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Camponeses da Baixa de Cassange mostraram um ideal nacionalista, afirma Governadora do Huambo

Camponeses da Baixa de Cassange mostraram um ideal nacionalista, afirma Governadora do Huambo
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A repressão colonial demonstrada pelos camponeses da Baixa de Cassange foi a efectivação de um ideal nacionalista que consciencializou os angolanos, cansados do jogo colonial, afirmou ontem a governadora da província do Huambo, Joana Lina, numa exortação no quadro do 58º aniversário do Massacre da Baixa de Cassange, que hoje se assinala, 4 de Janeiro.

De acordo com a governante, foi graças ao espírito heróico daqueles patriotas que os angolanos tomaram o rumo para uma luta sem tréguas, que impulsionou a conquista da Independência Nacional e a paz efectiva.

Por esta razão, Joana Lina entende que o 4 de Janeiro de 1961 jamais sairá da contemplação histórica dos angolanos, uma vez que foram centenas de camponeses indefesos a reivindicar por melhores condições de trabalho e dignidade, o que lhes custou as vidas.

“Serão eternamente lembrados os mártires da repressão colonial, a sua coragem e determinação devem traduzir-se em valores e conquistas a nível da educação dos jovens, na atitude positiva dos angolanos, para uma cidadania responsável”, referiu, falando à Angop.

A 4 de Janeiro de 1961, foram assassinados trabalhadores dos campos de algodão da Baixa de Cassanje, província de Malange, por se oporem aos reduzidos preços na compra do algodão pelos fazendeiros e pela companhia Cotonang.

A reivindicação dos camponeses foi repelida com um bombardeamento da Força Aérea Portuguesa, tendo vitimado milhares de pessoas.

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Redacção

A repressão colonial demonstrada pelos camponeses da Baixa de Cassange foi a efectivação de um ideal nacionalista que consciencializou os angolanos, cansados do jogo colonial, afirmou ontem a governadora da província do Huambo, Joana Lina, numa exortação no quadro do 58º aniversário do Massacre da Baixa de Cassange, que hoje se assinala, 4 de Janeiro.

De acordo com a governante, foi graças ao espírito heróico daqueles patriotas que os angolanos tomaram o rumo para uma luta sem tréguas, que impulsionou a conquista da Independência Nacional e a paz efectiva.

Por esta razão, Joana Lina entende que o 4 de Janeiro de 1961 jamais sairá da contemplação histórica dos angolanos, uma vez que foram centenas de camponeses indefesos a reivindicar por melhores condições de trabalho e dignidade, o que lhes custou as vidas.

“Serão eternamente lembrados os mártires da repressão colonial, a sua coragem e determinação devem traduzir-se em valores e conquistas a nível da educação dos jovens, na atitude positiva dos angolanos, para uma cidadania responsável”, referiu, falando à Angop.

A 4 de Janeiro de 1961, foram assassinados trabalhadores dos campos de algodão da Baixa de Cassanje, província de Malange, por se oporem aos reduzidos preços na compra do algodão pelos fazendeiros e pela companhia Cotonang.

A reivindicação dos camponeses foi repelida com um bombardeamento da Força Aérea Portuguesa, tendo vitimado milhares de pessoas.

Redacção

Licenciado em Gestão e Administração pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, Félix Abias é um jornalista angolano que explora temas ligados à política e economia local. Actualmente trabalha para o Grupo Média Rumo

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