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Angola pode receber ajuda da UE para colocar a economia em desenvolvimento e garantir o bem-estar das populações

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O Presidente da República apelou hoje à União Europeia (UE) para ajudar o país a superar “os constrangimentos” que ainda impedem a colocação da economia angolana ao serviço do “desenvolvimento, do progresso e do bem-estar das populações”.

João Lourenço iniciou o seu discurso na sessão plenária do Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo, França, manifestando a “grande honra” de poder dirigir-se aos “ilustres deputados” do Parlamento, “um dos espaços mais respeitados na promoção da democracia”, e elogiando o acolhimento cordial que lhe foi reservado e que traduz “o bom relacionamento de Angola com a UA”.

“Não quero deixar de aproveitar este momento singular para manifestar o meu desejo de um diálogo permanente e franco com o PE, baseado no respeito mútuo, para que se reforce a nossa cooperação em todos os domínios de interesse comum”, vincou.

O chefe de Estado angolano disse então contar com a UE como um “importante parceiro” que ajude Angola a superar os constrangimentos que ainda encontra para colocar “a economia angolana ao serviço do desenvolvimento, do progresso e do bem-estar das populações”, reconhecendo que o esforço de reconstrução nacional empreendido nos últimos anos ainda “é insuficiente” para fazer face às necessidades de empresas e populações nas áreas de energia, água, escolas e hospitais, citou o portal Notícias ao Minuto.

João Lourenço, que recordou os anos de guerra civil e os milhares de mortos e destruição deles resultantes, afiançou que o seu Executivo continua empenhado em “aprofundar o processo democrático e melhorar as condições que permitam um ambiente favorável à diversidade de opiniões, à liberdade de expressão, e, no geral, ao respeito pelos direitos fundamentais dos cidadãos”.

“Desde a minha investidura como Presidente da República, tenho procurado implementar políticas que beneficiem as populações em concertação com todos os actores políticos e sociais da Nação. O Executivo que dirijo tem focado a sua atenção na implementação de programas de estabilização macroeconómica e de consolidação fiscal com vista a reduzir os efeitos da inflação e normalizar o mercado cambial”, lembrou.

Tal como há exactamente um mês, em Bruxelas, o titular do Executivo angolano acenou com a “verdadeira cruzada contra a corrupção e a impunidade em toda a sociedade” levada a cabo pelo seu Governo, enumerando, de seguida, as medidas tomadas desde que assumiu a presidência, em Setembro de 2017.

João Lourenço tornou-se hoje o primeiro chefe de Estado angolano a discursar no Parlamento Europeu. Entre o final de Maio e início de Junho, João Lourenço efectuou visitas oficiais a França e Bélgica, tendo sido já recebido em Bruxelas pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

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Pedro Kididi

Jornalista

O Presidente da República apelou hoje à União Europeia (UE) para ajudar o país a superar “os constrangimentos” que ainda impedem a colocação da economia angolana ao serviço do “desenvolvimento, do progresso e do bem-estar das populações”.

João Lourenço iniciou o seu discurso na sessão plenária do Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo, França, manifestando a “grande honra” de poder dirigir-se aos “ilustres deputados” do Parlamento, “um dos espaços mais respeitados na promoção da democracia”, e elogiando o acolhimento cordial que lhe foi reservado e que traduz “o bom relacionamento de Angola com a UA”.

“Não quero deixar de aproveitar este momento singular para manifestar o meu desejo de um diálogo permanente e franco com o PE, baseado no respeito mútuo, para que se reforce a nossa cooperação em todos os domínios de interesse comum”, vincou.

O chefe de Estado angolano disse então contar com a UE como um “importante parceiro” que ajude Angola a superar os constrangimentos que ainda encontra para colocar “a economia angolana ao serviço do desenvolvimento, do progresso e do bem-estar das populações”, reconhecendo que o esforço de reconstrução nacional empreendido nos últimos anos ainda “é insuficiente” para fazer face às necessidades de empresas e populações nas áreas de energia, água, escolas e hospitais, citou o portal Notícias ao Minuto.

João Lourenço, que recordou os anos de guerra civil e os milhares de mortos e destruição deles resultantes, afiançou que o seu Executivo continua empenhado em “aprofundar o processo democrático e melhorar as condições que permitam um ambiente favorável à diversidade de opiniões, à liberdade de expressão, e, no geral, ao respeito pelos direitos fundamentais dos cidadãos”.

“Desde a minha investidura como Presidente da República, tenho procurado implementar políticas que beneficiem as populações em concertação com todos os actores políticos e sociais da Nação. O Executivo que dirijo tem focado a sua atenção na implementação de programas de estabilização macroeconómica e de consolidação fiscal com vista a reduzir os efeitos da inflação e normalizar o mercado cambial”, lembrou.

Tal como há exactamente um mês, em Bruxelas, o titular do Executivo angolano acenou com a “verdadeira cruzada contra a corrupção e a impunidade em toda a sociedade” levada a cabo pelo seu Governo, enumerando, de seguida, as medidas tomadas desde que assumiu a presidência, em Setembro de 2017.

João Lourenço tornou-se hoje o primeiro chefe de Estado angolano a discursar no Parlamento Europeu. Entre o final de Maio e início de Junho, João Lourenço efectuou visitas oficiais a França e Bélgica, tendo sido já recebido em Bruxelas pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

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