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Celina Miranda afirma ser possível criar-se mecanismos para se dar mais espaço às gerações vindouras

Celina Miranda afirma ser possível criar-se mecanismos para se dar mais espaço às gerações vindouras
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A cantora angolana Celina Miranda afirmou recentemente que é possível criar-se mecanismos para se dar mais espaço às gerações vindouras, explorando todo o potencial artístico e criativo, uma vez que a nova geração de músicos nacionais que procuram uma oportunidade para mostrar o talento nas mais variadas disciplinas artísticas enfrenta várias barreiras para a concretização do sonho de gravar um disco.

A artista, que se estreou no mercado em 2007, com o disco intitulado “Angolano”, afirmou estar de regresso, dez anos depois ,com o tema promocional “Jet’Aime”, no estilo musical Zouk, disse que ao longo dos anos tem estado a observar a dinâmica do mercado artístico nacional, mas considera ser importante que as políticas culturais do Estado consigam ter um impacto determinante na vida dos criadores.

A cantora mostra-se optimista no regresso às produções e preparação de um single com diversos estilos musicais, que estará disponível aos fãs ainda este ano, no formato digital, avançou ao Jornal de Angola.

A cantora manifesta interesse em continuar a apostar nos estilos Semba e Zouk, apesar de o seu forte ser mesmo os estilos R&B e Ghetto Zouk.

Celina Miranda foi integrante da Banda Monumental Show, na qual participou no duplo CD intitulado “Muadie”, em companhia de Tony do Fumo Filho, Tulinga, Ernestina Sanda, Zé do Pau, Fausto, Mila e Ami. Começou a carreira musical no canto coral na Igreja Metodista Unida e foi membro do grupo coral Ecuménico Lira Siger´s.

Convidada pela cantora Pérola, fez parte das coristas que participaram da gravação do DVD intitulado “Cara & Coroa”. Participou igualmente no DVD de Lina Alexandre, intitulado “Kululieve”, nos coros e em concertos da cantora e no Festival da Canção de Luanda, realizada pela Luanda Antena Comercial (LAC), onde arrebatou o prémio de melhor letra.

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Redacção

A cantora angolana Celina Miranda afirmou recentemente que é possível criar-se mecanismos para se dar mais espaço às gerações vindouras, explorando todo o potencial artístico e criativo, uma vez que a nova geração de músicos nacionais que procuram uma oportunidade para mostrar o talento nas mais variadas disciplinas artísticas enfrenta várias barreiras para a concretização do sonho de gravar um disco.

A artista, que se estreou no mercado em 2007, com o disco intitulado “Angolano”, afirmou estar de regresso, dez anos depois ,com o tema promocional “Jet’Aime”, no estilo musical Zouk, disse que ao longo dos anos tem estado a observar a dinâmica do mercado artístico nacional, mas considera ser importante que as políticas culturais do Estado consigam ter um impacto determinante na vida dos criadores.

A cantora mostra-se optimista no regresso às produções e preparação de um single com diversos estilos musicais, que estará disponível aos fãs ainda este ano, no formato digital, avançou ao Jornal de Angola.

A cantora manifesta interesse em continuar a apostar nos estilos Semba e Zouk, apesar de o seu forte ser mesmo os estilos R&B e Ghetto Zouk.

Celina Miranda foi integrante da Banda Monumental Show, na qual participou no duplo CD intitulado “Muadie”, em companhia de Tony do Fumo Filho, Tulinga, Ernestina Sanda, Zé do Pau, Fausto, Mila e Ami. Começou a carreira musical no canto coral na Igreja Metodista Unida e foi membro do grupo coral Ecuménico Lira Siger´s.

Convidada pela cantora Pérola, fez parte das coristas que participaram da gravação do DVD intitulado “Cara & Coroa”. Participou igualmente no DVD de Lina Alexandre, intitulado “Kululieve”, nos coros e em concertos da cantora e no Festival da Canção de Luanda, realizada pela Luanda Antena Comercial (LAC), onde arrebatou o prémio de melhor letra.

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