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Espaço Luanda Arte volta a representar Angola na “FNB Art Joburg” 2019

Espaço Luanda Arte volta a representar Angola na “FNB Art Joburg” 2019
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A galeria Espaço Luanda Arte (ELA) é convidada pela segunda vez para a Feira de Arte “FNB Art Joburg”, edição 2019, em Joanesburgo, África do Sul, que decorre de 13 a 15 deste mês, ocorre no Sandton Convention Center, sendo, tal como há 4 anos, a única representante de Angola.

Nesta 12ª edição, o ELA volta a ser a única galeria a representar Angola, possivelmente, face ao agudizar da crise financeira que o país atravessa e o reduzido apoio institucional público, referiu o director do espaço, Dominick Tanner, que refere ainda que com a forte experiência do programa de residências artísticas nacionais e internacionais “Angola AIR”, a galeria está cada vez mais interessada em pesquisar e mostrar o corpo e a alma das obras de artistas de ambos os lados do Oceano Atlântico: EUA, Brasil e continente africano, incluindo Angola.

Dominick diz ainda que o projecto colectivo que irá apresentar na feira “baseia-se na memória colectiva e na identidade de África, tanto do continente, com a obra dos artistas angolanos Van e Ricardo Kapuka, do atlântico, com a obra do artista são tomense René Tavares, como também do novo continente, com obra do artista afro- brasileiro No Martins”.

A iteração em 2019 da Feira de Arte “FNB Art Joburg”, de acordo com o comunicado que recebemos, irá ver a introdução de duas novas secções, que são elas “Gallery LAB” e “MAX”.

Mandla Sibeko, o novo proprietário e director fundador da “FNB Art Joburg”, citado no documento, afirma estar empolgado em chefiar a principal Feira de Arte de Joanesuburgo, que vem com uma grande responsabilidade de manter um padrão que reflete a qualidade dos artistas. É um novo modelo que se concentra em conteúdo forte e maior colaboração entre galerias e todas as partes interessadas em Joanesburgo e em todo o mundo. Isso se reflectirá em menos expositores participantes e numa secção inovadora dedicada a artistas e espaços novos e emergentes, bem como galerias internacionais e aqueles que desejam se envolver com um público africano contemporâneo, diz o responsável.      

Na secção “Gallery LAB”, galerias e espaços híbridos do continente e além vão se reunir para uma conferência anual de colaboração, discussões e partilha de melhores práticas. Esta secção é curada por Nicole Siegenthaler e Banele Khoza, com nove expositores. O “Gallery LAB2 servirá como incubadora, um espaço para desenvolver e cultivar galerias e programas emergentes, bem como um espaço para exploração, apresentar e testar novos artistas, ideias e modelos de negócios relevantes para o cenário artístico africano contemporâneo.

O ELA, recorde-se, foi a única galeria angolana a ser convidada a participar nesta secção que inclui mais oito galerias de cinco países diferentes, sendo elas, da Nigéria, 16/16, Galeria Rele, BKhz, NO END e Eclectica Contemporary, da África do Sul, e Artes Modzi, da Zambia, dentre outras.

Já na secção “MAX”, a primeira em África, a atenção será dedicada exclusivamente à exibição de instalações em larga escala que podem ser difíceis de exibir num ambiente normal. Não confinada aos stands, a Galeria Goodman apresentará uma enorme pintura de Misheck Masamvu, a Everard Read exibirá uma escultura de Brett Murray, a Blank Projects encomendou Igshaan Adams para criar trabalhos no local, a SMAC apresentará uma nova colagem de Jody Paulsen, a WHATIFTHEWORLD exibirá uma escultura multimédia de Athi Patra-Ruga e a Stevenson exibirá uma impressão fotográfica em larga escala de Zanele Muholi, ainda de acordo com o comunicado.

As galerias na secção central serão exibidas numa estrutura de stand e incluirão projectos em branco.

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

A galeria Espaço Luanda Arte (ELA) é convidada pela segunda vez para a Feira de Arte “FNB Art Joburg”, edição 2019, em Joanesburgo, África do Sul, que decorre de 13 a 15 deste mês, ocorre no Sandton Convention Center, sendo, tal como há 4 anos, a única representante de Angola.

Nesta 12ª edição, o ELA volta a ser a única galeria a representar Angola, possivelmente, face ao agudizar da crise financeira que o país atravessa e o reduzido apoio institucional público, referiu o director do espaço, Dominick Tanner, que refere ainda que com a forte experiência do programa de residências artísticas nacionais e internacionais “Angola AIR”, a galeria está cada vez mais interessada em pesquisar e mostrar o corpo e a alma das obras de artistas de ambos os lados do Oceano Atlântico: EUA, Brasil e continente africano, incluindo Angola.

Dominick diz ainda que o projecto colectivo que irá apresentar na feira “baseia-se na memória colectiva e na identidade de África, tanto do continente, com a obra dos artistas angolanos Van e Ricardo Kapuka, do atlântico, com a obra do artista são tomense René Tavares, como também do novo continente, com obra do artista afro- brasileiro No Martins”.

A iteração em 2019 da Feira de Arte “FNB Art Joburg”, de acordo com o comunicado que recebemos, irá ver a introdução de duas novas secções, que são elas “Gallery LAB” e “MAX”.

Mandla Sibeko, o novo proprietário e director fundador da “FNB Art Joburg”, citado no documento, afirma estar empolgado em chefiar a principal Feira de Arte de Joanesuburgo, que vem com uma grande responsabilidade de manter um padrão que reflete a qualidade dos artistas. É um novo modelo que se concentra em conteúdo forte e maior colaboração entre galerias e todas as partes interessadas em Joanesburgo e em todo o mundo. Isso se reflectirá em menos expositores participantes e numa secção inovadora dedicada a artistas e espaços novos e emergentes, bem como galerias internacionais e aqueles que desejam se envolver com um público africano contemporâneo, diz o responsável.      

Na secção “Gallery LAB”, galerias e espaços híbridos do continente e além vão se reunir para uma conferência anual de colaboração, discussões e partilha de melhores práticas. Esta secção é curada por Nicole Siegenthaler e Banele Khoza, com nove expositores. O “Gallery LAB2 servirá como incubadora, um espaço para desenvolver e cultivar galerias e programas emergentes, bem como um espaço para exploração, apresentar e testar novos artistas, ideias e modelos de negócios relevantes para o cenário artístico africano contemporâneo.

O ELA, recorde-se, foi a única galeria angolana a ser convidada a participar nesta secção que inclui mais oito galerias de cinco países diferentes, sendo elas, da Nigéria, 16/16, Galeria Rele, BKhz, NO END e Eclectica Contemporary, da África do Sul, e Artes Modzi, da Zambia, dentre outras.

Já na secção “MAX”, a primeira em África, a atenção será dedicada exclusivamente à exibição de instalações em larga escala que podem ser difíceis de exibir num ambiente normal. Não confinada aos stands, a Galeria Goodman apresentará uma enorme pintura de Misheck Masamvu, a Everard Read exibirá uma escultura de Brett Murray, a Blank Projects encomendou Igshaan Adams para criar trabalhos no local, a SMAC apresentará uma nova colagem de Jody Paulsen, a WHATIFTHEWORLD exibirá uma escultura multimédia de Athi Patra-Ruga e a Stevenson exibirá uma impressão fotográfica em larga escala de Zanele Muholi, ainda de acordo com o comunicado.

As galerias na secção central serão exibidas numa estrutura de stand e incluirão projectos em branco.

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