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Combate à corrupção

Angola desce dois lugares no “ranking” sobre Índice de Corrupção

Angola desce dois lugares no “ranking” sobre Índice de Corrupção
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Angola baixou dois lugares no “ranking” sobre o Índice de Corrupção a nível do mundo, afirmou, em Caxito, a procuradora-geral adjunta da República, durante uma conferência sobre o “Branqueamento de capitais”.

Inocência Pinto disse que, no ano passado, Angola estava entre os países mais corruptos do mundo e ocupava o lugar 167. Este ano, baixou dois lugares, o que, no seu entender, significa que está a trabalhar de forma afincada para acabar com este mal.

O combate à corrupção, disse a chefe do grupo de acompanhamento da instituição para a província do Bengo, tem estado a efectivar-se com recursos e mecanismos próprios, usando técnicas de investigação próprias, com magistrados qualificados e instituições que têm competências próprias para o efeito.

A magistrada considerou que a corrupção no país ainda é preocupante, daí ser urgente que se combata este fenómeno, no sentido de o país continuar a descer no “ranking”.

No caso particular da província do Bengo, a procuradora disse haver vários casos de peculato em investigação criminal e, no entanto, apelou à sociedade no sentido de denunciar tais práticas, visto que este combate não é exclusivo da Procuradoria-Geral da República (PGR), dos tribunais e ou dos órgãos que intervêm na administração da Justiça.

A governadora da província do Bengo, Mara Quiosa, por sua vez, afirmou que os exemplos negativos de actos danosos à gestão pública ou privada detectados numa localidade devem representar um alerta, não só para os gestores e empresários, mas também para o cidadão.

“Temos de ter presente o bem colectivo, assim como os fundos públicos devem ser convenientemente tratados e geridos, respeitando os aspectos do rigor, da ética, legalidade e da transparência”, defendeu, de acordo com o Jornal de Angola.

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Redacção

Angola baixou dois lugares no “ranking” sobre o Índice de Corrupção a nível do mundo, afirmou, em Caxito, a procuradora-geral adjunta da República, durante uma conferência sobre o “Branqueamento de capitais”.

Inocência Pinto disse que, no ano passado, Angola estava entre os países mais corruptos do mundo e ocupava o lugar 167. Este ano, baixou dois lugares, o que, no seu entender, significa que está a trabalhar de forma afincada para acabar com este mal.

O combate à corrupção, disse a chefe do grupo de acompanhamento da instituição para a província do Bengo, tem estado a efectivar-se com recursos e mecanismos próprios, usando técnicas de investigação próprias, com magistrados qualificados e instituições que têm competências próprias para o efeito.

A magistrada considerou que a corrupção no país ainda é preocupante, daí ser urgente que se combata este fenómeno, no sentido de o país continuar a descer no “ranking”.

No caso particular da província do Bengo, a procuradora disse haver vários casos de peculato em investigação criminal e, no entanto, apelou à sociedade no sentido de denunciar tais práticas, visto que este combate não é exclusivo da Procuradoria-Geral da República (PGR), dos tribunais e ou dos órgãos que intervêm na administração da Justiça.

A governadora da província do Bengo, Mara Quiosa, por sua vez, afirmou que os exemplos negativos de actos danosos à gestão pública ou privada detectados numa localidade devem representar um alerta, não só para os gestores e empresários, mas também para o cidadão.

“Temos de ter presente o bem colectivo, assim como os fundos públicos devem ser convenientemente tratados e geridos, respeitando os aspectos do rigor, da ética, legalidade e da transparência”, defendeu, de acordo com o Jornal de Angola.

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