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Especial Eleições. Inquérito político-social “dá” vitória ao MPLA enquanto UNITA perde o segundo lugar para a CASA-CE

Especial Eleições. Inquérito político-social “dá” vitória ao MPLA enquanto UNITA perde o segundo lugar para a CASA-CE
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O MPLA pode voltar a ganhar as eleições gerais de 23 de Agosto próximo, de acordo com as intenções de votos apuradas num inquérito realizado pelo Núcleo de Estudos e Sondagens de Opinião do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de  Benguela (NESOP) em parceria com o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente do Huambo, que tiveram o apoio técnico do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP).

De acordo com o documeto, intitulado “Inquérito Político/Social – Julho 2017”, o MPLA, representado pelo candidato João Manuel Gonçalves Lourenço, mereceu 36% das intenções de voto e 61% da estimativa de votação, ao passo que a CASA-CE, de Abel Epalanga Chivukuvuku, mereceu 14% das intenções de voto e 19% da estimativa de votação. A UNITA de Isaías Gola Samakuva, por sua vez, aparece no terceiro lugar da lista, com 12% das intenções de voto e 19% da estimativa de votação, que foi “obtida calculando a percentagem de intenções directas de voto em cada lista em relação ao total de votos válidos (excluindo abstenções, não respostas e indecisos)”, explica uma nota de rodapé do inquérito, em que se acrescenta que são apenas consideradas intenções de voto de inquiridos que disseram que “de certeza vão votar”.

.... os pesquisadores, que alertam, entretanto, que a sondagem tem o valor meramente indicativo, “dado que diferentes pressuspostos poderão gerar resultados diferentes”, lê-se ainda na nota explicativas sobre as intenções de voto.

“Para estimar o todo nacional a partir de uma amostra que apenas inclui oito províncias (as sete mais populosas e Cabinda), baseámo-nos nos resultados eleitorais de 2012. Por exemplo, se o partido A teve em 2012 mais 10% nas províncias excluídas do que nas incluídas, também neste estudo teve mais 10% nessas províncias”, explicam os pesquisadores, que alertam, entretanto, que a sondagem tem o valor meramente indicativo, “dado que diferentes pressuspostos poderão gerar resultados diferentes”, lê-se ainda na nota explicativas sobre as intenções de voto.

O Inquérito Político/Social  foi realizado nos dias 1,2, 7 e 8 do mês em curso. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos de idade recenseados eleitoralmente e residentes em Angola, nas províncias de Luanda, Huíla, Benguela, Huambo, Kwanza Sul, Bié e Uíge (as mais populosas do país) e Cabinda.

Entretanto, relativamente aos outros partidos, o PRS (encabeçado por Benedito Daniel), FNLA (Lucas Benghim Ngonda) e APN (Quintino António Moreira) receberam apenas 1% das intenções de voto, ao passo que 23% dos inquiridos não sabe se vai votar, 6% afirmou que não vai votar, 3% dos inquiridos recusaram-se a responder e, finalmente, 4% apresentou as respostas em branco.

“A partir destas respostas não é possível prever um valor para a abstenção. Sabemos que entre as pessoas que aceitaram participar na sondagem, 79% dizem  que vão votar de certeza. Mas não podemos garantir que essa sua intenção se confirme no dia 23 e não podemos saber que percentagem poderíamos obter junto das pessoas que não conseguimos contactar ou que recusaram participar”, esclareceram os pesquisadores.

O Inquérito Político/Social do Núcleo de Estudos e Sondagens de Opinião do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de  Benguela (NESOP), em parceria com o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente do Huambo, e com o apoio técnico do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP), foi realizado nos dias 1,2, 7 e 8 do mês em curso. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos de idade recenseados eleitoralmente e residentes em Angola, nas províncias de Luanda, Huíla, Benguela, Huambo, Kwanza Sul, Bié e Uíge (as mais populosas do país) e Cabinda.

A Ficha técnica para imprensa explica que foram inquiridas 5724 pessoas, sendo 55,6% do sexo masculino e as restantes do feminino, repartidas por Luanda (21%), Huíla (10%), Benguela (11%), Huambo (14%), Kwanza Sul (10%), Bié (14%), Uíge (10%) e Cabinda (11%).

