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Descobertos 16 falsos licenciados na Saúde

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Foram detectados 16 licenciados de enfermagem da rede pública e privada que trabalhavam com documentação falsa, bem como cinco toneladas de medicamentos contrafeitos foram apreendidos pela Inspecção-Geral da Saúde (IGS) apreendeu, no quadro da Operação Resgate.

O Inspector-Geral da Saúde, Miguel de Oliveira, que falava nesta quarta-feira em conferência de imprensa, afirmou que esses enfermeiros exerciam a actividade sem habilitações para o efeito, mas com documentação atestada pelas instituições afins. 

“As entidades reconheceram como verdadeira a documentação, porque foram induzidas a erro. Os documentos saíram das próprias universidades. Havia já uma máfia organizada nas instituições, que informava ser verdadeiro o certificado, sem passar pelos responsáveis das universidades”, esclareceu, informando que os falsos técnicos de saúde foram demitidos do sistema de saúde de Angola.

 A inspecção retirou do mercado dois tipos de medicamentos contrafeitos, designadamente Black Cobra e Nevegra. Os 3.900 comprimidos estão, nesta altura, proibidos de ser importados e comercializados, por apresentarem uma dosagem acima das normas previstas internacionalmente.

 “A dosagem e recomendação diária destes medicamentos devem ser de 50 mg e 100mg e não 150 mg”, disse o responsável, referindo que o remédio usado no tratamento de  disfunção eréctil não pode ser consumido por colocar em risco a saúde.

No entanto, a Inspecção-Geral da Saúde visitou mais de cem estabelecimentos e detectou pessoas que exerciam actividades sem a devida formação, medicamentos suspeitos de contrafacção e mal conservados, problemas de infra-estruturas e de más práticas farmacêuticas. 

Durante a operação, foram apreendidas ainda cinco toneladas de medicamentos, que aguardam pelos resultados das amostras entregues ao laboratório. 

“Estamos a trabalhar no sentido de aferir as amostras recolhidas. Se o laboratório concluir que os medicamentos são contrafeitos serão inutilizados”, salientou, citado pelo Jornal de Angola, tem acrescentado que, caso o resultado atestar que os medicamentos foram falsificados ou contrafeitos, os importadores e distribuidores vão ser responsabilizados administrativa e criminalmente, e encerrados os estabelecimentos.

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Redacção

Foram detectados 16 licenciados de enfermagem da rede pública e privada que trabalhavam com documentação falsa, bem como cinco toneladas de medicamentos contrafeitos foram apreendidos pela Inspecção-Geral da Saúde (IGS) apreendeu, no quadro da Operação Resgate.

O Inspector-Geral da Saúde, Miguel de Oliveira, que falava nesta quarta-feira em conferência de imprensa, afirmou que esses enfermeiros exerciam a actividade sem habilitações para o efeito, mas com documentação atestada pelas instituições afins. 

“As entidades reconheceram como verdadeira a documentação, porque foram induzidas a erro. Os documentos saíram das próprias universidades. Havia já uma máfia organizada nas instituições, que informava ser verdadeiro o certificado, sem passar pelos responsáveis das universidades”, esclareceu, informando que os falsos técnicos de saúde foram demitidos do sistema de saúde de Angola.

 A inspecção retirou do mercado dois tipos de medicamentos contrafeitos, designadamente Black Cobra e Nevegra. Os 3.900 comprimidos estão, nesta altura, proibidos de ser importados e comercializados, por apresentarem uma dosagem acima das normas previstas internacionalmente.

 “A dosagem e recomendação diária destes medicamentos devem ser de 50 mg e 100mg e não 150 mg”, disse o responsável, referindo que o remédio usado no tratamento de  disfunção eréctil não pode ser consumido por colocar em risco a saúde.

No entanto, a Inspecção-Geral da Saúde visitou mais de cem estabelecimentos e detectou pessoas que exerciam actividades sem a devida formação, medicamentos suspeitos de contrafacção e mal conservados, problemas de infra-estruturas e de más práticas farmacêuticas. 

Durante a operação, foram apreendidas ainda cinco toneladas de medicamentos, que aguardam pelos resultados das amostras entregues ao laboratório. 

“Estamos a trabalhar no sentido de aferir as amostras recolhidas. Se o laboratório concluir que os medicamentos são contrafeitos serão inutilizados”, salientou, citado pelo Jornal de Angola, tem acrescentado que, caso o resultado atestar que os medicamentos foram falsificados ou contrafeitos, os importadores e distribuidores vão ser responsabilizados administrativa e criminalmente, e encerrados os estabelecimentos.

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