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Executivo defende inserção de quadros angolanos nas organizações internacionais

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O Ministério das Relações Exteriores está a trabalhar na criação de uma área específica para apoiar cidadãos nacionais que queiram ingressar nas organizações internacionais, que será dotada de ferramentas essenciais para ajudar os interessados a reforçar as suas escolhas, disponibilizando informação útil sobre os organismos internacionais, suas funções e as dinâmicas de articulação.

Segundo revelou o ministro Téte António, a iniciativa responde a uma aposta do país em ter, também, quadros nacionais na função pública internacional, sabendo que podem jogar um papel fundamental nos processos em que o Estado esteja engajado.

“Cada angolano, em qualquer uma destas organizações internacionais, é, também, um embaixador do país”, sublinhou Téte António, que  depois de ter defendido recentemente a necessidade de inserção de mais quadros angolanos nas organizações internacionais esclareceu que “esses quadros não recebem quaisquer orientações dos seus países de origem, pois, é proibido, de acordo com a deontologia da função pública internacional”.

Mas acrescentou que permite ao país em causa beneficiar do preenchimento de vagas dos seus quadros e tomar decisões adequadas, de acordo com o Jornal de Angola, tendo referido que existem inúmeros benefícios das organizações internacionais para o país e, frisou, nada melhor do que ter cidadãos nacionais nestas instituições.

O governante destacou então que as organizações podem igualmente servir como um canal de emprego para os jovens, o que considerou como uma das grandes vantagens.

“Cada angolano que entra para essas organizações traz consigo um conhecimento que pode servir também para o país”, sublinhou, e defendeu ainda a necessidade de se mudar a percepção que a maioria tem sobre as organizações internacionais.

“Quando falamos de organizações internacionais, pensamos logo na ONU e União Africana, quando, na verdade, existe uma série de organizações.

Téte António, que ocupou vários cargos na União Africana, esclareceu que ir para a função pública internacional não significa, apenas, ingressar nestas duas organizações.

“É mais fácil defender os teus projectos quando tens um cidadão nacional no Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), principalmente se estiver numa posição executiva de decisão. O interesse ou a vantagem do país será melhor defendido pelos seus cidadãos, ao contrário de funcionários estrangeiros por exemplo”, respondeu o titular do MIREX, questionado sobre os benefícios da inserção destes quadros nas organizações internacionais.

Ademais, para tal, disse, é preciso ir mais além, porque, para defender tais posições é preciso estar bem munido de informação.

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Redacção

O Ministério das Relações Exteriores está a trabalhar na criação de uma área específica para apoiar cidadãos nacionais que queiram ingressar nas organizações internacionais, que será dotada de ferramentas essenciais para ajudar os interessados a reforçar as suas escolhas, disponibilizando informação útil sobre os organismos internacionais, suas funções e as dinâmicas de articulação.

Segundo revelou o ministro Téte António, a iniciativa responde a uma aposta do país em ter, também, quadros nacionais na função pública internacional, sabendo que podem jogar um papel fundamental nos processos em que o Estado esteja engajado.

“Cada angolano, em qualquer uma destas organizações internacionais, é, também, um embaixador do país”, sublinhou Téte António, que  depois de ter defendido recentemente a necessidade de inserção de mais quadros angolanos nas organizações internacionais esclareceu que “esses quadros não recebem quaisquer orientações dos seus países de origem, pois, é proibido, de acordo com a deontologia da função pública internacional”.

Mas acrescentou que permite ao país em causa beneficiar do preenchimento de vagas dos seus quadros e tomar decisões adequadas, de acordo com o Jornal de Angola, tendo referido que existem inúmeros benefícios das organizações internacionais para o país e, frisou, nada melhor do que ter cidadãos nacionais nestas instituições.

O governante destacou então que as organizações podem igualmente servir como um canal de emprego para os jovens, o que considerou como uma das grandes vantagens.

“Cada angolano que entra para essas organizações traz consigo um conhecimento que pode servir também para o país”, sublinhou, e defendeu ainda a necessidade de se mudar a percepção que a maioria tem sobre as organizações internacionais.

“Quando falamos de organizações internacionais, pensamos logo na ONU e União Africana, quando, na verdade, existe uma série de organizações.

Téte António, que ocupou vários cargos na União Africana, esclareceu que ir para a função pública internacional não significa, apenas, ingressar nestas duas organizações.

“É mais fácil defender os teus projectos quando tens um cidadão nacional no Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), principalmente se estiver numa posição executiva de decisão. O interesse ou a vantagem do país será melhor defendido pelos seus cidadãos, ao contrário de funcionários estrangeiros por exemplo”, respondeu o titular do MIREX, questionado sobre os benefícios da inserção destes quadros nas organizações internacionais.

Ademais, para tal, disse, é preciso ir mais além, porque, para defender tais posições é preciso estar bem munido de informação.

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