 

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Sebastião Vemba

Fundador e Director Editorial do ONgoma News

Jornalista, apaixonado pela escrita, fotografia e artes visuais. Tem interesses nas novas medias, formação e desenvolvimento comunitário.

O MPLA pode voltar a ganhar as eleições gerais de 23 de Agosto próximo, de acordo com as intenções de votos apuradas num inquérito realizado pelo Núcleo de Estudos e Sondagens de Opinião do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de  Benguela (NESOP) em parceria com o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente do Huambo, que tiveram o apoio técnico do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP).

De acordo com o documeto, intitulado “Inquérito Político/Social – Julho 2017”, o MPLA, representado pelo candidato João Manuel Gonçalves Lourenço, mereceu 36% das intenções de voto e 61% da estimativa de votação, ao passo que a CASA-CE, de Abel Epalanga Chivukuvuku, mereceu 14% das intenções de voto e 19% da estimativa de votação. A UNITA de Isaías Gola Samakuva, por sua vez, aparece no terceiro lugar da lista, com 12% das intenções de voto e 19% da estimativa de votação, que foi “obtida calculando a percentagem de intenções directas de voto em cada lista em relação ao total de votos válidos (excluindo abstenções, não respostas e indecisos)”, explica uma nota de rodapé do inquérito, em que se acrescenta que são apenas consideradas intenções de voto de inquiridos que disseram que “de certeza vão votar”.

.... os pesquisadores, que alertam, entretanto, que a sondagem tem o valor meramente indicativo, “dado que diferentes pressuspostos poderão gerar resultados diferentes”, lê-se ainda na nota explicativas sobre as intenções de voto.

“Para estimar o todo nacional a partir de uma amostra que apenas inclui oito províncias (as sete mais populosas e Cabinda), baseámo-nos nos resultados eleitorais de 2012. Por exemplo, se o partido A teve em 2012 mais 10% nas províncias excluídas do que nas incluídas, também neste estudo teve mais 10% nessas províncias”, explicam os pesquisadores, que alertam, entretanto, que a sondagem tem o valor meramente indicativo, “dado que diferentes pressuspostos poderão gerar resultados diferentes”, lê-se ainda na nota explicativas sobre as intenções de voto.

O Inquérito Político/Social  foi realizado nos dias 1,2, 7 e 8 do mês em curso. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos de idade recenseados eleitoralmente e residentes em Angola, nas províncias de Luanda, Huíla, Benguela, Huambo, Kwanza Sul, Bié e Uíge (as mais populosas do país) e Cabinda.

Entretanto, relativamente aos outros partidos, o PRS (encabeçado por Benedito Daniel), FNLA (Lucas Benghim Ngonda) e APN (Quintino António Moreira) receberam apenas 1% das intenções de voto, ao passo que 23% dos inquiridos não sabe se vai votar, 6% afirmou que não vai votar, 3% dos inquiridos recusaram-se a responder e, finalmente, 4% apresentou as respostas em branco.

“A partir destas respostas não é possível prever um valor para a abstenção. Sabemos que entre as pessoas que aceitaram participar na sondagem, 79% dizem  que vão votar de certeza. Mas não podemos garantir que essa sua intenção se confirme no dia 23 e não podemos saber que percentagem poderíamos obter junto das pessoas que não conseguimos contactar ou que recusaram participar”, esclareceram os pesquisadores.

O Inquérito Político/Social do Núcleo de Estudos e Sondagens de Opinião do Instituto Superior Politécnico Jean Piaget de  Benguela (NESOP), em parceria com o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente do Huambo, e com o apoio técnico do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP), foi realizado nos dias 1,2, 7 e 8 do mês em curso. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos de idade recenseados eleitoralmente e residentes em Angola, nas províncias de Luanda, Huíla, Benguela, Huambo, Kwanza Sul, Bié e Uíge (as mais populosas do país) e Cabinda.

A Ficha técnica para imprensa explica que foram inquiridas 5724 pessoas, sendo 55,6% do sexo masculino e as restantes do feminino, repartidas por Luanda (21%), Huíla (10%), Benguela (11%), Huambo (14%), Kwanza Sul (10%), Bié (14%), Uíge (10%) e Cabinda (11%).

 

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