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Cantores apelam ao patrocínio de shows 100% gospel

Cantores apelam ao patrocínio de shows 100% gospel
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As cantoras de música gospel angolana apelaram ao patrocínio de shows 100% gospel, mais espaços e oportunidades para apresentarem, promoverem e divulgarem as suas músicas.

Durante uma entrevista sobre a repercussão da música gospel na actualidade, a cantora Irmã Sofia manifestou, ao ONgoma News, a preocupação de haver pouco espaço para actuação de músicos da classe, e por essa razão, apela à iniciativa de actividades 100% gospel.

“Neste momento, a música gospel falta atingir em muitos locais, principalmente em áreas públicas. É verdade que nós cantamos, mas não é suficiente. Nós precisamos de fazer actividades 100% gospel, são coisas que nos faltam”, disse.

Segundo a Irmã Bela Makaya, o movimento carece de mais oportunidades e espaços para os cantores, principalmente os novos talentos, mostrarem as suas criações. Para esta evangelista, o estilo gospel, comparativamente aos outros géneros musicais, tem tido menos oportunidades, situação que desmotiva a classe.

Por isso, apela aos empresários e agentes artísticos a apostarem mais neste estilo musical, por ajudar as pessoas a reforçarem a sua fé, transmitir valores, entre outras mensagens positivas.

E para fazer face a este quadro, Irmã Sofia avançou então que há uma iniciativa para a realização de um concerto somente gospel, a partir do próximo ano, com grandes surpresas.

“A dificuldade que nós temos na música gospel é a falta de patrocínio. Nós estamos a orar e temos fé na organização que estamos a tentar fazer, com a nossa oração e fé vamos batendo as portas e Deus vai ajudar-nos e quem sabe a Unitel olha para nós, e se assim for, vai ser uma bênção para nós”, ovacionou a cantora, por ocasião da festa da música, organizada por aquela empresa angolana de telecomunicações.

Ainda de acordo com a fonte, há sinais de crescimento no estilo, uma vez que outrora a música gospel era categorizada para Igreja, mas hoje em dia se tornou uma das principais canções para o povo angolano.

“Há um certo desenvolvimento, já conseguimos convencer o público e também ter algo com qualidade. Outrora, quando se falasse de música gospel, era estilo que não tinha qualidade, mas hoje, já temos a qualidade com que podemos também enfrentar o mundo e mostrar ao público que nós podemos alguma coisa. Mesmo aqueles que frequentam a Igreja ou não, todos eles estão a aderir a Deus, conhecem as músicas e até quando há um concerto eles vêm”, considerou.

Acrescentou que a repercussão do público é positiva, uma vez que a música é outro meio essencial para transmitir a Palavra, valendo assim a conversão de mais pessoas à Igreja. “Graças a Deus temos estado a receber muitos testemunhos da parte do público, e hoje, para nós, é uma vitória termos chegado a este nível e graças a Deus, através do nosso trabalho, estamos a colher frutos, muita gente está a converter-se para Jesus e as almas estão a ser abençoadas. Isto significa muita responsabilidade, por isso, sendo gospel, nós ganhamos o mundo através do nosso testemunho também, nós primamos pelo testemunho pessoal e levar a palavra de Deus a eles, porque quem vai transmitir a palavra deve dar exemplo”, expressou.

Questionada sobre a possibilidade de se viver da música gospel, a também evangelista afirmou que não é fácil viver da música em Angola, principalmente, gospel, mas garantiu, à partida, que é dela que vive.

“Dá para tirar algum rendimento da música gospel, é verdade que não é 100% fácil, mas com a ajuda de Deus, hoje as coisas estão a caminhar e eu vivo da música. Não é fácil viver da música, principalmente gospel”, confessou.

Assim como Irmã Sofia, Miguel Buila revelou igualmente que vive da música gospel, em função da crescente integração do movimento na sociedade angolana. “Eu vivo da música gospel, ainda não é o que a gente espera, mas eu consigo viver da música gospel. A avaliação é positiva, já não é aquela música desprezada, o lado do preconceito por parte do público, já é uma música que faz parte da festa do povo angolano. O povo já não vive sem a música gospel”, referiu.

