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Cuanza Norte deve mais de 66 milhões de kwanzas aos alfabetizadores

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O Gabinete Provincial de Educação no Cuanza Norte deve 66 milhões e 700 mil kwanzas a 319 alfabetizadores envolvidos no processo de alfabetização e aceleração escolar, que tem a ver com subsídios correspondentes a 20 meses, de 2016 a 2020.  

O facto foi revelado nessa terça-feira, em Ndalatando, pelo docente universitário, Pedro Kavela, durante a dissertação de uma palestra sob o tema “Famílias sem analfabetismo”, realizada na Escola Técnica de Saúde “Arminda Faria”, no âmbito do 8 de Setembro, Dia Internacional da Alfabetização.

A Educação no Cuanza Norte debate-se com a falta de supervisores, dificuldades de mobilidade dos técnicos para visitas de supervisão, ajuda e controlo na gestão, bem como acompanhamento dos alfabetizados nos níveis de ensino subsequentes, declarou o responsável, que continuou que a escassez de material didáctico para os formadores e alunos, dificuldades no mapeamento e controlo da população estudantil nos grupos associativos constituem outros constrangimentos do sector educativo no processo de alfabetização e ensino na província,

Sobre o assunto, o director do gabinete provincial da educação no Cuanza Norte, Manuel Lourenço António, disse que o pagamento dos subsídios dos alfabetizadores está atrasado não apenas no Cuanza Norte, mas ao nível país.

Explicou, citado pela Angop, que foi criada uma comissão multissectorial coordenada pelo Ministério da Educação (MED) para resolver este e outros problemas dos alfabetizadores.

“O Governo sabe que a situação dos alfabetizadores é preocupante e, ciente da sua responsabilidade social,  tudo está a fazer no sentido de quitar a dívida  nos próximos dias, incluindo a melhoria das condições de trabalho da classe”, afirmou o gestor.    

Dados do gabinete provincial da educação no Cuanza Norte indicam que no ano lectivo 2020 foram inscritos cinco mil cidadãos, orientados por 319 alfabetizadores.

O Programa de Alfabetização e Educação de Adultos foi lançado a 22 de Setembro de 1976 pelo primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto, na visita à fábrica Textang II, em Luanda, visando a escolarização de mais de 80 por cento de iletrados, de uma população estimada de 12 milhões de cidadãos.

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Redacção

O Gabinete Provincial de Educação no Cuanza Norte deve 66 milhões e 700 mil kwanzas a 319 alfabetizadores envolvidos no processo de alfabetização e aceleração escolar, que tem a ver com subsídios correspondentes a 20 meses, de 2016 a 2020.  

O facto foi revelado nessa terça-feira, em Ndalatando, pelo docente universitário, Pedro Kavela, durante a dissertação de uma palestra sob o tema “Famílias sem analfabetismo”, realizada na Escola Técnica de Saúde “Arminda Faria”, no âmbito do 8 de Setembro, Dia Internacional da Alfabetização.

A Educação no Cuanza Norte debate-se com a falta de supervisores, dificuldades de mobilidade dos técnicos para visitas de supervisão, ajuda e controlo na gestão, bem como acompanhamento dos alfabetizados nos níveis de ensino subsequentes, declarou o responsável, que continuou que a escassez de material didáctico para os formadores e alunos, dificuldades no mapeamento e controlo da população estudantil nos grupos associativos constituem outros constrangimentos do sector educativo no processo de alfabetização e ensino na província,

Sobre o assunto, o director do gabinete provincial da educação no Cuanza Norte, Manuel Lourenço António, disse que o pagamento dos subsídios dos alfabetizadores está atrasado não apenas no Cuanza Norte, mas ao nível país.

Explicou, citado pela Angop, que foi criada uma comissão multissectorial coordenada pelo Ministério da Educação (MED) para resolver este e outros problemas dos alfabetizadores.

“O Governo sabe que a situação dos alfabetizadores é preocupante e, ciente da sua responsabilidade social,  tudo está a fazer no sentido de quitar a dívida  nos próximos dias, incluindo a melhoria das condições de trabalho da classe”, afirmou o gestor.    

Dados do gabinete provincial da educação no Cuanza Norte indicam que no ano lectivo 2020 foram inscritos cinco mil cidadãos, orientados por 319 alfabetizadores.

O Programa de Alfabetização e Educação de Adultos foi lançado a 22 de Setembro de 1976 pelo primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto, na visita à fábrica Textang II, em Luanda, visando a escolarização de mais de 80 por cento de iletrados, de uma população estimada de 12 milhões de cidadãos.

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