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“Ainda não me imagino a sair da TV Zimbo”, revela Geovani Comandala

“Ainda não me imagino a sair da TV Zimbo”, revela Geovani Comandala
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Andrade Lino

O apresentador televisivo Geovani Comandala entende que as atenções voltadas à Zap devem-se ao efeito novo e à qualidade em termos de imagem e outros aspectos, felicita aquela cadeia televisiva pelo trabalho que tem feito, mas revela que ainda não se imagina a sair da TV Zimbo, onde é co-apresentador do programa de entretenimento “Made In Angola”.

Para ele, a abertura de outros canais é sempre salutar, a concorrência faz sempre bem, porque obriga a ir atrás e a aumentar a qualidade. “A Zap vem em boa altura, porque se deve servir melhor as pessoas que acompanham a televisão, embora não pense em sair da TV Zimbo”, reforçou.

O também repórter disse ainda que, do ponto de vista profissional, quer continuar a aumentar a sua qualidade, aperfeiçoar as técnicas e cada vez mais o trabalho que faz, tendo brincado então que talvez um dos motivos que o façam permanecer na TV Zimbo é a esperança de que aumentem um pouco mais o seu salário.

Porém, realçou que quando se gosta realmente do que se faz, o dinheiro não é a primeira coisa a se ter em conta.

Geovani, que foi um dos convidados da edição do mês passado do espectáculo de humor Goz´Aqui, tendo apresentado, como teste, uma série de outros programas da TV Zimbo, dentre eles Repórter Zimbo, Sexto Sentido, Zimbando e Cooltura, afirmou que quando se entra numa empreitada, normalmente, como principiante, está-se sujeito a fazer um pouco de tudo.

“E como eu já levava algum jeito para isso, fui experimentando fazer outras coisas. Esse trânsito todo que houve no seio da Zimbo ajudou de alguma forma naquilo que sou hoje como apresentador”, partilhou.

Por outro lado, disse que ambiciona realizar um Talk Show, acreditando ter capacidades para tal, e quanto ao Made In Angola, considera um desafio bom. “Quem acompanha o meu trabalho compreende que gosto de ser versátil, porque do mesmo modo que tento brincar e dançar com ou para as pessoas, posso entrevistar alguém, um advogado ou outro profissional, pois quando se faz entretenimento, pode-se ser um gozão, mas não o tempo todo, porque à dada altura precisamos mostrar que sabemos e dominamos outras técnicas”, finalizou.

 

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Andrade Lino

Jornalista

Estudante de Língua Portuguesa e Comunicação, amante de artes visuais, música e poesia.

O apresentador televisivo Geovani Comandala entende que as atenções voltadas à Zap devem-se ao efeito novo e à qualidade em termos de imagem e outros aspectos, felicita aquela cadeia televisiva pelo trabalho que tem feito, mas revela que ainda não se imagina a sair da TV Zimbo, onde é co-apresentador do programa de entretenimento “Made In Angola”.

Para ele, a abertura de outros canais é sempre salutar, a concorrência faz sempre bem, porque obriga a ir atrás e a aumentar a qualidade. “A Zap vem em boa altura, porque se deve servir melhor as pessoas que acompanham a televisão, embora não pense em sair da TV Zimbo”, reforçou.

O também repórter disse ainda que, do ponto de vista profissional, quer continuar a aumentar a sua qualidade, aperfeiçoar as técnicas e cada vez mais o trabalho que faz, tendo brincado então que talvez um dos motivos que o façam permanecer na TV Zimbo é a esperança de que aumentem um pouco mais o seu salário.

Porém, realçou que quando se gosta realmente do que se faz, o dinheiro não é a primeira coisa a se ter em conta.

Geovani, que foi um dos convidados da edição do mês passado do espectáculo de humor Goz´Aqui, tendo apresentado, como teste, uma série de outros programas da TV Zimbo, dentre eles Repórter Zimbo, Sexto Sentido, Zimbando e Cooltura, afirmou que quando se entra numa empreitada, normalmente, como principiante, está-se sujeito a fazer um pouco de tudo.

“E como eu já levava algum jeito para isso, fui experimentando fazer outras coisas. Esse trânsito todo que houve no seio da Zimbo ajudou de alguma forma naquilo que sou hoje como apresentador”, partilhou.

Por outro lado, disse que ambiciona realizar um Talk Show, acreditando ter capacidades para tal, e quanto ao Made In Angola, considera um desafio bom. “Quem acompanha o meu trabalho compreende que gosto de ser versátil, porque do mesmo modo que tento brincar e dançar com ou para as pessoas, posso entrevistar alguém, um advogado ou outro profissional, pois quando se faz entretenimento, pode-se ser um gozão, mas não o tempo todo, porque à dada altura precisamos mostrar que sabemos e dominamos outras técnicas”, finalizou.

 

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