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Bolseiros regressam ao país por mau aproveitamento

Bolseiros regressam ao país por mau aproveitamento
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O Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE) confirmou que 60 por cento dos quase quatro mil bolseiros no exterior do país a expensas do Estado vão regressar por mau aproveitamento académico.

A directora-geral da instituição, Ana Paula Elias, declarou “tolerância zero” ao mau aproveitamento académico de bolseiros no estrangeiro, revelando que Cuba e Portugal são os países com o maior número de reprovações de bolseiros. 

Ao falar à Rádio Nacional de Angola, informou que alguns dos que estão na lista de bolseiros com mau aproveitamento escolar já regressaram ao país no passado ano académico, e disse estar a instituição a fazer prova de vida dos bolseiros.

“No caso de Cuba, a prova de vida só está a ser feita agora”, acentuou a gestora, admitindo o regresso de mais bolseiros com mau aproveitamento escolar ao longo do mês de Janeiro.

Ana Paula Elias assegurou então que, depois de finalizado o registo, “todos os estudantes que não souberam aproveitar o investimento do Estado vão regressar ao país”, tendo afirmado que o número dos actuais 3.707 bolseiros no estrangeiro controlados pelo INAGBE vai ser reduzido no próximo ano académico, depois da conclusão do registo.

Em 2017, recordou, estavam no estrangeiro 4.503 bolseiros, dos quais apenas 508 terminaram com êxito o ano académico.

No entanto, a responsável acredita que o actual número de bolseiros vai ser reduzido significativamente depois de o INAGBE receber o resultado da prova de vida que está a ser feita em Cuba, Argélia, Marrocos, Tunísia, Polónia, Roménia e Hungria.

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Redacção

O Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE) confirmou que 60 por cento dos quase quatro mil bolseiros no exterior do país a expensas do Estado vão regressar por mau aproveitamento académico.

A directora-geral da instituição, Ana Paula Elias, declarou “tolerância zero” ao mau aproveitamento académico de bolseiros no estrangeiro, revelando que Cuba e Portugal são os países com o maior número de reprovações de bolseiros. 

Ao falar à Rádio Nacional de Angola, informou que alguns dos que estão na lista de bolseiros com mau aproveitamento escolar já regressaram ao país no passado ano académico, e disse estar a instituição a fazer prova de vida dos bolseiros.

“No caso de Cuba, a prova de vida só está a ser feita agora”, acentuou a gestora, admitindo o regresso de mais bolseiros com mau aproveitamento escolar ao longo do mês de Janeiro.

Ana Paula Elias assegurou então que, depois de finalizado o registo, “todos os estudantes que não souberam aproveitar o investimento do Estado vão regressar ao país”, tendo afirmado que o número dos actuais 3.707 bolseiros no estrangeiro controlados pelo INAGBE vai ser reduzido no próximo ano académico, depois da conclusão do registo.

Em 2017, recordou, estavam no estrangeiro 4.503 bolseiros, dos quais apenas 508 terminaram com êxito o ano académico.

No entanto, a responsável acredita que o actual número de bolseiros vai ser reduzido significativamente depois de o INAGBE receber o resultado da prova de vida que está a ser feita em Cuba, Argélia, Marrocos, Tunísia, Polónia, Roménia e Hungria.

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