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Emmanuel Macron anuncia aumento de 100 euros no salário mínimo a partir de Janeiro de 2019

Emmanuel Macron anuncia aumento de 100 euros no salário mínimo a partir de Janeiro de 2019
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Depois de semanas de protestos violentos nas ruas de França, Emmanuel Macron cedeu às exigências dos 'coletes amarelos'. Macron decretou "um estado de urgência económica e social" e prometeu aumentar o salário mínimo em 100 euros já a partir de dia 1 de Janeiro do próximo ano.

Numa conferência de imprensa, o presidente francês também anunciou que não vai avançar com uma subida de impostos para reformados que estava prevista.

Macron pediu ainda às entidades empregadoras para pagarem um prémio no final do ano aos seus funcionários, se tiverem essa possibilidade, referindo que esse prémio não será taxado.

Estas promessas de Macron respondem a algumas das exigências dos 'coletes amarelos', cujos protestos começaram há quatro semanas e que se foram radicalizando gradualmente. Acusado por estes manifestantes de favorecer os mais ricos, o Presidente afirmou que o "Governo tem de ir mais longe para evitar a invasão fiscal".

De acordo com o artigo do portal Notícias ao Minuto, Macron referiu ainda que o primeiro-ministro, Édouard Philippe, "vai apresentar a partir de amanhã um conjunto de decisões no parlamento".

Apesar de aceitar a sua "parte da responsabilidade" nos protestos violentos que tomaram conta de França, principalmente da capital Paris, nas últimas semanas e de admitir que "há uma cólera, uma indignação partilhada por muitos franceses" que sente que "é justa a muitos níveis", o Chefe de Estado foi implacável na condenação da violência "inaceitável" a que assistiu.

"Esta violência não tem qualquer tipo de inteligência. Todos tivemos oportunidades de assistir ao jogo dos oportunistas que tentaram aproveitar cóleras sinceras para fazerem aquilo que não deviam. Nenhuma cólera pode justificar que seja feito um ataque a um Polícia, que sejam degradados edifícios públicos e comércios (...) Quando a violência se desencadeia cessa a liberdade", salientou Macron.

A terminar a sua declaração, o presidente francês sublinhou que o "governo continua a ambição de transformar o nosso país" e que "temos de avançar com o nosso projecto colectivo para a França e para a Europa".

"A nossa única batalha é pela França", concluiu Macron.




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Redacção




Depois de semanas de protestos violentos nas ruas de França, Emmanuel Macron cedeu às exigências dos 'coletes amarelos'. Macron decretou "um estado de urgência económica e social" e prometeu aumentar o salário mínimo em 100 euros já a partir de dia 1 de Janeiro do próximo ano.

Numa conferência de imprensa, o presidente francês também anunciou que não vai avançar com uma subida de impostos para reformados que estava prevista.

Macron pediu ainda às entidades empregadoras para pagarem um prémio no final do ano aos seus funcionários, se tiverem essa possibilidade, referindo que esse prémio não será taxado.

Estas promessas de Macron respondem a algumas das exigências dos 'coletes amarelos', cujos protestos começaram há quatro semanas e que se foram radicalizando gradualmente. Acusado por estes manifestantes de favorecer os mais ricos, o Presidente afirmou que o "Governo tem de ir mais longe para evitar a invasão fiscal".

De acordo com o artigo do portal Notícias ao Minuto, Macron referiu ainda que o primeiro-ministro, Édouard Philippe, "vai apresentar a partir de amanhã um conjunto de decisões no parlamento".

Apesar de aceitar a sua "parte da responsabilidade" nos protestos violentos que tomaram conta de França, principalmente da capital Paris, nas últimas semanas e de admitir que "há uma cólera, uma indignação partilhada por muitos franceses" que sente que "é justa a muitos níveis", o Chefe de Estado foi implacável na condenação da violência "inaceitável" a que assistiu.

"Esta violência não tem qualquer tipo de inteligência. Todos tivemos oportunidades de assistir ao jogo dos oportunistas que tentaram aproveitar cóleras sinceras para fazerem aquilo que não deviam. Nenhuma cólera pode justificar que seja feito um ataque a um Polícia, que sejam degradados edifícios públicos e comércios (...) Quando a violência se desencadeia cessa a liberdade", salientou Macron.

A terminar a sua declaração, o presidente francês sublinhou que o "governo continua a ambição de transformar o nosso país" e que "temos de avançar com o nosso projecto colectivo para a França e para a Europa".

"A nossa única batalha é pela França", concluiu Macron.




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