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Afeganistão vai tornar-se um "cemitério" para os EUA, ameaçam talibãs

Afeganistão vai tornar-se um "cemitério" para os EUA, ameaçam talibãs
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O Afeganistão arrisca a tornar-se um "novo cemitério" para os Estados Unidos se não retirarem do país, advertiram hoje os talibãs, na reação ao discurso do Presidente Donald Trump, na segunda-feira, tendo anunciado que uma retirada rápida das forças norte-americanas do Afeganistão "é inaceitável", noticiou o Diário de Noticias.

"Se os Estados Unidos não retirarem as tropas do Afeganistão, o país depressa se vai tornar num novo cemitério para aquela superpotência do século XXI. Os dirigentes norte-americanos devem saber disto", avisaram os talibãs num comunicado, depois de Trump ter deixado em aberto a possibilidade de enviar mais tropas para o Afeganistão.

Num discurso à nação em horário nobre na noite de segunda-feira (madrugada de hoje em Lisboa), Donald Trump disse que o seu "instinto original era retirar", aludindo à posição expressa antes de se tornar Presidente de que o Afeganistão era um pântano irresolúvel que requeria uma retirada rápida das tropas norte-americanas.

Desde a tomada de posse como Presidente, Trump disse ter concluído que essa abordagem podia criar um vazio e que os terroristas, incluindo a Al-Qaida e o Estado Islâmico, podiam "preencher instantaneamente".

"Conclui que as ameaças de segurança que enfrentamos no Afeganistão e na fronteira na região são imensas", disse Trump.

Ao anunciar a estratégia para o Afeganistão, num discurso à nação na noite de segunda-feira (madrugada de hoje em Lisboa), o Presidente norte-americano defendeu que a nova estratégia no Afeganistão não será baseada num calendário, mas em condições, afirmando que não vai discutir o número de tropas.

"Não vamos falar do número de soldados ou dos planos para novas ações militares. Os inimigos da América não devem conhecer nunca os nossos projetos", afirmou Trump.

Desde 2001, cerca de 2.400 soldados norte-americanos morreram no Afeganistão, e mais de 20.000 ficaram feridos.

Atualmente estão destacados 8.400 militares norte-americanos no Afeganistão. Os Estados Unidos chegaram a ter 100.000 tropas no país durante a administração de Barack Obama, em 2010-2011.

 

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Redacção

O Afeganistão arrisca a tornar-se um "novo cemitério" para os Estados Unidos se não retirarem do país, advertiram hoje os talibãs, na reação ao discurso do Presidente Donald Trump, na segunda-feira, tendo anunciado que uma retirada rápida das forças norte-americanas do Afeganistão "é inaceitável", noticiou o Diário de Noticias.

"Se os Estados Unidos não retirarem as tropas do Afeganistão, o país depressa se vai tornar num novo cemitério para aquela superpotência do século XXI. Os dirigentes norte-americanos devem saber disto", avisaram os talibãs num comunicado, depois de Trump ter deixado em aberto a possibilidade de enviar mais tropas para o Afeganistão.

Num discurso à nação em horário nobre na noite de segunda-feira (madrugada de hoje em Lisboa), Donald Trump disse que o seu "instinto original era retirar", aludindo à posição expressa antes de se tornar Presidente de que o Afeganistão era um pântano irresolúvel que requeria uma retirada rápida das tropas norte-americanas.

Desde a tomada de posse como Presidente, Trump disse ter concluído que essa abordagem podia criar um vazio e que os terroristas, incluindo a Al-Qaida e o Estado Islâmico, podiam "preencher instantaneamente".

"Conclui que as ameaças de segurança que enfrentamos no Afeganistão e na fronteira na região são imensas", disse Trump.

Ao anunciar a estratégia para o Afeganistão, num discurso à nação na noite de segunda-feira (madrugada de hoje em Lisboa), o Presidente norte-americano defendeu que a nova estratégia no Afeganistão não será baseada num calendário, mas em condições, afirmando que não vai discutir o número de tropas.

"Não vamos falar do número de soldados ou dos planos para novas ações militares. Os inimigos da América não devem conhecer nunca os nossos projetos", afirmou Trump.

Desde 2001, cerca de 2.400 soldados norte-americanos morreram no Afeganistão, e mais de 20.000 ficaram feridos.

Atualmente estão destacados 8.400 militares norte-americanos no Afeganistão. Os Estados Unidos chegaram a ter 100.000 tropas no país durante a administração de Barack Obama, em 2010-2011.

 

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