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Pedro Kididi

Jornalista

As cantoras de música gospel angolana apelaram ao patrocínio de shows 100% gospel, mais espaços e oportunidades para apresentarem, promoverem e divulgarem as suas músicas.

Durante uma entrevista sobre a repercussão da música gospel na actualidade, a cantora Irmã Sofia manifestou, ao ONgoma News, a preocupação de haver pouco espaço para actuação de músicos da classe, e por essa razão, apela à iniciativa de actividades 100% gospel.

“Neste momento, a música gospel falta atingir em muitos locais, principalmente em áreas públicas. É verdade que nós cantamos, mas não é suficiente. Nós precisamos de fazer actividades 100% gospel, são coisas que nos faltam”, disse.

Segundo a Irmã Bela Makaya, o movimento carece de mais oportunidades e espaços para os cantores, principalmente os novos talentos, mostrarem as suas criações. Para esta evangelista, o estilo gospel, comparativamente aos outros géneros musicais, tem tido menos oportunidades, situação que desmotiva a classe.

Por isso, apela aos empresários e agentes artísticos a apostarem mais neste estilo musical, por ajudar as pessoas a reforçarem a sua fé, transmitir valores, entre outras mensagens positivas.

E para fazer face a este quadro, Irmã Sofia avançou então que há uma iniciativa para a realização de um concerto somente gospel, a partir do próximo ano, com grandes surpresas.

“A dificuldade que nós temos na música gospel é a falta de patrocínio. Nós estamos a orar e temos fé na organização que estamos a tentar fazer, com a nossa oração e fé vamos batendo as portas e Deus vai ajudar-nos e quem sabe a Unitel olha para nós, e se assim for, vai ser uma bênção para nós”, ovacionou a cantora, por ocasião da festa da música, organizada por aquela empresa angolana de telecomunicações.

Ainda de acordo com a fonte, há sinais de crescimento no estilo, uma vez que outrora a música gospel era categorizada para Igreja, mas hoje em dia se tornou uma das principais canções para o povo angolano.

“Há um certo desenvolvimento, já conseguimos convencer o público e também ter algo com qualidade. Outrora, quando se falasse de música gospel, era estilo que não tinha qualidade, mas hoje, já temos a qualidade com que podemos também enfrentar o mundo e mostrar ao público que nós podemos alguma coisa. Mesmo aqueles que frequentam a Igreja ou não, todos eles estão a aderir a Deus, conhecem as músicas e até quando há um concerto eles vêm”, considerou.

Acrescentou que a repercussão do público é positiva, uma vez que a música é outro meio essencial para transmitir a Palavra, valendo assim a conversão de mais pessoas à Igreja. “Graças a Deus temos estado a receber muitos testemunhos da parte do público, e hoje, para nós, é uma vitória termos chegado a este nível e graças a Deus, através do nosso trabalho, estamos a colher frutos, muita gente está a converter-se para Jesus e as almas estão a ser abençoadas. Isto significa muita responsabilidade, por isso, sendo gospel, nós ganhamos o mundo através do nosso testemunho também, nós primamos pelo testemunho pessoal e levar a palavra de Deus a eles, porque quem vai transmitir a palavra deve dar exemplo”, expressou.

Questionada sobre a possibilidade de se viver da música gospel, a também evangelista afirmou que não é fácil viver da música em Angola, principalmente, gospel, mas garantiu, à partida, que é dela que vive.

“Dá para tirar algum rendimento da música gospel, é verdade que não é 100% fácil, mas com a ajuda de Deus, hoje as coisas estão a caminhar e eu vivo da música. Não é fácil viver da música, principalmente gospel”, confessou.

Assim como Irmã Sofia, Miguel Buila revelou igualmente que vive da música gospel, em função da crescente integração do movimento na sociedade angolana. “Eu vivo da música gospel, ainda não é o que a gente espera, mas eu consigo viver da música gospel. A avaliação é positiva, já não é aquela música desprezada, o lado do preconceito por parte do público, já é uma música que faz parte da festa do povo angolano. O povo já não vive sem a música gospel”, referiu.

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