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Protecção dos menores

Crianças moçambicanas sãos expostas às piores formas de trabalho

Crianças moçambicanas sãos expostas às piores formas de trabalho
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O Relatório do Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB), divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social de Moçambique, cita que mais de um milhão de crianças, entre os 7 e os 17 anos de idade  que trabalham estão expostas às piores formas de trabalho infantil, noticiou SIC Notícias.

Dentre as formas de trabalho, as crianças estão submetidas a transporte de mercadorias, mineração, agricultura, comércio ambulante e até à prostituição. Nos comentários feitos numa reunião de análise do relatório, a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social de Moçambique, Vitória Diogo, apontou a pobreza como uma das causas do trabalho infantil em Moçambique.

"O trabalho torna-se em pior forma quando priva o menor do seu direito de ser criança, negando-lhe educação, lazer, protecção e participação em tudo o que lhe diz respeito, sujeitando-a a longas horas de trabalho e diversos riscos", afirmou.

Uma das formas de o país combater ou reduzir o trabalho infantil, prosseguiu a ministra moçambicana, é o aumento da renda familiar, através da criação de mais postos de trabalho.

"O combate às piores formas de trabalho infantil passa por eliminar as suas principais causas. No nosso caso, a pobreza e a necessidade de aumentar as fontes de rendimento das famílias afiguram-se merecedoras de maior atenção", enfatizou.

A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social indicou que nos últimos dois anos foram criados 580.000 postos de trabalho, dos quais 145.330 foram preenchidos por mulheres.

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Redacção

O Relatório do Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB), divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social de Moçambique, cita que mais de um milhão de crianças, entre os 7 e os 17 anos de idade  que trabalham estão expostas às piores formas de trabalho infantil, noticiou SIC Notícias.

Dentre as formas de trabalho, as crianças estão submetidas a transporte de mercadorias, mineração, agricultura, comércio ambulante e até à prostituição. Nos comentários feitos numa reunião de análise do relatório, a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social de Moçambique, Vitória Diogo, apontou a pobreza como uma das causas do trabalho infantil em Moçambique.

"O trabalho torna-se em pior forma quando priva o menor do seu direito de ser criança, negando-lhe educação, lazer, protecção e participação em tudo o que lhe diz respeito, sujeitando-a a longas horas de trabalho e diversos riscos", afirmou.

Uma das formas de o país combater ou reduzir o trabalho infantil, prosseguiu a ministra moçambicana, é o aumento da renda familiar, através da criação de mais postos de trabalho.

"O combate às piores formas de trabalho infantil passa por eliminar as suas principais causas. No nosso caso, a pobreza e a necessidade de aumentar as fontes de rendimento das famílias afiguram-se merecedoras de maior atenção", enfatizou.

A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social indicou que nos últimos dois anos foram criados 580.000 postos de trabalho, dos quais 145.330 foram preenchidos por mulheres.

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