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Expositores a favor do intercâmbio entre as empresas no Angotic

Expositores a favor do intercâmbio entre as empresas no Angotic
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Decorre desde ontem, dia 19, no Centro de Convenções de Talatona, o Fórum Angotic 2018, um evento destinado à partilha de conhecimento e transparência de tecnologias entre empresas no sector das TICs e a melhorar a qualidade de serviços.

O evento, realizado anualmente, durante três dias, reúne empresas de diversos sectores e individualidades de distintas áreas, actores estabelecidos da industria e provedores de serviços móveis eminentes.  

Entretanto, em entrevista ao ONgoma News, o expositor Adérito Cassolongo, director geral da Cassca Tecnologies, uma organização de competições nacionais de identificação de talentos para o Campeonato Mundial Microsoft, bem como prestação de apoio as instituições de ensino básico ao superior, afirmou ser oportuno que se comece a pensar na criação de fóruns desta natureza, dando importância à exposição de conhecimento produzido por angolanos. 

“Na maior parte dos casos, vivemos num período em quase que nunca tínhamos um fórum desta dimensão. Estou de acordo com a internacionalização do fórum. Há muitos angolanos que estão à altura de competir com qualquer tipo de conhecimento em qualquer parte do mundo e estes não têm lugar onde podem expressar este conhecimento”, destacou. 

O empreendedor acredita que o fórum é o lugar ideal para exposição de conhecimento, “onde cada um pode mostrar o que sabe, pode-se competir ao mesmo nível para tornar os nossos produtos tão vendidos como os dos colegas que vêem da diáspora”. 

Para  Cláudia Caquarta, expositora e representante da Hedging Consult, uma empresa de consultoria, focada para as pessoas que pretendem abrir um negócio, na constituição de empresa e formação na área de plano de negócio e estudo de viabilidade, que deixou um apelo à organização, o evento oferece espaço para as empresas exporem os seus serviços. 

“A experiência está ser boa, até agora está dar para superar as expectativas, dá para conhecer outras empresas, trocar ideias com as restantes startups. A organização deve melhorar na próxima edição, porque tivemos um problema, nem todas as empresas foram anunciadas no momento certo, pelo que nem todas puderam expor no primeiro dia”, recomendou.

  Quanto aos desafios que as empresas emergentes enfrentam no campo de negócios, segundo a fonte, para sustentar uma startup até atingir uma posição onde se consiga manter firme, “é preciso divulgação para conseguir clientes, promover e estar presente onde realmente estiver o público-alvo”, referindo que a constituição de startup em Angola ainda requer melhoria.

Já os expositores Helena dias e Sílvio Magalhães afirmam que o fórum é uma mais-valia para as empresas, sendo que dá oportunidade de elas fazerem parceria. “Está a ser muito interessante, é a primeira vez que participo numa actividade do género, dá para fazer parcerias, conhecer produtos novos, conhecer inovações. Quando tivemos a ideia de participar, não tínhamos a noção que seria um fórum amplo”, disse Helena Dias.

Por sua vez, Xavier Diogo realçou a importância de expor o seu projecto de fertilizante produzido à base de frutas.

“Participar neste fórum está além das nossas expectativas. Já participámos em feiras, mas nada como o Angotic. Aqui podemos encontrar investidores de todas as áreas, nacionais e estrangeiros, temos também conselhos de participantes que entendem desta área. Então, está ser um recinto de conhecimento, estamos a aprender muito”, assegurou.

 

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Pedro Kididi

Jornalista

Decorre desde ontem, dia 19, no Centro de Convenções de Talatona, o Fórum Angotic 2018, um evento destinado à partilha de conhecimento e transparência de tecnologias entre empresas no sector das TICs e a melhorar a qualidade de serviços.

O evento, realizado anualmente, durante três dias, reúne empresas de diversos sectores e individualidades de distintas áreas, actores estabelecidos da industria e provedores de serviços móveis eminentes.  

Entretanto, em entrevista ao ONgoma News, o expositor Adérito Cassolongo, director geral da Cassca Tecnologies, uma organização de competições nacionais de identificação de talentos para o Campeonato Mundial Microsoft, bem como prestação de apoio as instituições de ensino básico ao superior, afirmou ser oportuno que se comece a pensar na criação de fóruns desta natureza, dando importância à exposição de conhecimento produzido por angolanos. 

“Na maior parte dos casos, vivemos num período em quase que nunca tínhamos um fórum desta dimensão. Estou de acordo com a internacionalização do fórum. Há muitos angolanos que estão à altura de competir com qualquer tipo de conhecimento em qualquer parte do mundo e estes não têm lugar onde podem expressar este conhecimento”, destacou. 

O empreendedor acredita que o fórum é o lugar ideal para exposição de conhecimento, “onde cada um pode mostrar o que sabe, pode-se competir ao mesmo nível para tornar os nossos produtos tão vendidos como os dos colegas que vêem da diáspora”. 

Para  Cláudia Caquarta, expositora e representante da Hedging Consult, uma empresa de consultoria, focada para as pessoas que pretendem abrir um negócio, na constituição de empresa e formação na área de plano de negócio e estudo de viabilidade, que deixou um apelo à organização, o evento oferece espaço para as empresas exporem os seus serviços. 

“A experiência está ser boa, até agora está dar para superar as expectativas, dá para conhecer outras empresas, trocar ideias com as restantes startups. A organização deve melhorar na próxima edição, porque tivemos um problema, nem todas as empresas foram anunciadas no momento certo, pelo que nem todas puderam expor no primeiro dia”, recomendou.

  Quanto aos desafios que as empresas emergentes enfrentam no campo de negócios, segundo a fonte, para sustentar uma startup até atingir uma posição onde se consiga manter firme, “é preciso divulgação para conseguir clientes, promover e estar presente onde realmente estiver o público-alvo”, referindo que a constituição de startup em Angola ainda requer melhoria.

Já os expositores Helena dias e Sílvio Magalhães afirmam que o fórum é uma mais-valia para as empresas, sendo que dá oportunidade de elas fazerem parceria. “Está a ser muito interessante, é a primeira vez que participo numa actividade do género, dá para fazer parcerias, conhecer produtos novos, conhecer inovações. Quando tivemos a ideia de participar, não tínhamos a noção que seria um fórum amplo”, disse Helena Dias.

Por sua vez, Xavier Diogo realçou a importância de expor o seu projecto de fertilizante produzido à base de frutas.

“Participar neste fórum está além das nossas expectativas. Já participámos em feiras, mas nada como o Angotic. Aqui podemos encontrar investidores de todas as áreas, nacionais e estrangeiros, temos também conselhos de participantes que entendem desta área. Então, está ser um recinto de conhecimento, estamos a aprender muito”, assegurou.

 

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