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Bié: Director da Educação reforça apelo ao combate à vandalização das escolas

Bié: Director da Educação reforça apelo ao combate à vandalização das escolas
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O director da Educação na província do Bié, António Manuel, reforçou, sexta-feira, no Cuito, o apelo aos órgãos policiais no sentido de ajudarem a instituição a combater a vandalização das escolas, punindo severamente os infractores, sendo que é recorrente, na calada da noite, elementos desconhecidos vandalizarem escolas, destruindo as carteiras, janelas, portas e outros bens.

Embora não tenha avançado o número de escolas em causa solicitou ainda as autoridades tradicionais, igrejas, pais e encarregados de educação a incutirem nos filhos (alunos) o senso de responsabilidade, como forma de contribuírem na conservação das escolas, bem como a denúncia em casos de género.    

Entretanto, o responsável reafirmou que o governo da província continua a construir novas escolas, salientando que no ano lectivo de 2020, perto de 60 escolas com quatro, seis e doze salas de aulas, já em construção, entram em funcionamento.

As novas escolas estão ser erguidas nos nove municípios da província e enquadram-se nas estratégias do governo, para retirar todas as crianças fora do sistema normal do ensino das mais de 90 mil petizes, a nível da região.

Sem avançar pormenores, frisou, citado pela Angop, que decorre o levantamento nas escolas para se saber a condição de trabalho e sobretudo do número de docentes em situação de reforma, doentes, para se dinamizar as actividades do sector nesta parcela do país.

O sector da Educação da província do Bié controla mil 450 escolas, onde estudam mais de 600 mil alunos, cujas aulas são ministradas por 13 mil 654 professores.

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Redacção

O director da Educação na província do Bié, António Manuel, reforçou, sexta-feira, no Cuito, o apelo aos órgãos policiais no sentido de ajudarem a instituição a combater a vandalização das escolas, punindo severamente os infractores, sendo que é recorrente, na calada da noite, elementos desconhecidos vandalizarem escolas, destruindo as carteiras, janelas, portas e outros bens.

Embora não tenha avançado o número de escolas em causa solicitou ainda as autoridades tradicionais, igrejas, pais e encarregados de educação a incutirem nos filhos (alunos) o senso de responsabilidade, como forma de contribuírem na conservação das escolas, bem como a denúncia em casos de género.    

Entretanto, o responsável reafirmou que o governo da província continua a construir novas escolas, salientando que no ano lectivo de 2020, perto de 60 escolas com quatro, seis e doze salas de aulas, já em construção, entram em funcionamento.

As novas escolas estão ser erguidas nos nove municípios da província e enquadram-se nas estratégias do governo, para retirar todas as crianças fora do sistema normal do ensino das mais de 90 mil petizes, a nível da região.

Sem avançar pormenores, frisou, citado pela Angop, que decorre o levantamento nas escolas para se saber a condição de trabalho e sobretudo do número de docentes em situação de reforma, doentes, para se dinamizar as actividades do sector nesta parcela do país.

O sector da Educação da província do Bié controla mil 450 escolas, onde estudam mais de 600 mil alunos, cujas aulas são ministradas por 13 mil 654 professores.

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