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Educação e Saúde são apostas do Executivo, diz presidente João Lourenço

Educação e Saúde são apostas do Executivo, diz presidente João Lourenço
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O Presidente da República, João Lourenço, afirmou nesta sexta-feira, em Luanda, que os sectores da Educação e da Saúde continuarão a merecer uma atenção especial do Executivo, sendo que o Orçamento Geral de Estado (OGE) revisto para o exercício económico de 2019, com receitas e despesas estimadas em 10,3 biliões de Kwanzas, contempla ao sector da saúde 6,6 por cento e à educação 5,8.

Em entrevista à Televisão Pública de Angola (TPA) e ao Novo Jornal, o Chefe de Estado reconheceu haver ainda muito por se fazer nos dois sectores para responder à demanda e às necessidades das populações, e ressaltou que o Executivo olha para a educação e a saúde como áreas chaves para o desenvolvimento do país.

A aposta na formação de professores e na abertura de concursos públicos para o ingresso de novos quadros são prioridades para a melhoria da qualidade do ensino, a fim de permitir que milhares de crianças possam ter acesso à educação, disse o Estadista angolano, citado pela Angop.

O Ministério da Educação conta, actualmente, com 206 mil e 624 professores, que  asseguram o processo de ensino e aprendizagem, no país.

Dados disponibilizados apontam que os subsistemas de ensino Pré-escolar, Geral, Formação de Professores, Técnico Profissional e Educação de Adultos têm um défice de pelo menos 40 mil professores.

Em 2018, o Executivo disponibilizou 20 mil vagas, porém, apenas 18.650 candidatos aprovaram, ficaram por preencher 1. 492 lugares.

No entanto, à semelhança da educação, o Presidente João Lourenço apontou as melhorias no atendimento dos serviços nas grandes unidades sanitárias do país, entre as quais a Maternidade Lucrécia Paim, Hospital Pediátrico de Luanda, Sanatório e o recém-inaugurado Centro Público de Hemodiálise, na cidade do Lubango (província da Huíla).

As melhorias no sector da Saúde são visíveis e incidem na melhoria no atendimento aos pacientes, que já não são obrigados a comprar os medicamentos fora das unidades sanitárias, disse.

Em 2018, o Ministério da Saúde abriu um concurso público com uma oferta de 7.667 vagas nas categorias de actualização, ingresso e promoção na carreira.

Actualmente, o sector possui 6.400 médicos e precisa de mais 28 mil médicos.

Para o presente ano, o Ministério da Saúde anunciou um novo concurso público para o ingresso de 19 mil profissionais do ramo.

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Redacção

O Presidente da República, João Lourenço, afirmou nesta sexta-feira, em Luanda, que os sectores da Educação e da Saúde continuarão a merecer uma atenção especial do Executivo, sendo que o Orçamento Geral de Estado (OGE) revisto para o exercício económico de 2019, com receitas e despesas estimadas em 10,3 biliões de Kwanzas, contempla ao sector da saúde 6,6 por cento e à educação 5,8.

Em entrevista à Televisão Pública de Angola (TPA) e ao Novo Jornal, o Chefe de Estado reconheceu haver ainda muito por se fazer nos dois sectores para responder à demanda e às necessidades das populações, e ressaltou que o Executivo olha para a educação e a saúde como áreas chaves para o desenvolvimento do país.

A aposta na formação de professores e na abertura de concursos públicos para o ingresso de novos quadros são prioridades para a melhoria da qualidade do ensino, a fim de permitir que milhares de crianças possam ter acesso à educação, disse o Estadista angolano, citado pela Angop.

O Ministério da Educação conta, actualmente, com 206 mil e 624 professores, que  asseguram o processo de ensino e aprendizagem, no país.

Dados disponibilizados apontam que os subsistemas de ensino Pré-escolar, Geral, Formação de Professores, Técnico Profissional e Educação de Adultos têm um défice de pelo menos 40 mil professores.

Em 2018, o Executivo disponibilizou 20 mil vagas, porém, apenas 18.650 candidatos aprovaram, ficaram por preencher 1. 492 lugares.

No entanto, à semelhança da educação, o Presidente João Lourenço apontou as melhorias no atendimento dos serviços nas grandes unidades sanitárias do país, entre as quais a Maternidade Lucrécia Paim, Hospital Pediátrico de Luanda, Sanatório e o recém-inaugurado Centro Público de Hemodiálise, na cidade do Lubango (província da Huíla).

As melhorias no sector da Saúde são visíveis e incidem na melhoria no atendimento aos pacientes, que já não são obrigados a comprar os medicamentos fora das unidades sanitárias, disse.

Em 2018, o Ministério da Saúde abriu um concurso público com uma oferta de 7.667 vagas nas categorias de actualização, ingresso e promoção na carreira.

Actualmente, o sector possui 6.400 médicos e precisa de mais 28 mil médicos.

Para o presente ano, o Ministério da Saúde anunciou um novo concurso público para o ingresso de 19 mil profissionais do ramo.

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