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FILDA. Na crise ou na bonança, mostremos ao mundo o quanto valemos

FILDA. Na crise ou na bonança, mostremos ao mundo o quanto valemos
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A 33.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), decorrida de 26 a 30 de Julho, trouxe uma lufada de ar fresco ao ambiental empresarial angolano, na medida em que, depois da ausência em 2016, criou-se um vazio ao nível de eventos de grande envergadura internacional na capital do país. Ao nível periférico, e sem desprimor das pequenas iniciativas, muito aconteceu e tem  acontecido em Angola à volta de temas ligados ao empreendedorismo e negócios, mas é claro que um evento com mais de três décadas de idade faz falta à economia.

Assim  sendo, Luanda respirou de alívio ao voltar a receber a FILDA, neste ano num dos principais spots da cidade, a Marginal de Luanda, cuja praça B pareceu pequena, pelo menos no dia da abertura da feira, para receber os visitantes. Cremos que o alívio surge na medida em que já todos sabemos que a economia nacional não respira de boa saúde, que a crise devastou uma série de empresas e negócios, mas a verdade é que o país não parou, os empreendedores e homens de negócio, à medida do possível, têm vindo a reinventar-se de modo que “fintem” as barreiras conjunturais e próprias de uma economia que respira petróleo, mas vive ofegante porque o preço desta commodity continua em baixa no mercado internacional.

O Ministério da Economia, o Instituto de Fomento Empresarial, e o Grupo Arena, saíram bem na fotografia no que à avaliação da FILDA diz respeito, embora tenhamos notado, por um lado, a ausência de mais iniciativas de pequenos empreendedores na feira – muito devido ao custo do aluguer dos stands – e de informação sobre as várias actividades que decorreram ao longo dos cinco dias de actividade. Mas levam um nota positiva porque, na crise ou na bonança, não podemos deixar de mostrar o melhor de Angola.

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Redacção

A 33.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), decorrida de 26 a 30 de Julho, trouxe uma lufada de ar fresco ao ambiental empresarial angolano, na medida em que, depois da ausência em 2016, criou-se um vazio ao nível de eventos de grande envergadura internacional na capital do país. Ao nível periférico, e sem desprimor das pequenas iniciativas, muito aconteceu e tem  acontecido em Angola à volta de temas ligados ao empreendedorismo e negócios, mas é claro que um evento com mais de três décadas de idade faz falta à economia.

Assim  sendo, Luanda respirou de alívio ao voltar a receber a FILDA, neste ano num dos principais spots da cidade, a Marginal de Luanda, cuja praça B pareceu pequena, pelo menos no dia da abertura da feira, para receber os visitantes. Cremos que o alívio surge na medida em que já todos sabemos que a economia nacional não respira de boa saúde, que a crise devastou uma série de empresas e negócios, mas a verdade é que o país não parou, os empreendedores e homens de negócio, à medida do possível, têm vindo a reinventar-se de modo que “fintem” as barreiras conjunturais e próprias de uma economia que respira petróleo, mas vive ofegante porque o preço desta commodity continua em baixa no mercado internacional.

O Ministério da Economia, o Instituto de Fomento Empresarial, e o Grupo Arena, saíram bem na fotografia no que à avaliação da FILDA diz respeito, embora tenhamos notado, por um lado, a ausência de mais iniciativas de pequenos empreendedores na feira – muito devido ao custo do aluguer dos stands – e de informação sobre as várias actividades que decorreram ao longo dos cinco dias de actividade. Mas levam um nota positiva porque, na crise ou na bonança, não podemos deixar de mostrar o melhor de Angola.

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