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Exposição de Guilherme Mampuya celebra África e 12 anos de carreira

Exposição de Guilherme Mampuya celebra África e 12 anos de carreira
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“Africa Forever-Mares, Florestas e Retrospectiva” é o título da exposição individual do artista plástico Guilherme Mampuya, que será inaugurada no próximo dia 24 deste mês Maio, às 18h30, no Museu de História Natural, em Luanda, uma forma de homenagear o continente berço com a mostra de pintura, como vem acontecendo desde 2013.

Trata-se de um tributo aos mares e florestas, como diz o título. “Como angolano, vejo-me rodeado desses dois elementos da mãe natureza. O primeiro fornece alimento ao povo desde os tempos primórdios e serve, também, de meio de comunicação. As florestas (o ouro verde) sempre foram a fonte de produção dos antepassados”, afirma o artista, citado no comunicado a que tivemos acesso.

Actualmente, a globalização tem trazido outros paradigmas, impondo uma reflexão de racionalizar o consumo. Entretanto, é nesse âmbito que se coloca a exposição de pintura. Por outro, lado, acrescenta Guilherme Mampuya, a amostra traça os seus 12 anos de carreira, que teve início em 2006.

“A minha trajectória começou na galeria Humbi-Humbi, do saudoso Tirço Amaral”, relembrou.

Depois da primeira, viajou por mais de 30 exposições individuais e colectivas, tanto no país, como no estrangeiro. Foi galardoado com o prémio Ensa Arte em 2008 e há dois anos que é proprietário de uma galeria, denominada “Galeria Guilherme Mampuya2, situada no Zango Zero, em Luanda.

Natural do Uíge, Guilherme Mampuya Wola concluiu a formação superior em Direito pela Universidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo (RDC), em 2000. Já em 2002, Mampuya ingressa no curso de Pintura Básica no atelier do saudoso Avelino Kenga e mais tarde aperfeiçoa as técnicas do retrato no atelier de pintura do artista Honesto Nkulu, em Luanda. Em 2005, torna-se membro da União dos Artistas Plásticos Angolanos (UNAP), mas foi em 2006 que dá início ao seu percurso artístico com frequência anual, com realce para as exposições em Luanda, Benguela, Lisboa, Aveiro, São Paulo, Bruxelas, Milano e Seul.

Após ter realizado seu sonho de construir uma galeria de arte, começa outra fase de sua vida, que consiste no lançamento e apoio de jovens talentos ao mundo das artes plásticas. Constam dessa lista os artistas Isaac Pinto de Almeida, Sombra Andgraf, Serafim Serlon, Denise Luís, Uólofe, Jean Di Mampuya, Nehemias Kiala, Osvaldo Ferreira, Landrick Lusinga, Tadece, David e José Ndombele.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

“Africa Forever-Mares, Florestas e Retrospectiva” é o título da exposição individual do artista plástico Guilherme Mampuya, que será inaugurada no próximo dia 24 deste mês Maio, às 18h30, no Museu de História Natural, em Luanda, uma forma de homenagear o continente berço com a mostra de pintura, como vem acontecendo desde 2013.

Trata-se de um tributo aos mares e florestas, como diz o título. “Como angolano, vejo-me rodeado desses dois elementos da mãe natureza. O primeiro fornece alimento ao povo desde os tempos primórdios e serve, também, de meio de comunicação. As florestas (o ouro verde) sempre foram a fonte de produção dos antepassados”, afirma o artista, citado no comunicado a que tivemos acesso.

Actualmente, a globalização tem trazido outros paradigmas, impondo uma reflexão de racionalizar o consumo. Entretanto, é nesse âmbito que se coloca a exposição de pintura. Por outro, lado, acrescenta Guilherme Mampuya, a amostra traça os seus 12 anos de carreira, que teve início em 2006.

“A minha trajectória começou na galeria Humbi-Humbi, do saudoso Tirço Amaral”, relembrou.

Depois da primeira, viajou por mais de 30 exposições individuais e colectivas, tanto no país, como no estrangeiro. Foi galardoado com o prémio Ensa Arte em 2008 e há dois anos que é proprietário de uma galeria, denominada “Galeria Guilherme Mampuya2, situada no Zango Zero, em Luanda.

Natural do Uíge, Guilherme Mampuya Wola concluiu a formação superior em Direito pela Universidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo (RDC), em 2000. Já em 2002, Mampuya ingressa no curso de Pintura Básica no atelier do saudoso Avelino Kenga e mais tarde aperfeiçoa as técnicas do retrato no atelier de pintura do artista Honesto Nkulu, em Luanda. Em 2005, torna-se membro da União dos Artistas Plásticos Angolanos (UNAP), mas foi em 2006 que dá início ao seu percurso artístico com frequência anual, com realce para as exposições em Luanda, Benguela, Lisboa, Aveiro, São Paulo, Bruxelas, Milano e Seul.

Após ter realizado seu sonho de construir uma galeria de arte, começa outra fase de sua vida, que consiste no lançamento e apoio de jovens talentos ao mundo das artes plásticas. Constam dessa lista os artistas Isaac Pinto de Almeida, Sombra Andgraf, Serafim Serlon, Denise Luís, Uólofe, Jean Di Mampuya, Nehemias Kiala, Osvaldo Ferreira, Landrick Lusinga, Tadece, David e José Ndombele.

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