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Altos funcionários do INEA detidos por crime de peculato

Altos funcionários do INEA detidos por crime de peculato
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Quatro funcionários do Instituto de Estradas de Angola (INEA), em Cabinda, entre eles o director provincial da instituição, Igor Pereira, estão detidos, desde o dia 8 deste mês, por prática de crimes de peculato, branqueamento de capitais, associação criminosa e desvio de fundos públicos, informou uma fonte policial.

A legalização da prisão preventiva foi feita no mesmo dia pela Procuradoria-Geral da República (PGR), depois de averiguação do processo e confirmada a existência de provas de que os detidos terão desviado 26 milhões 483 mil 280 kwanzas do montante recebido de 186 milhões 439 mil 444.50 kwanzas, referentes à gestão de 2016 a 2018, destinados a obras de construção de pontes e estradas na província.

Juntamente com Igor Pereira, estão três membros de direcção da instituição, concretamente das áreas de Finanças, Técnica e de Projectos, acusados ainda de descaminho de quatro milhões 320 mil kwanzas, destinados ao pagamento da renda da residência do gestor provincial, quando na realidade o montante anual está avaliado em um milhão 440 mil kwanzas.

A fonte do Jornal de Angola informou que os mesmos são acusados também de terem desviado duas viaturas da instituição, de um lote de cinco recebidas, sendo uma de marca Toyota Land-Cruiser e outra Suzuki.

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Redacção

Quatro funcionários do Instituto de Estradas de Angola (INEA), em Cabinda, entre eles o director provincial da instituição, Igor Pereira, estão detidos, desde o dia 8 deste mês, por prática de crimes de peculato, branqueamento de capitais, associação criminosa e desvio de fundos públicos, informou uma fonte policial.

A legalização da prisão preventiva foi feita no mesmo dia pela Procuradoria-Geral da República (PGR), depois de averiguação do processo e confirmada a existência de provas de que os detidos terão desviado 26 milhões 483 mil 280 kwanzas do montante recebido de 186 milhões 439 mil 444.50 kwanzas, referentes à gestão de 2016 a 2018, destinados a obras de construção de pontes e estradas na província.

Juntamente com Igor Pereira, estão três membros de direcção da instituição, concretamente das áreas de Finanças, Técnica e de Projectos, acusados ainda de descaminho de quatro milhões 320 mil kwanzas, destinados ao pagamento da renda da residência do gestor provincial, quando na realidade o montante anual está avaliado em um milhão 440 mil kwanzas.

A fonte do Jornal de Angola informou que os mesmos são acusados também de terem desviado duas viaturas da instituição, de um lote de cinco recebidas, sendo uma de marca Toyota Land-Cruiser e outra Suzuki.

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