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EUA: Papa espera que o Governo dos Estados Unidos "repense" abolição da lei sobre imigrantes menores

EUA: Papa espera que o Governo dos Estados Unidos "repense" abolição da lei sobre imigrantes menores
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O Papa Francisco afirmou hoje esperar que o Governo dos Estados Unidos "repense" a possível abolição da lei que protege os "sonhadores", em declarações à imprensa no avião em que regressa da visita oficial à Colômbia.

Apesar de reconhecer que não conhece em profundidade os termos da lei que termina com o programa DACA (Ação Diferida para Jovens Indocumentados), assinalou que "separar os jovens das famílias não é algo que dê um bom fruto, nem para os jovens nem para a família".

de acordo com SIC Notícias, o presidente dos EUA, Donald Trump, revogou recentemente um programa lançado pelo seu antecessor, Barack Obama, que protege 800 mil jovens indocumentados, os designados "sonhadores" e que foram levados sem autorização para o país quando eram crianças, concedendo-lhes um 'estatuto legal' temporário.

"Creio que esta lei não vem do parlamento mas antes do executivo, e se assim for, tenho esperança de que se repense", assinalou ao responder às perguntas dos jornalistas.

Francisco também notou que Trump "se apresenta como um homem "pro-life" (pró-vida), mas "um verdadeiro 'pro-life' compreende que a família é o núcleo da vida e deve defender a unidade [da família] ".

O Papa também defendeu que alguns dos problemas dos jovens, como a droga, outras dependências ou o suicídio, "chegam quando são arrancados às suas raízes".

"Os jovens de hoje têm de recuperar a esperança. Tudo o que lhes corta as raízes rouba-lhes a esperança".

Ao abordar a questão das migrações, Jorge Bergoglio também assinalou que a gestão do fluxo de imigração em direção à Europa implica "prudência, integração e proximidade humanitária" por parte dos governos.

O chefe de Igreja católica expressou gratidão à Itália e Grécia por "terem aberto o coração dos imigrantes" e disse que "receber" é um dos Mandamentos.

Numa referência particular à Itália, considerou que está a enfrentar um problema "que não pode assumir" mais, antes de considerar que um governo deve gerir este problema com prudência e saber "quanta capacidade tem", e de seguida recebê-los e integrá-los.

 

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Redacção

O Papa Francisco afirmou hoje esperar que o Governo dos Estados Unidos "repense" a possível abolição da lei que protege os "sonhadores", em declarações à imprensa no avião em que regressa da visita oficial à Colômbia.

Apesar de reconhecer que não conhece em profundidade os termos da lei que termina com o programa DACA (Ação Diferida para Jovens Indocumentados), assinalou que "separar os jovens das famílias não é algo que dê um bom fruto, nem para os jovens nem para a família".

de acordo com SIC Notícias, o presidente dos EUA, Donald Trump, revogou recentemente um programa lançado pelo seu antecessor, Barack Obama, que protege 800 mil jovens indocumentados, os designados "sonhadores" e que foram levados sem autorização para o país quando eram crianças, concedendo-lhes um 'estatuto legal' temporário.

"Creio que esta lei não vem do parlamento mas antes do executivo, e se assim for, tenho esperança de que se repense", assinalou ao responder às perguntas dos jornalistas.

Francisco também notou que Trump "se apresenta como um homem "pro-life" (pró-vida), mas "um verdadeiro 'pro-life' compreende que a família é o núcleo da vida e deve defender a unidade [da família] ".

O Papa também defendeu que alguns dos problemas dos jovens, como a droga, outras dependências ou o suicídio, "chegam quando são arrancados às suas raízes".

"Os jovens de hoje têm de recuperar a esperança. Tudo o que lhes corta as raízes rouba-lhes a esperança".

Ao abordar a questão das migrações, Jorge Bergoglio também assinalou que a gestão do fluxo de imigração em direção à Europa implica "prudência, integração e proximidade humanitária" por parte dos governos.

O chefe de Igreja católica expressou gratidão à Itália e Grécia por "terem aberto o coração dos imigrantes" e disse que "receber" é um dos Mandamentos.

Numa referência particular à Itália, considerou que está a enfrentar um problema "que não pode assumir" mais, antes de considerar que um governo deve gerir este problema com prudência e saber "quanta capacidade tem", e de seguida recebê-los e integrá-los.

 

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