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Apesar de 2021 ter sido um ano atípico, Sector Empresarial Público manteve-se resiliente, defendeu Vera Daves

Apesar de 2021 ter sido um ano atípico, Sector Empresarial Público manteve-se resiliente, defendeu Vera Daves
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A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, defendeu que o Sector Empresarial Público (SEP) manteve-se resiliente, "apesar de 2021 ter sido um ano atípico".

A gestora, que falava nessa segunda-feira, durante o encontro com representantes do Sector Empresarial Público (SEP), realizado em formato digital, por iniciativa do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), reforçou que, "não obstante este contexto particularmente difícil, as empresas mantiveram-se firmes perante o choque que a economia sofre, mas algumas delas registaram um aumento substancial do risco fiscal".

Advogou ainda a necessidade de se continuar a implementar uma série de medidas que promovam a aceleração das reformas pensadas para o bom funcionamento do referido sector, tendo frisado, por outro lado, que devem ser evitadas situações de insolvência, bem como os consequentes riscos fiscais, que ao se materializarem afectam, incontornavelmente, o bolso dos contribuintes.

Segundo a titular da pasta das Finanças, citada pelo Jornal de Angola, o retorno de dividendos por parte das empresas do Sector Empresarial Público através de investimentos ainda é baixo, com uma balança desequilibrada, "e muitos são os casos em que o Estado dá mais do que recebe".

"Precisamos de inverter este quadro, precisamos encontrar um modelo que traga maior prosperidade para todos. É urgente que se imprimam novas dinâmicas nas empresas que compõem o SEP e que estejamos todos alinhados nas boas práticas de gestão corporativa", destacou Vera Daves.

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Redacção

A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, defendeu que o Sector Empresarial Público (SEP) manteve-se resiliente, "apesar de 2021 ter sido um ano atípico".

A gestora, que falava nessa segunda-feira, durante o encontro com representantes do Sector Empresarial Público (SEP), realizado em formato digital, por iniciativa do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), reforçou que, "não obstante este contexto particularmente difícil, as empresas mantiveram-se firmes perante o choque que a economia sofre, mas algumas delas registaram um aumento substancial do risco fiscal".

Advogou ainda a necessidade de se continuar a implementar uma série de medidas que promovam a aceleração das reformas pensadas para o bom funcionamento do referido sector, tendo frisado, por outro lado, que devem ser evitadas situações de insolvência, bem como os consequentes riscos fiscais, que ao se materializarem afectam, incontornavelmente, o bolso dos contribuintes.

Segundo a titular da pasta das Finanças, citada pelo Jornal de Angola, o retorno de dividendos por parte das empresas do Sector Empresarial Público através de investimentos ainda é baixo, com uma balança desequilibrada, "e muitos são os casos em que o Estado dá mais do que recebe".

"Precisamos de inverter este quadro, precisamos encontrar um modelo que traga maior prosperidade para todos. É urgente que se imprimam novas dinâmicas nas empresas que compõem o SEP e que estejamos todos alinhados nas boas práticas de gestão corporativa", destacou Vera Daves.

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