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Estudantes exigem maior seriedade no apuramento a bolsas anuais

Estudantes exigem maior seriedade no apuramento a bolsas anuais
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Estudantes das províncias da Huíla e Namibe, candidatos a bolsas de estudo nas melhores universidades do mundo, exigiram ontem, no Lubango, seriedade, rigor e imparcialidade no processo de selecção dos 300 licenciados e mestres angolanos a serem beneficiados.

O programa escolheu universidades dos rankings da Times Higher Education Rankings, QS World University Rankings e ARWU-Shangai Ranking, localizadas em países como África do Sul, Argentina, Austrália, Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Holanda, Itália, Japão, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido, Roménia, Rússia, Singapura, Suíça e Ucrânia, e tem como áreas prioritárias a Saúde, Engenharia, Tecnologia, Ciências Agrárias, Sociais e Humanas, fixando 16 valores como média mínima para o acesso à bolsa e idade até 30 anos para o mestrado e 35 anos para o doutoramento, sendo que se encontram disponíveis 60 vagas para especialidades médicas, 150 para mestrado e 90 para o doutoramento.

O pedido foi feito num encontro realizado pela Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN), onde se apresentou o edital a candidatos, cujas inscrições decorrem até ao dia 15 do mês corrente, no portal do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudos (INAGBE) (www.inagbeonline.com).

No entanto, falando à imprensa, o licenciado em Geografia pela Escola Superior Pedagógica do Namibe, Carlos Gaudari, espera que seja um processo sério e rigoroso, tendo destacado ser um projecto de grande alcance e que vai alavancar a economia do país, atendendo as áreas oferecidas, pois os estudantes, uma vez formados, vão poder servir melhor o país.

Já Rosalina Miguel, graduada em Biologia na mesma instituição, citada pela Angop, considerou ser uma oportunidade única, já que tem somente dois anos de trabalho em regime probatório e com isso vai poder fazer o mestrado e depois pensar em doutoramento.

O reitor da UMN, Orlando da Mata, por seu turno, considerou tímida a adesão dos potenciais candidatos, mas como o objectivo é serem formados de forma sólida e os prazos de inscrição são curtos, apelou a uma reacção mais rápida, para não ficarem para trás.

“Conversamos muito com os candidatos e gostávamos que apostassem em medicina, nas engenharias e tecnologias, pois na Huíla, Namibe e Cunene temos potencial. É necessário formar agrónomos, bons médicos, geólogos, geofísicos e oceanógrafos”, salientou.

Detalhou que o programa vai responder aos desafios de formação do país, assim como dar oportunidade aos quadros para engrossar na docência da UMN, apurou a Angop.

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Redacção

Estudantes das províncias da Huíla e Namibe, candidatos a bolsas de estudo nas melhores universidades do mundo, exigiram ontem, no Lubango, seriedade, rigor e imparcialidade no processo de selecção dos 300 licenciados e mestres angolanos a serem beneficiados.

O programa escolheu universidades dos rankings da Times Higher Education Rankings, QS World University Rankings e ARWU-Shangai Ranking, localizadas em países como África do Sul, Argentina, Austrália, Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Holanda, Itália, Japão, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido, Roménia, Rússia, Singapura, Suíça e Ucrânia, e tem como áreas prioritárias a Saúde, Engenharia, Tecnologia, Ciências Agrárias, Sociais e Humanas, fixando 16 valores como média mínima para o acesso à bolsa e idade até 30 anos para o mestrado e 35 anos para o doutoramento, sendo que se encontram disponíveis 60 vagas para especialidades médicas, 150 para mestrado e 90 para o doutoramento.

O pedido foi feito num encontro realizado pela Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN), onde se apresentou o edital a candidatos, cujas inscrições decorrem até ao dia 15 do mês corrente, no portal do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudos (INAGBE) (www.inagbeonline.com).

No entanto, falando à imprensa, o licenciado em Geografia pela Escola Superior Pedagógica do Namibe, Carlos Gaudari, espera que seja um processo sério e rigoroso, tendo destacado ser um projecto de grande alcance e que vai alavancar a economia do país, atendendo as áreas oferecidas, pois os estudantes, uma vez formados, vão poder servir melhor o país.

Já Rosalina Miguel, graduada em Biologia na mesma instituição, citada pela Angop, considerou ser uma oportunidade única, já que tem somente dois anos de trabalho em regime probatório e com isso vai poder fazer o mestrado e depois pensar em doutoramento.

O reitor da UMN, Orlando da Mata, por seu turno, considerou tímida a adesão dos potenciais candidatos, mas como o objectivo é serem formados de forma sólida e os prazos de inscrição são curtos, apelou a uma reacção mais rápida, para não ficarem para trás.

“Conversamos muito com os candidatos e gostávamos que apostassem em medicina, nas engenharias e tecnologias, pois na Huíla, Namibe e Cunene temos potencial. É necessário formar agrónomos, bons médicos, geólogos, geofísicos e oceanógrafos”, salientou.

Detalhou que o programa vai responder aos desafios de formação do país, assim como dar oportunidade aos quadros para engrossar na docência da UMN, apurou a Angop.

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