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Andebol Feminino

CAN: Angola na final

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Angola e Senegal disputam amanhã às 16h00, a final inédita da 23.ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN), em andebol sénior feminino, no Pavilhão de Kintele, Brazzaville, Congo, mercê dos triunfos por 25-16, frente aos Camarões, e 22-21, diante do Congo Democrático.

Com objectivos distintos, a Selecção Nacional ambiciona a revalidação do título continental, enquanto o conjunto senegalês procura alcançar o primeiro troféu. As duas antagonistas, por esta via, asseguram também presença no Campeonato do Mundo, agendado para Dezembro de 2019, no Japão, noticiou Jornal de Angola.

O terceiro representante africano será encontrado após o desafio entre os Camarões e o Congo Democrático marcado para amanhã às 13h30.

O “sete” nacional entrou apático no jogo com as camaronesas. Aos 15 minutos da primeira parte 6-5  era o resultado favorável às Pérolas.

Com a mudança do sistema defensivo do 6-0 para o 5-1 pressionante, Angola começou a impor-se no desafio. Para contrapor a fúria ofensiva e manter o equilíbrio até então registado, as pupilas de Simon Menguede optaram pelo jogo violento, que culminou com a expulsão, por cartão vermelho, da central Jasmine Yotchoum e cinco exclusões por dois minutos.

Ao cabo dos primeiros 30 minutos, as comandadas de Morten Soubak venciam 15-8. Na segunda, as campeãs cometeram alguns erros técnicos, explorados pelas adversárias, mas souberam manter a vantagem no marcador. Três defesas espectaculares de Teresa Almeida “Bá” agitaram os espectadores no Pavilhão Nicole Oba.

Embora se verificasse uma ligeira ascensão das camaronesas, não passou da intenção.  Depois da tentativa falhada em 2016, a segunda foi de vez. As senegalesas  afastaram na meia-final o Congo Democrático, por 22-21, com o parcial de 11-9 ao intervalo.

Com um início auspicioso, as oeste-africanas estabeleceram o parcial de 6-1, mas depois das congolesas acertarem a defesa o equilíbrio passou a ter a tónica marcante, até ao apito final.

A crença na vitória foi determinante para o Senegal, ao passo que no conjunto congolês faltou concentração nos últimos minutos do encontro. Por outro lado, foram perdulárias em muitas situações, com realce para um contra zero. Desfeita que estava a possibilidade de jogar pela segunda vez a final do CAN, a capitã

Cristiane Mwassesa rendeu-se ao choro.

Nas classificativas do 5.º ao 8.º lugar da tabela classificativa, a Tunísia venceu a Guiné por 30-26, na outra partida o Congo derrotou por 24-22 a Argélia. Hoje às 15h00, Guiné e Argélia disputam a sétima posição, e duas horas depois a Tunísia e o

Congo jogam pela quinta. A Costa do Marfim terminou a participação no 9.º posto, mercê do triunfo por 38-31 frente ao Marrocos.




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Redacção



Angola e Senegal disputam amanhã às 16h00, a final inédita da 23.ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN), em andebol sénior feminino, no Pavilhão de Kintele, Brazzaville, Congo, mercê dos triunfos por 25-16, frente aos Camarões, e 22-21, diante do Congo Democrático.

Com objectivos distintos, a Selecção Nacional ambiciona a revalidação do título continental, enquanto o conjunto senegalês procura alcançar o primeiro troféu. As duas antagonistas, por esta via, asseguram também presença no Campeonato do Mundo, agendado para Dezembro de 2019, no Japão, noticiou Jornal de Angola.

O terceiro representante africano será encontrado após o desafio entre os Camarões e o Congo Democrático marcado para amanhã às 13h30.

O “sete” nacional entrou apático no jogo com as camaronesas. Aos 15 minutos da primeira parte 6-5  era o resultado favorável às Pérolas.

Com a mudança do sistema defensivo do 6-0 para o 5-1 pressionante, Angola começou a impor-se no desafio. Para contrapor a fúria ofensiva e manter o equilíbrio até então registado, as pupilas de Simon Menguede optaram pelo jogo violento, que culminou com a expulsão, por cartão vermelho, da central Jasmine Yotchoum e cinco exclusões por dois minutos.

Ao cabo dos primeiros 30 minutos, as comandadas de Morten Soubak venciam 15-8. Na segunda, as campeãs cometeram alguns erros técnicos, explorados pelas adversárias, mas souberam manter a vantagem no marcador. Três defesas espectaculares de Teresa Almeida “Bá” agitaram os espectadores no Pavilhão Nicole Oba.

Embora se verificasse uma ligeira ascensão das camaronesas, não passou da intenção.  Depois da tentativa falhada em 2016, a segunda foi de vez. As senegalesas  afastaram na meia-final o Congo Democrático, por 22-21, com o parcial de 11-9 ao intervalo.

Com um início auspicioso, as oeste-africanas estabeleceram o parcial de 6-1, mas depois das congolesas acertarem a defesa o equilíbrio passou a ter a tónica marcante, até ao apito final.

A crença na vitória foi determinante para o Senegal, ao passo que no conjunto congolês faltou concentração nos últimos minutos do encontro. Por outro lado, foram perdulárias em muitas situações, com realce para um contra zero. Desfeita que estava a possibilidade de jogar pela segunda vez a final do CAN, a capitã

Cristiane Mwassesa rendeu-se ao choro.

Nas classificativas do 5.º ao 8.º lugar da tabela classificativa, a Tunísia venceu a Guiné por 30-26, na outra partida o Congo derrotou por 24-22 a Argélia. Hoje às 15h00, Guiné e Argélia disputam a sétima posição, e duas horas depois a Tunísia e o

Congo jogam pela quinta. A Costa do Marfim terminou a participação no 9.º posto, mercê do triunfo por 38-31 frente ao Marrocos.




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