes femininas, bem como outras actividades, com destaque para a participação em programas de caridade existentes no país.





6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form