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É inaugurada hoje a “Harmonia e Contraste” de Mumpasi Meso

É inaugurada hoje a “Harmonia e Contraste” de Mumpasi Meso
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O artista angolano Mumpasi Meso vai inaugurar, hoje, dia 10, pelas 18h00, na galeria Movart, a exposição individual “Harmonia e Contraste”, que ficará patente até ao próximo dia 2 de Dezembro.

Bebendo do Estilo Impressionista da Arte Europeia Francesa do século XIX, o artista oferece belíssimas composições poéticas policromáticas, porém não esquece o compromisso com a anatomia e a proporção, escreveu o professor Filipe Vidal, no seu texto curatorial, a que tivemos acesso.

“A sua arte é preenchida de cores puras que nos recorda também “As Feras” ou “Le Fauves”. Mas tanto os impressionistas como os fauvistas europeus do século XIX nada mais fizeram do que uma tradução da chamada “pintura primitiva africana” para o seu quotidiano, pois a crise burguesa e social europeia a todos os níveis obrigou com que os artistas “menos vistos” deixassem na margem as velhas formas de representar o belo corporal anatómico e a arte de estúdio”, acrescentou o especialista, tendo referido que Mumpasi, na verdade, quer nos recordar que é este compromisso e visão do artista africano em captar e retratar a essência (alma), em vez de simplesmente substância, que está em constante e profunda transformação.

Nas obras criadas para essa exposição, encontramos repouso, conforto e harmonia, sendo que o artista exclui-se da agressividade e, mais do que impor, ele propõe de maneira suave o seu estilo, explorando, sobretudo, a forma (mensagem plástica), mais do que o tema, lê-se também no documento.

 

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Redacção

O artista angolano Mumpasi Meso vai inaugurar, hoje, dia 10, pelas 18h00, na galeria Movart, a exposição individual “Harmonia e Contraste”, que ficará patente até ao próximo dia 2 de Dezembro.

Bebendo do Estilo Impressionista da Arte Europeia Francesa do século XIX, o artista oferece belíssimas composições poéticas policromáticas, porém não esquece o compromisso com a anatomia e a proporção, escreveu o professor Filipe Vidal, no seu texto curatorial, a que tivemos acesso.

“A sua arte é preenchida de cores puras que nos recorda também “As Feras” ou “Le Fauves”. Mas tanto os impressionistas como os fauvistas europeus do século XIX nada mais fizeram do que uma tradução da chamada “pintura primitiva africana” para o seu quotidiano, pois a crise burguesa e social europeia a todos os níveis obrigou com que os artistas “menos vistos” deixassem na margem as velhas formas de representar o belo corporal anatómico e a arte de estúdio”, acrescentou o especialista, tendo referido que Mumpasi, na verdade, quer nos recordar que é este compromisso e visão do artista africano em captar e retratar a essência (alma), em vez de simplesmente substância, que está em constante e profunda transformação.

Nas obras criadas para essa exposição, encontramos repouso, conforto e harmonia, sendo que o artista exclui-se da agressividade e, mais do que impor, ele propõe de maneira suave o seu estilo, explorando, sobretudo, a forma (mensagem plástica), mais do que o tema, lê-se também no documento.

 

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