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Executivo prevê aumento de 20% no OGE para educação até 2022

Executivo prevê aumento de 20% no OGE para educação até 2022
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Com o objectivo de melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem no país, o Executivo angolano prevê um aumento de 20% do Orçamento Geral do Estado (OGE)  para a educação no período de 2018 a 2022, afirmou o Vice-presidente da República Bornito de Sousa, em Luanda.

O OGE para a educação está fixado em perto de 33 mil milhões de kwanzas , o equivalente a 5,4% do total do OGE 2018. De acordo com o Vice-presidente da República, que falava na sessão da manhã de terça-feira do Encontro Nacional de Educação,  sobre o financiamento do ensino, a intenção é alcançar as metas do Acordo de Dakar, dependendo, no entanto, da efectivação das receitas durante este período. Bornito de Sousa realçou que o sucesso do país depende efectivamente de uma aposta na educação e no ensino, passando pela valorização do professor, com salário excelente e regalias, por ser o profissional que transite o conhecimento.

Durante o encontro, Bornito de Sousa explicou as razões das alterações feitas nas denominações de algumas províncias no país, como forma de se colocar ordem na grafia, em obediência à Lei da Toponímia e da Lei da Codificação sobre as Localidades.

O Vice-presidente da República informou que foram estabelecidas normas nas respectivas leis que, basicamente, fixam três princípios, nomeadamente sobre a grafia das localidades do tempo colonial, os procedimentos da lei e os nomes. Segundo Bornito de Sousa, “quando se quiser escrever nomes de localidades em línguas nacionais de origem africana devemos uniformizar o nome todo em língua nacional, não apenas mudar algumas letras, como temos verificado em alguns nomes mal escritos”.

O Encontro Nacional da Educação contou com a participação da sociedade civil para analisar o estado actual da educação e ensino em Angola, propondo decisões mais acertadas para garantir uma educação inclusiva e de qualidade. O encontro, que terminou ontem (10), teve também como finalidade avaliar o desempenho do sistema de educação e ensino face às proposições da política educativa e à qualidade da preparação integral do sujeito para os desafios do desenvolvimento sustentável do país.

 

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Plácida Lino Brandão

Estagiária

Plácida Lino Brandão é formada em Comunicação na Universidade Independente de Angola.

Com o objectivo de melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem no país, o Executivo angolano prevê um aumento de 20% do Orçamento Geral do Estado (OGE)  para a educação no período de 2018 a 2022, afirmou o Vice-presidente da República Bornito de Sousa, em Luanda.

O OGE para a educação está fixado em perto de 33 mil milhões de kwanzas , o equivalente a 5,4% do total do OGE 2018. De acordo com o Vice-presidente da República, que falava na sessão da manhã de terça-feira do Encontro Nacional de Educação,  sobre o financiamento do ensino, a intenção é alcançar as metas do Acordo de Dakar, dependendo, no entanto, da efectivação das receitas durante este período. Bornito de Sousa realçou que o sucesso do país depende efectivamente de uma aposta na educação e no ensino, passando pela valorização do professor, com salário excelente e regalias, por ser o profissional que transite o conhecimento.

Durante o encontro, Bornito de Sousa explicou as razões das alterações feitas nas denominações de algumas províncias no país, como forma de se colocar ordem na grafia, em obediência à Lei da Toponímia e da Lei da Codificação sobre as Localidades.

O Vice-presidente da República informou que foram estabelecidas normas nas respectivas leis que, basicamente, fixam três princípios, nomeadamente sobre a grafia das localidades do tempo colonial, os procedimentos da lei e os nomes. Segundo Bornito de Sousa, “quando se quiser escrever nomes de localidades em línguas nacionais de origem africana devemos uniformizar o nome todo em língua nacional, não apenas mudar algumas letras, como temos verificado em alguns nomes mal escritos”.

O Encontro Nacional da Educação contou com a participação da sociedade civil para analisar o estado actual da educação e ensino em Angola, propondo decisões mais acertadas para garantir uma educação inclusiva e de qualidade. O encontro, que terminou ontem (10), teve também como finalidade avaliar o desempenho do sistema de educação e ensino face às proposições da política educativa e à qualidade da preparação integral do sujeito para os desafios do desenvolvimento sustentável do país.

 

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