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Crianças da Ilha de Luanda celebram 16 de Junho com arte e cultura

Crianças da Ilha de Luanda celebram 16 de Junho com arte e cultura
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Centenas de Crianças da Ilha de Luanda, afectas à Escola de Artes da Fundação Arte e Cultura, marcaram ontem (16 de Junho) o espaço com altas performances musicais, teatrais, dança e poesia, além de exposição de peças recicladas, num Festival Cultural Infanto-Juvenil, que decorreu em celebração do Dia Internacional da Criança Africana.

Esta é a segunda vez que a Fundação Arte e Cultura realiza o festival, depois de no ano passado e na mesma data ter lançado o projecto.

O evento, que teve lugar no auditório Wyza Anfiteatro, da mesma instituição, juntou as crianças de todas as áreas formativas da Escola de Artes, num ambiente onde o cenário revestia-se de cores que expressavam na perfeição o mundo infantil.

Se na parte da arena estavam os balões e todo material de som, a 5 metros do auditório estava montado o cenário para o registo fotográfico dos convidados e crianças que não abdicaram de criar algo que dentro de 25 anos venha se servir de marco para lembrar a infância, lê-se na nota da organização.

Citada no comunicado, Joelma António, de 16 anos e aluna de dança, disse ter amado o evento, porquanto, acrescenta, já faz tempo que deixou de viver ambiente tão infantil quanto ao que marcou o 16 de Junho de 2022.

Para Suelly Francisco, aluna de 14 anos e a frequentar as aulas de Reciclagem e Decoração, o evento foi simpático. “A nível da Reciclagem, expusemos os produtos trabalhados durante os meses anteriores. Mostrámos a todos os que visitaram a nossa mesa os quadros, as garrafas enfeitadas e todo um produto que resultou do trabalho de reciclagem. Quanto aos momentos culturais, gostei de ver o teatro, a dança e a poesia”, declarou a pequena.

Por sua vez, Antónia de Carvalho, aluna de teatro, dez saber que a sua preocupação na peça apresentada foi passar a mensagem às outras crianças sobre a necessidade de organizarem os seus materiais escolares, a casa, sempre que regressarem da Escola.

Já Clénio Sebastião, também aluno de teatro, disse que a experiência foi nova, uma vez que a sua performance foi na base da mímica. “As pessoas gostaram, estão alegres. Então penso que foi algo muito maravilhoso”, expressou.

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Redacção

Centenas de Crianças da Ilha de Luanda, afectas à Escola de Artes da Fundação Arte e Cultura, marcaram ontem (16 de Junho) o espaço com altas performances musicais, teatrais, dança e poesia, além de exposição de peças recicladas, num Festival Cultural Infanto-Juvenil, que decorreu em celebração do Dia Internacional da Criança Africana.

Esta é a segunda vez que a Fundação Arte e Cultura realiza o festival, depois de no ano passado e na mesma data ter lançado o projecto.

O evento, que teve lugar no auditório Wyza Anfiteatro, da mesma instituição, juntou as crianças de todas as áreas formativas da Escola de Artes, num ambiente onde o cenário revestia-se de cores que expressavam na perfeição o mundo infantil.

Se na parte da arena estavam os balões e todo material de som, a 5 metros do auditório estava montado o cenário para o registo fotográfico dos convidados e crianças que não abdicaram de criar algo que dentro de 25 anos venha se servir de marco para lembrar a infância, lê-se na nota da organização.

Citada no comunicado, Joelma António, de 16 anos e aluna de dança, disse ter amado o evento, porquanto, acrescenta, já faz tempo que deixou de viver ambiente tão infantil quanto ao que marcou o 16 de Junho de 2022.

Para Suelly Francisco, aluna de 14 anos e a frequentar as aulas de Reciclagem e Decoração, o evento foi simpático. “A nível da Reciclagem, expusemos os produtos trabalhados durante os meses anteriores. Mostrámos a todos os que visitaram a nossa mesa os quadros, as garrafas enfeitadas e todo um produto que resultou do trabalho de reciclagem. Quanto aos momentos culturais, gostei de ver o teatro, a dança e a poesia”, declarou a pequena.

Por sua vez, Antónia de Carvalho, aluna de teatro, dez saber que a sua preocupação na peça apresentada foi passar a mensagem às outras crianças sobre a necessidade de organizarem os seus materiais escolares, a casa, sempre que regressarem da Escola.

Já Clénio Sebastião, também aluno de teatro, disse que a experiência foi nova, uma vez que a sua performance foi na base da mímica. “As pessoas gostaram, estão alegres. Então penso que foi algo muito maravilhoso”, expressou.

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